Buscamos incessantemente a felicidade, apaixonámo-nos, desiludimo-nos, odiámos, irritámo-nos, uma vez e outra e outra. Vivemos numa montanha russa de emoções, que tantas vezes nos roubam a paz interior.
Porquê? Aprendemos técnicas, fazemos visualizações, colocámos a lei da atracção em ‘prática’ mas parece que nada funciona. Porquê? Há várias razões:
•A auto-sabotagem. Interiormente não acreditamos nos nossos sonhos, no que somos capazes, no nosso potencial divino.
•O ego que quer ter razão a custo da própria felicidade.
•Colocarmos a nossa felicidade em bens materiais, etc.
Poderia mencionar muitas mais razões, mas o objectivo é simplificar e não ficar perdida nos enredos mentais. A razão principal da nossa infelicidade são as memórias que bloqueiam os nossos relacionamentos e impedem que os milagres aconteçam na nossa vida. Quando deixamos de lado a tagarelice mental, restabelecemos o elo com o Divino. Como é que o podemos fazer? Através do Ho’oponopono, que significa ‘tornar certo’ ou ‘corrigir um erro’ na língua original dos havaianos.
O Ho’oponopono Identidade Própria é um processo de comunicação com a Divindade desenvolvido pela Dr.ª Kahuna Simeona, que o ensinou ao Dr. Ihaleakala Hew Len.
Limpar e purificar a origem dos problemas
Ao fazer H’oponopono pedimos à Divindade para limpar, purificar a origem dos problemas que, são as memórias, e assim neutralizar a energia associada a determinada pessoa, lugar ou coisa. Desta forma, dentro de nós, o espaço limpo é preenchido pela luz e inspiração da Divindade. No Ho’oponopono não é importante saber o porquê do problema, quem é o culpado ou reviver o sofrimento. No momento em que sentimos desconforto em relação a alguma pessoa, lugar, acontecimento, podemos iniciar o processo de limpeza dizendo: «Divindade limpa em mim as memórias que me fazem vivenciar este problema. Sinto muito. Perdoa-me. Eu amo-te. Eu sou grata.» Nestas últimas podemos apenas destacar a que nos toca mais no momento. Sinto muito: às vezes fazemos ou dizemos o que não queremos e o nosso subconsciente e ADN absorvem esta informação que bloqueia a energia divina. Ao dizer sinto muito, reconhecemos que algo penetrou no nosso sistema corpormente e queremos o perdão interior pelo que aquilo nos trouxe.
Perdoa-me: nós julgamo-nos a nós mesmos. Que a Divindade me ajude a perdoar-me e libertar o amor incondicional dentro de mim. Deus não nos julga, mas nós carregamos mágoas e ressentimentos que precisam ser perdoados dentro de nós. Eu amo-te: transmuta a energia bloqueada (que é a causa do problema), e liberta o amor incondicional por mim, pela energia divina em mim e pela essência divina contida o que me antecede e está além de mim. Sou grata: por me permitir perdoar a mim própria. Grata é energia divina em mim e por a solução já estar cá. Expressão de gratidão e fé de que tudo será resolvido para o bem maior de todos os envolvidos. Para fazer este processo, basta uma pessoa: eu. O que vejo de errado nos outros também está em mim, porque nós somos todos Um, portanto quando um se cura, curam-se todos. Quando eu melhoro, o mundo melhora. A questão fundamental é: estou pronta para assumir responsabilidade? Quero assumir responsabilidade ou quero continuar a ser vítima das ‘situações exteriores?’ Bem, se quero ser feliz, nunca o serei como vítima, mas quando tomo responsabilidade todas as perspectivas mudam. Podemos pensar nestas frases ao longo de todo o dia em todas as circunstâncias que se nos apresentam e ter uma atitude mais vibrante de compreensão para tudo o que se manifesta. Embora, não seja agradável, é quando as memórias se manifestam que temos oportunidade de as limpar, caso contrário mantêm-se a minar a nossa vida e impedir a nossa paz interior e felicidade. Por isso podemos dizer «Eu amo-vos memórias! Sou grata pela oportunidade de vos libertar» e ver o que acontece no nosso interior. De certeza que a Divindade sorri em nós nesse momento.
Limpe as suas memórias
Em situações mais difíceis, também podemos fazer a Oração ensinada pela Dr.ª Simeona: «Divino Criador, pai, mãe, filho em um… Se eu, a minha família, os meus familiares, os meus antepassados, ofendemos a sua família, parentes e antepassados em pensamentos, palavras e acções do início da nossa criação até ao presente, pedimos o seu perdão…. deixe isto limpar, purificar, libertar, cortar todas as memórias, bloqueios, energias e vibrações negativas e transmute estas energias indesejáveis em pura luz… assim está feito.» Todos nós compartilhámos as mesmas memórias e ao serem neutralizadas em nós também o são nas outras pessoas. Portanto, a necessidade de convencer, justificar, converter e curar o próximo são jogos mentais da Mente Consciente que quer controlar resultados. Ser 100% responsável é uma jornada difícil, porque estamos sempre à procura de um culpado e não percebemos que a origem do problema está sempre dentro de nós. O Ho’oponopono é simples, confia, entrega ao cuidado da Divindade. E assim encontramos a tão desejada paz no nosso interior e o Divino é perfeito no seu trabalho. Depois das memórias limpas, podemos encontrar quem a Divindade criou — um ser puro de coração. Eu sou muito grata!
