Prana é uma palavra de origem indiana que quer dizer Energia Absoluta ou Universal, e seu utilizadores afirmam que este elemento é indispensável a todas as formas de vida.
Segundo as escrituras hindus, a Criação (Universo) é composta por matéria, energia e mente. O Prana corresponderia ao conjunto de todas as energias existentes, manifestadas ou não.
O conceito de Prana possui diferentes nomes em diferentes culturas, podendo ser encontrado similaridades com a Energia Vital, Energia da Vida, Bioenergia, Chi (para os chineses), Ki (para os japoneses), etc.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre
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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Prana
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010
A Linguagem do Coração - revista ZEN Setembro 2010
Desde que não haja alguma deficiência ou problema de saúde todos falamos. Falar é fácil, até dos mais diversos assuntos, independentemente do grau académico, idade e cultura. Todos opinamos e, às vezes, até demais. Mas, será que realmente comunicamos uns com os outros? E a que nível o fazemos?
Há um ditado indiano que diz que quanto mais as pessoas gritam, mais longe estão do coração, e que os apaixonados não falam, apenas sussurram. Muitas vezes gritamos uns com os outros não porque sejamos surdos, mas porque o nosso coração está atolado de revolta, raiva, ódio, ressentimento e expressa-se, deste modo, estridente, ilusoriamente, para tentar apaziguar este fogo interior, mas que na realidade está apenas a ser ainda mais inflamado!
Bloqueios de comunicação
Quando estamos tristes, o nosso tom de voz está enfraquecido, arrasta-se, está sem energia. Por outro lado, quando estamos ansiosos falamos rapidamente, sem pausas. E um susto pode tirar a fala!
Mas, quando amamos, falamos com tranquilidade e com carinho com a pessoa que está diante de nós e, de facto, quanto mais profundo for esse amor mais suave é o nosso tom de voz, por vezes até nem há palavras, apenas silêncio. Duas pessoas que se amam sabem estar ao lado uma da outra, comunicar no silêncio com um olhar de ternura, com um sorriso meigo, uma mão que se toca, um abraço apertado, sentindo até os pensamentos de ambas. O que está ‘impresso’ no nosso coração exprimir-se-á nas nossas palavras e atitudes. É impossível sentir amor e manifestar raiva ou o contrário, e mesmo que alguém o consiga fazer por um tempo, o verdadeiro sentimento irá surgir e se não for exteriormente irá reflectir-se no corpo da própria pessoa, por vezes, de um modo grave, quando não estamos atentos aos sinais de alerta que o corpo vai dando. Por exemplo, muitas mulheres desenvolvem nódulos na tiróide que são diagnosticados, em alguns casos, após divórcios ou momentos difíceis na vida. A nível emocional esta situação está ligada a bloqueios de comunicação, seja pela repressão dos sentimentos seja pela expressão excessiva de autoridade perante os outros. A fala é um grande Dom Divino e cabe-nos a responsabilidade de a utilizar de um modo saudável e positivo, ou não!
Desenvolvimento amor interior
Só com o desenvolvimento do amor interior por nós e pelos outros é que a nossa comunicação pode ser a expressão da linguagem do coração, mas tudo começa sempre no EU. Aprendi com Jasmuheen, que, desde 1993, se alimenta unicamente da Força Universal do Prana, uma meditação muito linda a que ela chama Olhos de Amor e deixo ao vosso critério fazerem a experiência.
Exercício:
Fechem os olhos, respirem profunda e suavemente algumas vezes. Imaginem um feixe de luz rosa, vindo do coração da Grande Mãe Divina, e inundar o vosso coração com essa luz. Sintam essa energia e amor a aumentar cada vez mais no vosso coração e depois imaginem que essa luz de amor sobe até aos vossos olhos e que aí se vai tornando mais intensa. Mantendo essa vibração, abram os olhos e olhem para as pessoas ao vosso redor, sentindo que estão a olhar para elas com os olhos do Amor de Deus.
Este exercício pode ser feito em qualquer momento ou local (excepto a conduzir, claro) e também, com a prática, pode ser feito com os olhos abertos. O importante é a concentração na vibração interior que depois se exterioriza nos olhos. Este olhar de amor é algo natural entre duas pessoas apaixonadas. Vamos fazer o exercício de nos apaixonarmos por nós e pelos outros e, sem dúvida, que muito se irá transformar à nossa volta. Deixo-vos também um desafio para colocarem em prática, pelo menos um dia por semana, e, naturalmente, irão desejar fazê-lo mais vezes, mas, pelo menos uma vez, e escrevam tudo o que forem sentindo ao longo desse dia, refiro-me a experiências boas e menos boas. Por um dia não julguem ou critiquem seja quem for. Expressem apenas palavras de apoio, amor, amizade e gratidão. Este exercício além de elevar a nossa vibração à nossa volta é um exercício de auto-conhecimento, pois vamos sendo confrontados com os nossos sentimentos interiores. Com estas sugestões podemos sentir a linguagem do coração, a linguagem da Nova Era e a Divindade que todos somos. Namasté.
