Mostrar mensagens com a etiqueta feijão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta feijão. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Feijão à Moda Ser Vegana (vegana)



Feijão à Moda Ser Vegana (vegana)

Ingredientes

250 g de feijão vermelho (demolhado de um dia para o outro)
1 e 1/2 xícara de abóbora picada
1/2 xícara de nabo picado
1/2 xícara de cenoura picada
1/2 xícara de broto de bambu cozido picado
2 salsichas vegetais picadas em pedaços grandes
1/4 de xícara de tofu defumado picado em pedaços médios
1 folha de louro grande
2 dentes de alho grandes picados
1/2 cebola picada
1/2 xícara de tofu firme picado
Azeite a gosto
Sal a gosto

Preparo

Escorra o feijão que ficou de um dia para o outro na água. Coloque nova água, acrescente sal e cozinhe até estar mole (na pressão é rápido). Em outra panela, refogue o alho e a cebola. Acrescente o tofu defumado, a salsicha, o nabo, a cenoura o tofu firme e a abóbora. Deixe que os sabores se fundam por uns minutinhos. Acrescente o feijão, com a água do cozimento. Acrescente o louro e deixe ferver até que os legumes estejam bem moles e o caldo esteja grosso. Sirva.

Fonte: Receita e foto do blog Ser Vegana

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Alimentos que provocam Gases

Alguns alimentos podem provocam mais gases do que outros causando desconforto e constrangimento para os indivíduos com esse problema. Alguns exemplos de alimentos que provocam gases são:

 Feijão, repolho e couve;
 Brócolis, cebola e cenoura;
 Damascos e bananas;
 Soja, espinafre e rabanetes;
Cerveja e bebidas com gás.

Evitar o consumo desses alimentos ajuda a diminuir o problema dos gases, assim como beber bastante líquido.

Remédio natural contra gases

Um excelente remédio natural contra gases é o chá de funcho pois ele pode ajudar a controlar a fermentação durante a digestão, diminuindo a produção dos gases e o desconforto provocado.

Ingredientes:

1 colher de sementes de funho;
1 chávena de água fervente.
Modo de preparo:

Colocar as sementes de funcho junto à água fervente, esperar amornar, coar e tomar a seguir. Deve-se tomar este chá de 3 a 4 vezes por dia.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Consórcio entre plantas


Consórcio entre hortaliças
- Para semeadura/plantio em canteiros: cenoura com alface (mudas) ou rabanete;  alho com alface (mudas) ou rabanete; salsa com alface ou rabanete; alho com beterraba (mudas); cenoura, alho e cebola com beterraba (mudas); beterraba com rabanete ou alface (mudas) ; couve-flor ou brócolis com alface ou beterraba.

- Para semeadura/plantio em covas ou em sulcos (terreno plano):  aipim com feijão-de-vagem rasteiro, batata ou milho-verde; Milho-verde com feijão rasteiro ou batata; Obs.: utilizar fileiras duplas nas espécies de porte baixo.

- Para semeadura  em covas ou em sulcos aproveitando o milho como tutor:  milho-verde com pepino para conserva;  milho-verde com feijão-de-vagem trepador. Obs.:  após a colheita do milho-verde, amarram-se duas a duas as plantas na ponta formando um “V” invertido.


Consórcio de hortaliças com plantas de cobertura (adubos verdes e plantas espontâneas)
- Milho-verde com adubos verdes de verão - mucuna (Figura 2). São semeados na mesma época, preferencialmente no mês de dezembro; semeia-se o milho no espaçamento de 1,0 m x 0,20m e a mucuna entre as plantas na linha do milho. Este consórcio é muito interessante, pois além do produtor ter uma renda com o milho-verde, ainda melhora a fertilidade do solo, protege o solo da erosão, especialmente no verão quando ocorre as chuvas torrenciais, reduz a infestação de plantas espontâneas e doenças e, ainda, recicla os nutrientes que estão na camadas mais profundas do solo, trazendo-os para a superfície,  devido ao vigoroso e profundo sistema radicular da mucuna (leguminosa).