Fonte: revista ZEN Maio 2010
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Ho’oponopono - ZEN Maio 2010
A dinâmica da alimentação infantil na Nova Era - ZEN Junho 2010
As crianças são sempre a esperança de um futuro melhor, mais positivo e mais brilhante para cada geração ao longo da história. Mas hoje vivemos num época sem precedentes que vê nascer a cada dia crianças com uma vibração muito elevada e uma luz espiritual belíssima. São as crianças índigo e cristal, cuja missão é trazer Luz e Amor incondicional às nossas vidas e um novo olhar sobre a vida.
A sua sensibilidade é muito apurada e expressa-se em todos os níveis. Neste texto vou apenas abordar alguns aspectos sobre o campo da alimentação.
Já foram conduzidas várias experiências com crianças que estando doentes escolhiam os alimentos mais benéficos para o seu estado de saúde, deixando de lado os que não são saudáveis. Isto mostra-nos que a sabedoria interior da criança é facilmente guiada no caminho correcto se isso lhe for proporcionado.Infelizmente, muitas vezes insiste-se com as crianças para comerem alimentos que elas naturalmente rejeitam, mas é ‘preciso’ seguir os padrões instituídos. Isto acontece sobretudo com a carne e os lacticínios.
A saúde das crianças
As crianças índigo e cristal são muito sensíveis ao sofrimento dos animais e têm tendência a rejeitar a carne, mesmo pela vibração elevada que possuem não querem alimentos de vibração densa. Em geral, preferem peixe e pontualmente frango ou peru, assim como também não são adeptos de lacticínios em excesso. Muitas vezes isto é um factor de preocupação para os pais, mas se elas tiverem uma alimentação equilibrada terão todos os nutrientes para crescerem saudáveis. Precisamos de repensar seriamente os padrões alimentares perante factos que surgem diante dos nossos olhos diariamente. Quando somos informados que cerca de 50 crianças (e até bebés) são vítimas de AVC por ano, precisamos de nos questionar. Perante a epidemia de diabetes, cancro, obesidade, doenças nas crianças, precisamos de nos questionar! A saúde das crianças, excluindo factores genéticos e ambientais, vai depender do que elas comem. Não podemos esperar que seja tarde demais para questionar. Em matéria de saúde, cada um de nós é o principal interessado na mesma, não é a indústria alimentar, nem a indústria farmacêutica!
Sugestões práticas para crianças e famílias
É importante que os pais sejam o exemplo para os filhos, pois dizer «olha para o que eu digo e não para o que eu faço», não resulta com a apurada inteligência, sabedoria e intuição destas crianças que quando nos olham, lêem a nossa alma. Deixo algumas sugestões práticas para as crianças e para toda a família:
1.Diminuir o consumo de carnes vermelhas ou evitá-las totalmente.
2.Lacticínios em excesso impedem que as crianças comam mais fruta e legumes.
3.O leite de amêndoas (feito em casa) é uma excelente fonte de cálcio (superior ao leite de vaca) e proteínas, ao qual pode ser adicionado fruta constituindo assim um pequeno-almoço ou lanche muito nutritivo.
4.Não são necessárias bebidas como cola, refrigerantes ou chás com açúcar que apenas viciam o paladar e contribuem para a obesidade. Um sumo de cenoura simples, ou com um pouco de maçã, ou com uma folha de couve-galega é a bebida ideal para uma criança ao almoço ou jantar, especialmente se tiver alguma resistência aos legumes. A couve-galega por cada 100gr, contém 676mg de cálcio, enquanto o leite de vaca contém 123mg. Estes dados encontram-se na Tabela de Alimentos do Instituto Ricardo Jorge.
5.Mousses de chocolate podem ser substituídas por abacate ou banana triturada à qual se pode adicionar um pouco de cacau magro, ou um pouco de farinha de alfarroba, podendo ser consumida fresquinha numa tarde de Verão não viciando o paladar. Quando as crianças provam este tipo de sabor preferem-no aos doces artificiais e é muito mais saudável.