Fonte: revista ZEN Setembro 2010
Há um ditado indiano que diz que quanto mais as pessoas gritam, mais longe estão do coração, e que os apaixonados não falam, apenas sussurram. Muitas vezes gritamos uns com os outros não porque sejamos surdos, mas porque o nosso coração está atolado de revolta, raiva, ódio, ressentimento e expressa-se, deste modo, estridente, ilusoriamente, para tentar apaziguar este fogo interior, mas que na realidade está apenas a ser ainda mais inflamado!
Bloqueios de comunicação
Quando estamos tristes, o nosso tom de voz está enfraquecido, arrasta-se, está sem energia. Por outro lado, quando estamos ansiosos falamos rapidamente, sem pausas. E um susto pode tirar a fala!
Mas, quando amamos, falamos com tranquilidade e com carinho com a pessoa que está diante de nós e, de facto, quanto mais profundo for esse amor mais suave é o nosso tom de voz, por vezes até nem há palavras, apenas silêncio. Duas pessoas que se amam sabem estar ao lado uma da outra, comunicar no silêncio com um olhar de ternura, com um sorriso meigo, uma mão que se toca, um abraço apertado, sentindo até os pensamentos de ambas. O que está ‘impresso’ no nosso coração exprimir-se-á nas nossas palavras e atitudes. É impossível sentir amor e manifestar raiva ou o contrário, e mesmo que alguém o consiga fazer por um tempo, o verdadeiro sentimento irá surgir e se não for exteriormente irá reflectir-se no corpo da própria pessoa, por vezes, de um modo grave, quando não estamos atentos aos sinais de alerta que o corpo vai dando. Por exemplo, muitas mulheres desenvolvem nódulos na tiróide que são diagnosticados, em alguns casos, após divórcios ou momentos difíceis na vida. A nível emocional esta situação está ligada a bloqueios de comunicação, seja pela repressão dos sentimentos seja pela expressão excessiva de autoridade perante os outros. A fala é um grande Dom Divino e cabe-nos a responsabilidade de a utilizar de um modo saudável e positivo, ou não!
Desenvolvimento amor interior
Só com o desenvolvimento do amor interior por nós e pelos outros é que a nossa comunicação pode ser a expressão da linguagem do coração, mas tudo começa sempre no EU. Aprendi com Jasmuheen, que, desde 1993, se alimenta unicamente da Força Universal do Prana, uma meditação muito linda a que ela chama Olhos de Amor e deixo ao vosso critério fazerem a experiência.
Exercício:
Fechem os olhos, respirem profunda e suavemente algumas vezes. Imaginem um feixe de luz rosa, vindo do coração da Grande Mãe Divina, e inundar o vosso coração com essa luz. Sintam essa energia e amor a aumentar cada vez mais no vosso coração e depois imaginem que essa luz de amor sobe até aos vossos olhos e que aí se vai tornando mais intensa. Mantendo essa vibração, abram os olhos e olhem para as pessoas ao vosso redor, sentindo que estão a olhar para elas com os olhos do Amor de Deus.
Este exercício pode ser feito em qualquer momento ou local (excepto a conduzir, claro) e também, com a prática, pode ser feito com os olhos abertos. O importante é a concentração na vibração interior que depois se exterioriza nos olhos. Este olhar de amor é algo natural entre duas pessoas apaixonadas. Vamos fazer o exercício de nos apaixonarmos por nós e pelos outros e, sem dúvida, que muito se irá transformar à nossa volta. Deixo-vos também um desafio para colocarem em prática, pelo menos um dia por semana, e, naturalmente, irão desejar fazê-lo mais vezes, mas, pelo menos uma vez, e escrevam tudo o que forem sentindo ao longo desse dia, refiro-me a experiências boas e menos boas. Por um dia não julguem ou critiquem seja quem for. Expressem apenas palavras de apoio, amor, amizade e gratidão. Este exercício além de elevar a nossa vibração à nossa volta é um exercício de auto-conhecimento, pois vamos sendo confrontados com os nossos sentimentos interiores. Com estas sugestões podemos sentir a linguagem do coração, a linguagem da Nova Era e a Divindade que todos somos. Namasté.