Fonte: http://cultivehortaorganica.blogspot.pt

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Alberto Santos Almeida, Técnico de Medicinas Alternativas


Notas:

  • As urtigas são o melhor remineralizante que existe, é a melhor hortaliça que existe, tanto no paladar como no aproveitamento de vitaminas e minerais...
  • Não há doenças, há doentes
  • geralmente os órgãos que estão mal são o intestino, o figado e os rins, por isso a primeira coisa a fazer é limpar e tratar esses órgãos.
  • A carne de porco e a comida de lavrador dão de comer à doença
  • as urtigas não me curaram, substituíram o que me matava
  • em cada 100 que estão nos hospitais, de 40 a 60 estão lá por causa das vacas turinas
  • o queijo é o alimento mais venenoso que existe ao de cima da terra
  • eu como +/- meio quilo de leguminosas por dia (feijão preto / vermelho)
  • como pouco arroz e pouca massa
  • o que nos mata são as águas de cozer as carnes e as águas das leguminosas são o que faz as dores no corpo (ácido úrico)
  • a unica maneira do ser humano dormir bem é de barriga para o ar porque é o unico sitio onde não há veias para se entupirem é nas costas sem travesseiro para evitar a corcunda.
  • o vinho é a bebida mais mortífera que existe e não é por causa do álcool
  • eu não curo as pessoas, eu ensino as pessoas a curarem-se, porque a pessoa é que fez a doença então ela é que tem de se curar.
  • o cancro no recto em 3 dias cura com clister de sumo de cebola e azeite
  • quem não se cura é porque não sabe comer
  • todo o doente se pode curar desde que deixe de comer a doença
  • Asma cura-se num dia que não coma nada nem beba, no dia seguinte está curado da asma. A asma manifesta-se porque o corpo tem excesso de água. 
  • eu não bebo nada uma hora antes da refeição, durante e 3 ou 4 horas depois, e como nunca tenho sede nem me lembro de beber por isso é que ainda estou vivo.
  • todos os que estão na hemodiálise beberam água a mais. Devemos beber água só quando temos sede.
  • a medicina não trata a causa, trata só a doença. A medicina é o negócio maior do mundo. Não demora 15, 20 anos que a medicina quase que acabou.
  • quanto mais ciência mais doenças, porque a ciência vive da doença.
  • eu como uma lata de feijão com brócolos; arroz com brócolos; arroz com cebola... eu como uma proteína e uma hortaliça. Não devemos misturar o arroz com o feijão porque o suco digestivo só vai estar preparado para o feijão e não vai digerir o arroz.
  • as hortaliças são neutras não precisam de nenhum suco digestivo por isso devemos comer arroz com hortaliças, massa com hortaliça, feijão com hortaliça, carne com hortaliça... 
  • se houver boa digestão não há doença nenhuma
  • problemas de plaquetas são originárias de problemas de coluna e figado, mudando a alimentação resolve o problema
  • Não comer à noite
  • Diabetes não são doeça nenhuma, é comida a mais


Telemóvel -             914 864 081      
Morada - Estrada de Fátima, Prédio Sta. Iria, Bloco A, 5ºF, 2495-552 Fátima (a 50 metros da Rotunda Sul)
E-mail - ocerebrocontrolaocorpo@gmail.com"

terça-feira, 13 de março de 2012

Fevereiro - Calendário Agrícola ou Calendário das Sementeiras 1/2

Cavar, ou lavrar a fundo, os terrenos que estejam livres e em bom estado de enterrar estrumes e adubos fosfatados. Para a sementeira de melões, pimentos e tomateiros, preparar camas quentes.
Semear: abóboras, acelgas, alface, alho-francês, beterraba, cebolas, cenouras, coentros, couve-flor serôdia, couve-de-grelos, espargos, ervilhas, espinafres, favas, feijão, malaguetas, melancia, nabos serôdios...