6.Por fim, a questão dos legumes que levanta quase sempre uma pequena batalha alimentar entre pais e filhos. De novo, em primeiro lugar, os pais precisam de ser exemplo, pois a aceitação de novos sabores para a criança é facilitada quando sente que os familiares gostam desses mesmos alimentos. Por vezes, facilita uma pequena recompensa para estimular o consumo de legumes, mas deve ser algo que não seja um alimento: uma ida ao parque, ao cinema, um brinquedo. Seja recompensa for um doce vai acentuar o desagrado pelos legumes. Outro aspecto é tentar repetidamente dar o mesmo legume, pois em geral a atitude mais comum é a rejeição imediata a algo novo e a imposição ou castigo não surte nenhum efeito positivo, pelo contrário. Contudo, colocar no prato esse legume com frequência vai ajudar a que a criança se adapte a vêlo e naturalmente irá comer. Também é importante criar histórias divertidas à volta dos legumes, por exemplo, a história do Popeye e dos espinafres, encontrar exemplo de crianças que são desportistas, actores e que comem legumes ajuda a incentivar o desejo de comer verduras para seguir o exemplo do seu ‘ídolo’. Variar a forma de cozinhar legumes também é fundamental: cozidos no vapor (ficam saborosos e não perdem os sais minerais, não sendo assim necessário utilizar sal), grelhados, salteados, assados, em sumos, em purés (por exemplo, puré de cenoura, abóbora, brócolos).
Fonte: revista ZEN Junho 2010
A sua sensibilidade é muito apurada e expressa-se em todos os níveis. Neste texto vou apenas abordar alguns aspectos sobre o campo da alimentação.
Já foram conduzidas várias experiências com crianças que estando doentes escolhiam os alimentos mais benéficos para o seu estado de saúde, deixando de lado os que não são saudáveis. Isto mostra-nos que a sabedoria interior da criança é facilmente guiada no caminho correcto se isso lhe for proporcionado.Infelizmente, muitas vezes insiste-se com as crianças para comerem alimentos que elas naturalmente rejeitam, mas é ‘preciso’ seguir os padrões instituídos. Isto acontece sobretudo com a carne e os lacticínios.
A saúde das crianças
As crianças índigo e cristal são muito sensíveis ao sofrimento dos animais e têm tendência a rejeitar a carne, mesmo pela vibração elevada que possuem não querem alimentos de vibração densa. Em geral, preferem peixe e pontualmente frango ou peru, assim como também não são adeptos de lacticínios em excesso. Muitas vezes isto é um factor de preocupação para os pais, mas se elas tiverem uma alimentação equilibrada terão todos os nutrientes para crescerem saudáveis. Precisamos de repensar seriamente os padrões alimentares perante factos que surgem diante dos nossos olhos diariamente. Quando somos informados que cerca de 50 crianças (e até bebés) são vítimas de AVC por ano, precisamos de nos questionar. Perante a epidemia de diabetes, cancro, obesidade, doenças nas crianças, precisamos de nos questionar! A saúde das crianças, excluindo factores genéticos e ambientais, vai depender do que elas comem. Não podemos esperar que seja tarde demais para questionar. Em matéria de saúde, cada um de nós é o principal interessado na mesma, não é a indústria alimentar, nem a indústria farmacêutica!
Sugestões práticas para crianças e famílias
É importante que os pais sejam o exemplo para os filhos, pois dizer «olha para o que eu digo e não para o que eu faço», não resulta com a apurada inteligência, sabedoria e intuição destas crianças que quando nos olham, lêem a nossa alma. Deixo algumas sugestões práticas para as crianças e para toda a família:
1.Diminuir o consumo de carnes vermelhas ou evitá-las totalmente.
2.Lacticínios em excesso impedem que as crianças comam mais fruta e legumes.
3.O leite de amêndoas (feito em casa) é uma excelente fonte de cálcio (superior ao leite de vaca) e proteínas, ao qual pode ser adicionado fruta constituindo assim um pequeno-almoço ou lanche muito nutritivo.
4.Não são necessárias bebidas como cola, refrigerantes ou chás com açúcar que apenas viciam o paladar e contribuem para a obesidade. Um sumo de cenoura simples, ou com um pouco de maçã, ou com uma folha de couve-galega é a bebida ideal para uma criança ao almoço ou jantar, especialmente se tiver alguma resistência aos legumes. A couve-galega por cada 100gr, contém 676mg de cálcio, enquanto o leite de vaca contém 123mg. Estes dados encontram-se na Tabela de Alimentos do Instituto Ricardo Jorge.
5.Mousses de chocolate podem ser substituídas por abacate ou banana triturada à qual se pode adicionar um pouco de cacau magro, ou um pouco de farinha de alfarroba, podendo ser consumida fresquinha numa tarde de Verão não viciando o paladar. Quando as crianças provam este tipo de sabor preferem-no aos doces artificiais e é muito mais saudável.
6.Por fim, a questão dos legumes que levanta quase sempre uma pequena batalha alimentar entre pais e filhos. De novo, em primeiro lugar, os pais precisam de ser exemplo, pois a aceitação de novos sabores para a criança é facilitada quando sente que os familiares gostam desses mesmos alimentos. Por vezes, facilita uma pequena recompensa para estimular o consumo de legumes, mas deve ser algo que não seja um alimento: uma ida ao parque, ao cinema, um brinquedo. Seja recompensa for um doce vai acentuar o desagrado pelos legumes. Outro aspecto é tentar repetidamente dar o mesmo legume, pois em geral a atitude mais comum é a rejeição imediata a algo novo e a imposição ou castigo não surte nenhum efeito positivo, pelo contrário. Contudo, colocar no prato esse legume com frequência vai ajudar a que a criança se adapte a vêlo e naturalmente irá comer. Também é importante criar histórias divertidas à volta dos legumes, por exemplo, a história do Popeye e dos espinafres, encontrar exemplo de crianças que são desportistas, actores e que comem legumes ajuda a incentivar o desejo de comer verduras para seguir o exemplo do seu ‘ídolo’. Variar a forma de cozinhar legumes também é fundamental: cozidos no vapor (ficam saborosos e não perdem os sais minerais, não sendo assim necessário utilizar sal), grelhados, salteados, assados, em sumos, em purés (por exemplo, puré de cenoura, abóbora, brócolos).