Fonte: revista ZEN Setembro 2010
A Chave Mestra da Vida - revista ZEN Novembro 2010
Cada fechadura tem uma chave específica e ao longo da nossa vida vamos encontrando várias portas para abrir. Há quem queira abrir várias portas e desvendar todos os mistérios. Há quem se contente com a única porta que abriu ao nascer e fica por aí. Mas há uma porta especial que ao ser aberta permite que todas as outras se abram facilmente. Esta porta tem uma chave especial, uma chave mestra que só entra na fechadura se colocarmos uma questão: «Quem Sou Eu?» Sem esta questão nem sequer vislumbramos a porta.
A maioria da humanidade vive num padrão de frequência Beta, ligado à sobrevivência básica, a lei do mais forte. Este padrão varia desde a luta pela vida, nos países ou zonas onde a fome é dominante, até às sociedades mais desenvolvidas em que a luta é pela posição social, a carreira, o casamento, a família, o conceito de que valemos pelo que temos e não pelo que somos. O foco está no ‘eu’, ‘meu’, e o mundo que existe resume-se aos cinco sentidos físicos. Falar sobre espiritualidade para quem vive nesta frequência é algo que não faz parte da sua realidade pessoal e é ridicularizado quem o faz.
Temos a chave na mão
Quando vamos além da sobrevivência física e começamos a analisar que a vida deve ser mais do que trabalhar para pagar contas, ou estabelecer uma família, perguntamos: «O que faço por aqui?»; «Existe algo mais?» e, especialmente, «Quem Sou EU?», eis que surge a porta. Temos a chave na mão e começa a viagem para um mundo interior ilimitado. Esta pergunta leva-nos para um padrão de frequência Alfa e encontramos a nossa Divindade Interior. Todas estas questões conectam-nos com a parte de nós que é ilimitada, omnisciente, e que está aqui como um ser Divino vivendo uma experiência humana e que deseja despertar cada vez mais. Ao pensarmos assim, estamos a estimular o nosso cérebro nos padrões da onda Alfa para uma consciência mais meditativa que abra as portas para um conhecimento mais profundo.
Neste estágio, saímos da percepção egoísta do ‘eu’ e do ‘meu’, percebendo que afinal não somos o centro do Universo, mas que existem outros com as suas necessidades e podemos viver em harmonia ou não. Na zona Alfa, percebemos que afinal não somos vítimas, mas mestres do nosso destino e mudamos as nossas atitudes pela meditação, cuidando do corpo com alimentação saudável, fazendo exercícios que nos levam a conhecer o corpo mais profundamente como o yoga, tai chi ou chi kung, começando a ter desejo de passar tempo em silêncio na Natureza e contemplá-la com carinho, a sermos mais compassivos com os outros seres humanos.
«A vida é o espelho da nossa consciência»
Começamos a compreender também que a vida é o espelho da nossa consciência. Questionamos o nosso crescimento interior, a nossa felicidade, os nossos relacionamentos e, cada vez mais temos que ser mais honestos com a nossa alma. Aqui, surgem muitas vezes as crises de meia-idade e deparamonos com ‘coincidências’ e sincronicidades que não conseguimos explicar racionalmente e vamos sendo guiados por um poder superior na vida nesta jornada. Quanto mais tempo permanecemos ancorados no padrão de frequência Alfa, mais vivemos em harmonia com todos os que nos rodeiam e vamos aprendendo a escutar e confiar na nossa voz interior ou no 6º sentido da intuição, que é a voz do nosso ser verdadeiro – a Divindade Interior. Daqui podemos passar para o padrão de frequência Teta, em que nos sentimos ‘um’ com o todo, uma consciência unificada, como se fôssemos uma pequena célula no corpo deste organismo Divino que emana amor puro. Neste campo, podemos ver Deus em tudo e todos e reconhecer a perfeição da criação, dos ciclos naturais de vida, desaparecem os sentimentos de separação e percebemos que a nossa Divindade é eterna e que a morte é apenas uma ilusão. De seguida, vem o campo de frequência Delta, este é o reino de ‘Tudo O Que É’, da consciência perfeita, do alimento do Prana.
«Quem Sou EU?»
O mais importante a reter é a reflexão que precisamos fazer sobre nós mesmos, a chave dos mistérios da vida está na nossa mão. É uma chave mestra que nos dará acesso a tudo consoante o percurso que depois quisermos percorrer. «Quem Sou EU?» A consciência da Divindade que nós somos não vem de fora, está dentro de nós. Podemos procurar muitos livros, seminários, informação da anatomia física, dos corpos subtis, dos chakras, de todas as terapias, mas enquanto não fizermos esta pergunta todo o conhecimento se torna como livros empoeirados numa estante.
A chave mestra está na nossa mão. Somos seres divinos embora, por vezes, nos possamos debater com dificuldades na vida e duvidar, mas a partir do momento em que ouvimos a resposta no nosso coração à pergunta fundamental da vida, entramos num caminho do não retorno, que pode ser mais apertado ou não, conforme nos formos libertando da carga desnecessária. «Quem Sou EU?» Perguntem a vós mesmos, mas não virem as costas, esperem para ouvir a resposta. Namasté.