Fonte: http://www.gforum.tv/board/623/316038/calendario-agricola.html

segunda-feira, 5 de março de 2012

O feijão


Um dia perguntaram ao intelectual italiano Umberto Eco qual tinha sido para ele o facto mais importante do 2º milénio. Provavelmente o leitor poderá achar que está o ler o texto errado e a perguntar-se o que é que isto tem a ver com o feijão. Pois bem, a resposta de Umberto Eco a esta pergunta foi: “a introdução do feijão na Europa”! E de facto, o feijão juntamente com outras leguminosas como a fava, lentilha e grão tiveram em tempos um papel crucial no combate à desnutrição que se abatia em toda a Europa.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, e hoje, é muito provável que a razão pela qual exista um certo preconceito em relação ao feijão, seja essa lembrança de outros tempos com menos recursos em que o feijão foi utilizado como substituto da carne e do peixe. E este preconceito pode-nos sair caro quer no que diz respeito à nossa saúde, quer na manutenção da nossa identidade gastronómica que é algo do qual nos devemos orgulhar e não envergonhar. Com efeito, a feijoada é considerada muitas vezes um prato excessivamente pesado… e ainda bem! Muito do que por vezes entendemos como “pesado” refere-se à capacidade saciante do alimento em causa, e a este nível ninguém bate o feijão. A única maneira de tornarmos uma feijoada pesada em termos nutricionais é a adição de carnes demasiado gordas e enchidos que esses sim, desequilibram um prato que pode traduzir igualmente uma simbiose empírica entre arroz e feijão na procura da complementaridade proteica dos seus constituintes.
O feijão, à semelhança de outras leguminosas desempenha um papel fundamental no controlo do apetite pois para além de ser pouco calórico (cerca de 100kcal por 100gramas) tem uma grande quantidade de proteína e fibra. E são estas mesmas fibras que juntamente com outros fitoquímicos como o ácido fítico, flavonoides e compostos fenólicos, fazem do feijão um super-alimento na temática da prevenção do cancro. Sendo certo que o ácido fítico é responsável pela diminuição da absorção do ferro e cálcio, ele compensa essa menos-valia com uma grande capacidade antioxidante e antimutagénica que em conjunto com a produção de ácidos gordos de cadeia curta resultantes da fermentação da fibra do feijão diminuem o risco de cancro, particularmente o colo-rectal.
Assim, na sopa, na salada, em feijoadas à portuguesa ou brasileira, com marisco, lulas ou búzios, a ingestão de feijão é uma questão de saúde. É difícil encontrar algo que o feijão não tenha. Tem proteínas de elevada qualidade para um alimento de origem vegetal, tem hidratos de carbono de absorção lenta, tem grande quantidade de fibra promotora da saciedade, tem um vasto portfólio micronutricional com ferro, cálcio, zinco, ácido fólico e outras vitaminas do grupo B. Enfim, é daqueles alimentos que justificam o uso do cliché: O feijão tem tudo… Só não tem comparação!

sábado, 3 de março de 2012

Feijoada Brasileira Vegi



Azeite para refogar; 1 cebola picada; 1 tomate picado; Feijão preto cozido; Seitan picado em pedaços menores; Salsicha vegetal já cozida e picada; 1 Cenoura; 400g de Cogumelos cortados; Molho de pimenta a gosto; Sal a gosto; Água para engrossar o caldo

Refogue a cebola no azeite, quando douradinha acrescente os condimentos para desde o inicio ficar a ganhar gosto. Coloque o tomate, depois a cenoura e quando esta já estiver mole é altura dos cogumelos. Acrescente o seitan e a salsinha vegetal. O feijão preto já está cozido, junte. Deixe ir fervendo em fogo baixo pro caldo engrossar.
A sua feijoada está pronta!
Acompanhe com arroz branco, farofinha com uva passa e couve picada (como se fosse para caldo verde) saltiada em azeite e alho. Se gosta dela picante, fica delicioso colocar no parto umas fatias de manga fresca ou laranja. 



Fonte: Marquês de Pombal Método DeRose

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Feijoada vegetariana à transmontana

images/articles/feijoada1.jpg

Ingredientes:
2 chávenas de feijão vermelho cozido
1 couve
2 cenouras
3 tomates maduros
1 folha de louro
1 cebola picada
2 dentes de alho
sal q.b
azeite q.b

Preparação:
Num tacho, doura no azeite a cebola, o alho, o louro. Acrescenta os tomates picados e deixa estufar um pouco. Junta um pouco de água. Acrescenta a cenoura às rodelas e folhas de couve. Quando os legumes estiverem quase cozidos, acrescenta o feijão cozido. Serve com arroz integral.

Sugestão: Este prato já é nutricionalmente equilibrado, mas caso queiras tornar a feijoada ainda mais semelhança com a receita tradicional acrescenta pedaços de seitan e rodelas de chouriço de soja.


Fonte: http://www.centrovegetariano.org

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Sopa de Abóbora e Coentros



Esta é uma sopa tradicional alentejana, preparada com ingredientes locais e da época.
A mistura do feijão (uma leguminosa) com o pão a acompanhar (um cereal) tornam esta sopa um prato muito completo e tanto o alho como os coentros são antibióticos naturais poderosos...

(6 doses)

Ingredientes:
Coentros 1 ramo grande
Alho q.b.
Azeite q.b.
Sal q.b.
Abóbora (Bio) 500gr
Feijão Branco cozido 200gr
Ovo (opcional)


Preparação:
Numa panela, aqueça o azeite, junte um grande molho de coentros, bem lavadinhos directamente do vaso, e muito muito alho :) Acrescente ao refogado, a abóbora em cubos e o feijão (pode usar qualquer tipo de feijão). Junte água, pode aproveitar a água de cozer o feijão, tempere com sal e deixe cozer. Tradicionalmente acompanha com um ovo escalfado, mas é opcional.
Sirva com fatias de pão.