Fonte: revista ZEN Junho 2010
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Ame-se - ZEN Julho 2010
«Bem-me-quer, Mal-me-quer! Bem-me-quer, Mal-me-quer». Esta ladainha era pronunciada vezes sem conta e o malmequer ia sendo desfolhado até dar a resposta tão desejada: BEM-ME-QUER. Este era um inocente jogo feito na minha infância com as amiguinhas na escola para ver se algum rapaz gostava de nós. Na nossa inocência e ingenuidade íamos desfolhando as belas flores, sem perceber ilusões que íamos criando.
Pela vida fora, vamos desfolhando belas partes do nosso ser, na esperança de sermos amados, não compreendendo que todo o amor existe em nós ou deveria existir. O mundo exterior é o nosso reflexo.
Procuramos compensar a nossa falta de auto-estima, melhor dizendo, auto-amor, o amor por nós, por estes seres belos e divinos que somos, com relacionamentos nos quais damos tudo, ansiando por carinho, cumplicidade, respeito, amor. E tantas vezes, o retorno está muito longe do desejado e depois ficamos tristes, deprimidos e os relacionamentos vão-se deteriorando.
Respeite-se e ame-se
Um relacionamento feliz, seja conjugal, paternal, filial, com amigos, requer, como premissa principal, o respeito e amor por mim. Se me amar e respeitar, vou respeitar os outros também e não querer que eles ajam em função das minhas necessidades ou das minhas carências afectivas. Há dois mil anos, Jesus disse que o Mandamento principal era «Amar o próximo como a nós mesmos e a Deus acima de todas as coisas». Ou seja, se não me amar, nem mesmo a Deus, serei capaz de amar, o que faz todo o sentido. Se eu sinto que Deus me criou, ou que sou um ser divino como posso não me amar, como posso eu estar perante a Fonte da Vida, sem amor por mim?
Todo o processo de mudança tem que ser sentido
Para que esta mudança se processe, há uma pergunta fundamental: «Quem Sou Eu?». Esta é a chave que muda a nossa vida e a frequência do nosso padrão cerebral, mas a resposta só eu a posso encontrar. Do mesmo modo como quando se diz a alguém que é muito bonita, se a sua auto-estima for baixa essa pessoa não vai acreditar. Se eu disse a alguém que é um ser divino, se esta pessoa não o sentir, não irá acreditar e nada se altera. Por isso, todo o processo de mudança é individual e tem que ser sentido no coração. Podemos falar de muitas técnicas mentais para elevar a auto-estima, melhorar a imagem, emagrecer, cirurgias estéticas mas, em última análise, nenhuma vai funcionar se não acontecer o clik interior do coração que acorda para a vida e para a sua divindade e aí surge a Primavera e nenhum malmequer tem que ser desfolhado, pois sabemos que todos nos querem bem, e que todo o Universo conspira a nosso favor, a cada segundo que passa, para o nosso Bem Superior. No silêncio de cada amanhecer, escutem a voz que vos saúda para um novo e belo dia, pois é a vossa Divindade Interior que vos sussurra palavras de amor ansiando que possam acordar verdadeiramente para essa essência divina e maravilhosa que cada ser humano é, à face de todo este planeta. Escutem o silêncio, sigam a vossa intuição sem medo, o caminho está diante de vós e a Divindade abraça-vos.
Namastê.
Fonte: revista ZEN Julho 2010
Pela vida fora, vamos desfolhando belas partes do nosso ser, na esperança de sermos amados, não compreendendo que todo o amor existe em nós ou deveria existir. O mundo exterior é o nosso reflexo.
Procuramos compensar a nossa falta de auto-estima, melhor dizendo, auto-amor, o amor por nós, por estes seres belos e divinos que somos, com relacionamentos nos quais damos tudo, ansiando por carinho, cumplicidade, respeito, amor. E tantas vezes, o retorno está muito longe do desejado e depois ficamos tristes, deprimidos e os relacionamentos vão-se deteriorando.
Respeite-se e ame-se
Um relacionamento feliz, seja conjugal, paternal, filial, com amigos, requer, como premissa principal, o respeito e amor por mim. Se me amar e respeitar, vou respeitar os outros também e não querer que eles ajam em função das minhas necessidades ou das minhas carências afectivas. Há dois mil anos, Jesus disse que o Mandamento principal era «Amar o próximo como a nós mesmos e a Deus acima de todas as coisas». Ou seja, se não me amar, nem mesmo a Deus, serei capaz de amar, o que faz todo o sentido. Se eu sinto que Deus me criou, ou que sou um ser divino como posso não me amar, como posso eu estar perante a Fonte da Vida, sem amor por mim?