Fonte: revista ZEN Novembro 2010
A maioria da humanidade vive num padrão de frequência Beta, ligado à sobrevivência básica, a lei do mais forte. Este padrão varia desde a luta pela vida, nos países ou zonas onde a fome é dominante, até às sociedades mais desenvolvidas em que a luta é pela posição social, a carreira, o casamento, a família, o conceito de que valemos pelo que temos e não pelo que somos. O foco está no ‘eu’, ‘meu’, e o mundo que existe resume-se aos cinco sentidos físicos. Falar sobre espiritualidade para quem vive nesta frequência é algo que não faz parte da sua realidade pessoal e é ridicularizado quem o faz.
Temos a chave na mão
Quando vamos além da sobrevivência física e começamos a analisar que a vida deve ser mais do que trabalhar para pagar contas, ou estabelecer uma família, perguntamos: «O que faço por aqui?»; «Existe algo mais?» e, especialmente, «Quem Sou EU?», eis que surge a porta. Temos a chave na mão e começa a viagem para um mundo interior ilimitado. Esta pergunta leva-nos para um padrão de frequência Alfa e encontramos a nossa Divindade Interior. Todas estas questões conectam-nos com a parte de nós que é ilimitada, omnisciente, e que está aqui como um ser Divino vivendo uma experiência humana e que deseja despertar cada vez mais. Ao pensarmos assim, estamos a estimular o nosso cérebro nos padrões da onda Alfa para uma consciência mais meditativa que abra as portas para um conhecimento mais profundo.
Neste estágio, saímos da percepção egoísta do ‘eu’ e do ‘meu’, percebendo que afinal não somos o centro do Universo, mas que existem outros com as suas necessidades e podemos viver em harmonia ou não. Na zona Alfa, percebemos que afinal não somos vítimas, mas mestres do nosso destino e mudamos as nossas atitudes pela meditação, cuidando do corpo com alimentação saudável, fazendo exercícios que nos levam a conhecer o corpo mais profundamente como o yoga, tai chi ou chi kung, começando a ter desejo de passar tempo em silêncio na Natureza e contemplá-la com carinho, a sermos mais compassivos com os outros seres humanos.
«A vida é o espelho da nossa consciência»
Começamos a compreender também que a vida é o espelho da nossa consciência. Questionamos o nosso crescimento interior, a nossa felicidade, os nossos relacionamentos e, cada vez mais temos que ser mais honestos com a nossa alma. Aqui, surgem muitas vezes as crises de meia-idade e deparamonos com ‘coincidências’ e sincronicidades que não conseguimos explicar racionalmente e vamos sendo guiados por um poder superior na vida nesta jornada. Quanto mais tempo permanecemos ancorados no padrão de frequência Alfa, mais vivemos em harmonia com todos os que nos rodeiam e vamos aprendendo a escutar e confiar na nossa voz interior ou no 6º sentido da intuição, que é a voz do nosso ser verdadeiro – a Divindade Interior. Daqui podemos passar para o padrão de frequência Teta, em que nos sentimos ‘um’ com o todo, uma consciência unificada, como se fôssemos uma pequena célula no corpo deste organismo Divino que emana amor puro. Neste campo, podemos ver Deus em tudo e todos e reconhecer a perfeição da criação, dos ciclos naturais de vida, desaparecem os sentimentos de separação e percebemos que a nossa Divindade é eterna e que a morte é apenas uma ilusão. De seguida, vem o campo de frequência Delta, este é o reino de ‘Tudo O Que É’, da consciência perfeita, do alimento do Prana.
«Quem Sou EU?»
O mais importante a reter é a reflexão que precisamos fazer sobre nós mesmos, a chave dos mistérios da vida está na nossa mão. É uma chave mestra que nos dará acesso a tudo consoante o percurso que depois quisermos percorrer. «Quem Sou EU?» A consciência da Divindade que nós somos não vem de fora, está dentro de nós. Podemos procurar muitos livros, seminários, informação da anatomia física, dos corpos subtis, dos chakras, de todas as terapias, mas enquanto não fizermos esta pergunta todo o conhecimento se torna como livros empoeirados numa estante.
A chave mestra está na nossa mão. Somos seres divinos embora, por vezes, nos possamos debater com dificuldades na vida e duvidar, mas a partir do momento em que ouvimos a resposta no nosso coração à pergunta fundamental da vida, entramos num caminho do não retorno, que pode ser mais apertado ou não, conforme nos formos libertando da carga desnecessária. «Quem Sou EU?» Perguntem a vós mesmos, mas não virem as costas, esperem para ouvir a resposta. Namasté.
Fonte: revista ZEN Novembro 2010
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