Todo o processo de mudança tem que ser sentido
Para que esta mudança se processe, há uma pergunta fundamental: «Quem Sou Eu?». Esta é a chave que muda a nossa vida e a frequência do nosso padrão cerebral, mas a resposta só eu a posso encontrar. Do mesmo modo como quando se diz a alguém que é muito bonita, se a sua auto-estima for baixa essa pessoa não vai acreditar. Se eu disse a alguém que é um ser divino, se esta pessoa não o sentir, não irá acreditar e nada se altera. Por isso, todo o processo de mudança é individual e tem que ser sentido no coração. Podemos falar de muitas técnicas mentais para elevar a auto-estima, melhorar a imagem, emagrecer, cirurgias estéticas mas, em última análise, nenhuma vai funcionar se não acontecer o clik interior do coração que acorda para a vida e para a sua divindade e aí surge a Primavera e nenhum malmequer tem que ser desfolhado, pois sabemos que todos nos querem bem, e que todo o Universo conspira a nosso favor, a cada segundo que passa, para o nosso Bem Superior. No silêncio de cada amanhecer, escutem a voz que vos saúda para um novo e belo dia, pois é a vossa Divindade Interior que vos sussurra palavras de amor ansiando que possam acordar verdadeiramente para essa essência divina e maravilhosa que cada ser humano é, à face de todo este planeta. Escutem o silêncio, sigam a vossa intuição sem medo, o caminho está diante de vós e a Divindade abraça-vos.
Namastê.
Fonte: revista ZEN Julho 2010
A Linguagem do Coração - revista ZEN Setembro 2010
Desde que não haja alguma deficiência ou problema de saúde todos falamos. Falar é fácil, até dos mais diversos assuntos, independentemente do grau académico, idade e cultura. Todos opinamos e, às vezes, até demais. Mas, será que realmente comunicamos uns com os outros? E a que nível o fazemos?
Há um ditado indiano que diz que quanto mais as pessoas gritam, mais longe estão do coração, e que os apaixonados não falam, apenas sussurram. Muitas vezes gritamos uns com os outros não porque sejamos surdos, mas porque o nosso coração está atolado de revolta, raiva, ódio, ressentimento e expressa-se, deste modo, estridente, ilusoriamente, para tentar apaziguar este fogo interior, mas que na realidade está apenas a ser ainda mais inflamado!
Bloqueios de comunicação
Quando estamos tristes, o nosso tom de voz está enfraquecido, arrasta-se, está sem energia. Por outro lado, quando estamos ansiosos falamos rapidamente, sem pausas. E um susto pode tirar a fala!
Mas, quando amamos, falamos com tranquilidade e com carinho com a pessoa que está diante de nós e, de facto, quanto mais profundo for esse amor mais suave é o nosso tom de voz, por vezes até nem há palavras, apenas silêncio. Duas pessoas que se amam sabem estar ao lado uma da outra, comunicar no silêncio com um olhar de ternura, com um sorriso meigo, uma mão que se toca, um abraço apertado, sentindo até os pensamentos de ambas. O que está ‘impresso’ no nosso coração exprimir-se-á nas nossas palavras e atitudes. É impossível sentir amor e manifestar raiva ou o contrário, e mesmo que alguém o consiga fazer por um tempo, o verdadeiro sentimento irá surgir e se não for exteriormente irá reflectir-se no corpo da própria pessoa, por vezes, de um modo grave, quando não estamos atentos aos sinais de alerta que o corpo vai dando. Por exemplo, muitas mulheres desenvolvem nódulos na tiróide que são diagnosticados, em alguns casos, após divórcios ou momentos difíceis na vida. A nível emocional esta situação está ligada a bloqueios de comunicação, seja pela repressão dos sentimentos seja pela expressão excessiva de autoridade perante os outros. A fala é um grande Dom Divino e cabe-nos a responsabilidade de a utilizar de um modo saudável e positivo, ou não!
Desenvolvimento amor interior
Só com o desenvolvimento do amor interior por nós e pelos outros é que a nossa comunicação pode ser a expressão da linguagem do coração, mas tudo começa sempre no EU. Aprendi com Jasmuheen, que, desde 1993, se alimenta unicamente da Força Universal do Prana, uma meditação muito linda a que ela chama Olhos de Amor e deixo ao vosso critério fazerem a experiência.
Exercício:
Fechem os olhos, respirem profunda e suavemente algumas vezes. Imaginem um feixe de luz rosa, vindo do coração da Grande Mãe Divina, e inundar o vosso coração com essa luz. Sintam essa energia e amor a aumentar cada vez mais no vosso coração e depois imaginem que essa luz de amor sobe até aos vossos olhos e que aí se vai tornando mais intensa. Mantendo essa vibração, abram os olhos e olhem para as pessoas ao vosso redor, sentindo que estão a olhar para elas com os olhos do Amor de Deus.
Este exercício pode ser feito em qualquer momento ou local (excepto a conduzir, claro) e também, com a prática, pode ser feito com os olhos abertos. O importante é a concentração na vibração interior que depois se exterioriza nos olhos. Este olhar de amor é algo natural entre duas pessoas apaixonadas. Vamos fazer o exercício de nos apaixonarmos por nós e pelos outros e, sem dúvida, que muito se irá transformar à nossa volta. Deixo-vos também um desafio para colocarem em prática, pelo menos um dia por semana, e, naturalmente, irão desejar fazê-lo mais vezes, mas, pelo menos uma vez, e escrevam tudo o que forem sentindo ao longo desse dia, refiro-me a experiências boas e menos boas. Por um dia não julguem ou critiquem seja quem for. Expressem apenas palavras de apoio, amor, amizade e gratidão. Este exercício além de elevar a nossa vibração à nossa volta é um exercício de auto-conhecimento, pois vamos sendo confrontados com os nossos sentimentos interiores. Com estas sugestões podemos sentir a linguagem do coração, a linguagem da Nova Era e a Divindade que todos somos. Namasté.
Fonte: revista ZEN Setembro 2010
Há um ditado indiano que diz que quanto mais as pessoas gritam, mais longe estão do coração, e que os apaixonados não falam, apenas sussurram. Muitas vezes gritamos uns com os outros não porque sejamos surdos, mas porque o nosso coração está atolado de revolta, raiva, ódio, ressentimento e expressa-se, deste modo, estridente, ilusoriamente, para tentar apaziguar este fogo interior, mas que na realidade está apenas a ser ainda mais inflamado!
Bloqueios de comunicação
Quando estamos tristes, o nosso tom de voz está enfraquecido, arrasta-se, está sem energia. Por outro lado, quando estamos ansiosos falamos rapidamente, sem pausas. E um susto pode tirar a fala!
Mas, quando amamos, falamos com tranquilidade e com carinho com a pessoa que está diante de nós e, de facto, quanto mais profundo for esse amor mais suave é o nosso tom de voz, por vezes até nem há palavras, apenas silêncio. Duas pessoas que se amam sabem estar ao lado uma da outra, comunicar no silêncio com um olhar de ternura, com um sorriso meigo, uma mão que se toca, um abraço apertado, sentindo até os pensamentos de ambas. O que está ‘impresso’ no nosso coração exprimir-se-á nas nossas palavras e atitudes. É impossível sentir amor e manifestar raiva ou o contrário, e mesmo que alguém o consiga fazer por um tempo, o verdadeiro sentimento irá surgir e se não for exteriormente irá reflectir-se no corpo da própria pessoa, por vezes, de um modo grave, quando não estamos atentos aos sinais de alerta que o corpo vai dando. Por exemplo, muitas mulheres desenvolvem nódulos na tiróide que são diagnosticados, em alguns casos, após divórcios ou momentos difíceis na vida. A nível emocional esta situação está ligada a bloqueios de comunicação, seja pela repressão dos sentimentos seja pela expressão excessiva de autoridade perante os outros. A fala é um grande Dom Divino e cabe-nos a responsabilidade de a utilizar de um modo saudável e positivo, ou não!
Desenvolvimento amor interior
Só com o desenvolvimento do amor interior por nós e pelos outros é que a nossa comunicação pode ser a expressão da linguagem do coração, mas tudo começa sempre no EU. Aprendi com Jasmuheen, que, desde 1993, se alimenta unicamente da Força Universal do Prana, uma meditação muito linda a que ela chama Olhos de Amor e deixo ao vosso critério fazerem a experiência.
Exercício:
Fechem os olhos, respirem profunda e suavemente algumas vezes. Imaginem um feixe de luz rosa, vindo do coração da Grande Mãe Divina, e inundar o vosso coração com essa luz. Sintam essa energia e amor a aumentar cada vez mais no vosso coração e depois imaginem que essa luz de amor sobe até aos vossos olhos e que aí se vai tornando mais intensa. Mantendo essa vibração, abram os olhos e olhem para as pessoas ao vosso redor, sentindo que estão a olhar para elas com os olhos do Amor de Deus.
Este exercício pode ser feito em qualquer momento ou local (excepto a conduzir, claro) e também, com a prática, pode ser feito com os olhos abertos. O importante é a concentração na vibração interior que depois se exterioriza nos olhos. Este olhar de amor é algo natural entre duas pessoas apaixonadas. Vamos fazer o exercício de nos apaixonarmos por nós e pelos outros e, sem dúvida, que muito se irá transformar à nossa volta. Deixo-vos também um desafio para colocarem em prática, pelo menos um dia por semana, e, naturalmente, irão desejar fazê-lo mais vezes, mas, pelo menos uma vez, e escrevam tudo o que forem sentindo ao longo desse dia, refiro-me a experiências boas e menos boas. Por um dia não julguem ou critiquem seja quem for. Expressem apenas palavras de apoio, amor, amizade e gratidão. Este exercício além de elevar a nossa vibração à nossa volta é um exercício de auto-conhecimento, pois vamos sendo confrontados com os nossos sentimentos interiores. Com estas sugestões podemos sentir a linguagem do coração, a linguagem da Nova Era e a Divindade que todos somos. Namasté.
Fonte: revista ZEN Setembro 2010
A Chave Mestra da Vida - revista ZEN Novembro 2010
Cada fechadura tem uma chave específica e ao longo da nossa vida vamos encontrando várias portas para abrir. Há quem queira abrir várias portas e desvendar todos os mistérios. Há quem se contente com a única porta que abriu ao nascer e fica por aí. Mas há uma porta especial que ao ser aberta permite que todas as outras se abram facilmente. Esta porta tem uma chave especial, uma chave mestra que só entra na fechadura se colocarmos uma questão: «Quem Sou Eu?» Sem esta questão nem sequer vislumbramos a porta.
A maioria da humanidade vive num padrão de frequência Beta, ligado à sobrevivência básica, a lei do mais forte. Este padrão varia desde a luta pela vida, nos países ou zonas onde a fome é dominante, até às sociedades mais desenvolvidas em que a luta é pela posição social, a carreira, o casamento, a família, o conceito de que valemos pelo que temos e não pelo que somos. O foco está no ‘eu’, ‘meu’, e o mundo que existe resume-se aos cinco sentidos físicos. Falar sobre espiritualidade para quem vive nesta frequência é algo que não faz parte da sua realidade pessoal e é ridicularizado quem o faz.
Temos a chave na mão
Quando vamos além da sobrevivência física e começamos a analisar que a vida deve ser mais do que trabalhar para pagar contas, ou estabelecer uma família, perguntamos: «O que faço por aqui?»; «Existe algo mais?» e, especialmente, «Quem Sou EU?», eis que surge a porta. Temos a chave na mão e começa a viagem para um mundo interior ilimitado. Esta pergunta leva-nos para um padrão de frequência Alfa e encontramos a nossa Divindade Interior. Todas estas questões conectam-nos com a parte de nós que é ilimitada, omnisciente, e que está aqui como um ser Divino vivendo uma experiência humana e que deseja despertar cada vez mais. Ao pensarmos assim, estamos a estimular o nosso cérebro nos padrões da onda Alfa para uma consciência mais meditativa que abra as portas para um conhecimento mais profundo.
Neste estágio, saímos da percepção egoísta do ‘eu’ e do ‘meu’, percebendo que afinal não somos o centro do Universo, mas que existem outros com as suas necessidades e podemos viver em harmonia ou não. Na zona Alfa, percebemos que afinal não somos vítimas, mas mestres do nosso destino e mudamos as nossas atitudes pela meditação, cuidando do corpo com alimentação saudável, fazendo exercícios que nos levam a conhecer o corpo mais profundamente como o yoga, tai chi ou chi kung, começando a ter desejo de passar tempo em silêncio na Natureza e contemplá-la com carinho, a sermos mais compassivos com os outros seres humanos.
«A vida é o espelho da nossa consciência»
Começamos a compreender também que a vida é o espelho da nossa consciência. Questionamos o nosso crescimento interior, a nossa felicidade, os nossos relacionamentos e, cada vez mais temos que ser mais honestos com a nossa alma. Aqui, surgem muitas vezes as crises de meia-idade e deparamonos com ‘coincidências’ e sincronicidades que não conseguimos explicar racionalmente e vamos sendo guiados por um poder superior na vida nesta jornada. Quanto mais tempo permanecemos ancorados no padrão de frequência Alfa, mais vivemos em harmonia com todos os que nos rodeiam e vamos aprendendo a escutar e confiar na nossa voz interior ou no 6º sentido da intuição, que é a voz do nosso ser verdadeiro – a Divindade Interior. Daqui podemos passar para o padrão de frequência Teta, em que nos sentimos ‘um’ com o todo, uma consciência unificada, como se fôssemos uma pequena célula no corpo deste organismo Divino que emana amor puro. Neste campo, podemos ver Deus em tudo e todos e reconhecer a perfeição da criação, dos ciclos naturais de vida, desaparecem os sentimentos de separação e percebemos que a nossa Divindade é eterna e que a morte é apenas uma ilusão. De seguida, vem o campo de frequência Delta, este é o reino de ‘Tudo O Que É’, da consciência perfeita, do alimento do Prana.
«Quem Sou EU?»
O mais importante a reter é a reflexão que precisamos fazer sobre nós mesmos, a chave dos mistérios da vida está na nossa mão. É uma chave mestra que nos dará acesso a tudo consoante o percurso que depois quisermos percorrer. «Quem Sou EU?» A consciência da Divindade que nós somos não vem de fora, está dentro de nós. Podemos procurar muitos livros, seminários, informação da anatomia física, dos corpos subtis, dos chakras, de todas as terapias, mas enquanto não fizermos esta pergunta todo o conhecimento se torna como livros empoeirados numa estante.
A chave mestra está na nossa mão. Somos seres divinos embora, por vezes, nos possamos debater com dificuldades na vida e duvidar, mas a partir do momento em que ouvimos a resposta no nosso coração à pergunta fundamental da vida, entramos num caminho do não retorno, que pode ser mais apertado ou não, conforme nos formos libertando da carga desnecessária. «Quem Sou EU?» Perguntem a vós mesmos, mas não virem as costas, esperem para ouvir a resposta. Namasté.
Fonte: revista ZEN Novembro 2010
A maioria da humanidade vive num padrão de frequência Beta, ligado à sobrevivência básica, a lei do mais forte. Este padrão varia desde a luta pela vida, nos países ou zonas onde a fome é dominante, até às sociedades mais desenvolvidas em que a luta é pela posição social, a carreira, o casamento, a família, o conceito de que valemos pelo que temos e não pelo que somos. O foco está no ‘eu’, ‘meu’, e o mundo que existe resume-se aos cinco sentidos físicos. Falar sobre espiritualidade para quem vive nesta frequência é algo que não faz parte da sua realidade pessoal e é ridicularizado quem o faz.
Temos a chave na mão
Quando vamos além da sobrevivência física e começamos a analisar que a vida deve ser mais do que trabalhar para pagar contas, ou estabelecer uma família, perguntamos: «O que faço por aqui?»; «Existe algo mais?» e, especialmente, «Quem Sou EU?», eis que surge a porta. Temos a chave na mão e começa a viagem para um mundo interior ilimitado. Esta pergunta leva-nos para um padrão de frequência Alfa e encontramos a nossa Divindade Interior. Todas estas questões conectam-nos com a parte de nós que é ilimitada, omnisciente, e que está aqui como um ser Divino vivendo uma experiência humana e que deseja despertar cada vez mais. Ao pensarmos assim, estamos a estimular o nosso cérebro nos padrões da onda Alfa para uma consciência mais meditativa que abra as portas para um conhecimento mais profundo.
Neste estágio, saímos da percepção egoísta do ‘eu’ e do ‘meu’, percebendo que afinal não somos o centro do Universo, mas que existem outros com as suas necessidades e podemos viver em harmonia ou não. Na zona Alfa, percebemos que afinal não somos vítimas, mas mestres do nosso destino e mudamos as nossas atitudes pela meditação, cuidando do corpo com alimentação saudável, fazendo exercícios que nos levam a conhecer o corpo mais profundamente como o yoga, tai chi ou chi kung, começando a ter desejo de passar tempo em silêncio na Natureza e contemplá-la com carinho, a sermos mais compassivos com os outros seres humanos.
«A vida é o espelho da nossa consciência»
Começamos a compreender também que a vida é o espelho da nossa consciência. Questionamos o nosso crescimento interior, a nossa felicidade, os nossos relacionamentos e, cada vez mais temos que ser mais honestos com a nossa alma. Aqui, surgem muitas vezes as crises de meia-idade e deparamonos com ‘coincidências’ e sincronicidades que não conseguimos explicar racionalmente e vamos sendo guiados por um poder superior na vida nesta jornada. Quanto mais tempo permanecemos ancorados no padrão de frequência Alfa, mais vivemos em harmonia com todos os que nos rodeiam e vamos aprendendo a escutar e confiar na nossa voz interior ou no 6º sentido da intuição, que é a voz do nosso ser verdadeiro – a Divindade Interior. Daqui podemos passar para o padrão de frequência Teta, em que nos sentimos ‘um’ com o todo, uma consciência unificada, como se fôssemos uma pequena célula no corpo deste organismo Divino que emana amor puro. Neste campo, podemos ver Deus em tudo e todos e reconhecer a perfeição da criação, dos ciclos naturais de vida, desaparecem os sentimentos de separação e percebemos que a nossa Divindade é eterna e que a morte é apenas uma ilusão. De seguida, vem o campo de frequência Delta, este é o reino de ‘Tudo O Que É’, da consciência perfeita, do alimento do Prana.
«Quem Sou EU?»
O mais importante a reter é a reflexão que precisamos fazer sobre nós mesmos, a chave dos mistérios da vida está na nossa mão. É uma chave mestra que nos dará acesso a tudo consoante o percurso que depois quisermos percorrer. «Quem Sou EU?» A consciência da Divindade que nós somos não vem de fora, está dentro de nós. Podemos procurar muitos livros, seminários, informação da anatomia física, dos corpos subtis, dos chakras, de todas as terapias, mas enquanto não fizermos esta pergunta todo o conhecimento se torna como livros empoeirados numa estante.
A chave mestra está na nossa mão. Somos seres divinos embora, por vezes, nos possamos debater com dificuldades na vida e duvidar, mas a partir do momento em que ouvimos a resposta no nosso coração à pergunta fundamental da vida, entramos num caminho do não retorno, que pode ser mais apertado ou não, conforme nos formos libertando da carga desnecessária. «Quem Sou EU?» Perguntem a vós mesmos, mas não virem as costas, esperem para ouvir a resposta. Namasté.
Fonte: revista ZEN Novembro 2010
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