Fonte: http://receitasdessas.blogspot.com

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O TOMATE - Parte I - (Lycopersicon lycopersicum)




Inglês: Tomato

A par com o feijão, o tomate deve ser actualmente a hortícola mais cultivada, e com maior diversidade. Existem hoje milhares de variedades.

Mas a sua aceitação como fruto comestível foi relativamente recente. Quando Colombo trouxe as primeiras plantas da América, berço da espécie, ele depressa se espalhou pela Europa, mas apenas como planta de jardim, pois era considerado venenoso. A casa de sementes Vilmorin, no seu catálogo de 1760 designa o tomateiro como planta ornamental não comestível, e só um século mais tarde aparece na secção dos legumes.

A origem do tomate parece ser a América do Sul, onde crescia espontaneamente nos campos de milho. No entanto, sabe-se agora ter sido mais vasta a região da sua cultura original, que se estendia para norte, até ao presente México.


Polinização

A polinização do tomate tem sido objecto de controvérsia durante largos anos, entre guardiões de sementes. Uns afirmam a impossibilidade deste se cruzar, e que nunca assistiram a qualquer polinização entre variedades, do mesmo modo que outros clamam que isto acontece com frequência.

Estudos recentes concluem a hibridação entre as variedades de folha larga, semelhante à da batateira, e entre as conhecidas por “Coração de Boi”.

A razão deste fenómeno é explicada pela retracção do estilo para dentro do canudo da antera, impossibilitando a polinização. Esta evolução deve-se à emigração do tomate para norte, e, por consequência, as variedades modernas tornaram-se autopolinizadas (autogâmicas). Enquanto que, por outro lado, as variedades ancestrais mantiveram a faculdade de se polinizarem entre si, devido, precisamente a apresentarem o estilo fora do tubo da antera, o que facilita a fecundação cruzada.

Quem tiver alguma dúvida sobre a autopolinização da variedade que possui, pode munir-se de uma lupa e observar as flores dos seus tomateiros; se o estigma emergir do tubo da antera pode haver cruzamento com outras variedades cultivadas nas proximidades, se forem idênticas quanto à forma de polinização. Durante a floração pode-se abanar de vez em quando as plantas, para favorecer a auto-fecundação.

Como já dissemos, existem inúmeras variedades adaptadas, e ainda continuamos a encontrá-las nas pesquisas efectuadas pelo país. Comercialmente as variedades existentes são, na sua maioria, híbridas. As de polinização aberta são poucas e só se encontram em redes de sementes como a Colher Para Semear.

Entre agricultores o tomate é assunto falado com paixão; cada um recomenda a sua variedade, o que demonstra a sua diversidade e adaptabilidade. O tomate é hoje cultivado desde a África do Sul até à Sibéria.

A coloração do fruto também é muito diversa, do branco ao vermelho escuro, quase negro, ou ainda amarelo, laranja, verde ou rosa. Das mais vulgares e conhecidas por nós contam-se as variedades Coração de Boi, Xuxa, Cereja, De Inverno, Maçã, e Refego, que podem também apresentar diferenças, consoante a proveniência.


Cultura

Porque o tomate precisa de calor durante todo o seu crescimento, a sementeira em viveiro não deve ser feita antes do mês de Março, e de preferência em “cama quente” ou abrigo, devido às baixas temperaturas que por vezes se fazem ainda sentir nessa época do ano. Sempre que possível, devem semearse diferentes variedades de tomate, para adaptar às suas múltiplas utilizações culinárias.

Ao ar livre, é a partir do princípio de Maio que se plantam os tomateiros, em local definitivo. Deve-se enterrar o caule até ás primeiras folhas., para favorecer o enraizamento. Quando atingem cerca de 15 cm de altura estão então prontos a ocupar o seu lugar na horta, que deverá sempre ser ao sol. Para facultar o arejamento das plantas, e assim evitar o aparecimento de míldio, e outras doenças, devem plantar a cerca de 80 cm de distância entre pés. Não esquecer que, em condições favoráveis de desenvolvimento, os tomateiros são plantas robustas e que, certas variedades de trepar, chamadas de crescimento indeterminado, podem atingir mais de 1 m de altura. As outras, de crescimento determinado, são arbustivas mas igualmente vigorosas.

Para que não cresçam desordenadamente, espalhando os seus frutos pelo chão, e ainda para evitar o aparecimento de fungos, é fundamentar colocar-lhes tutores, que podem ser canas – daí o termo encanar – ou quaisquer outras estacas. A estes tutores atam-se depois as plantas com ráfia, tiras de trapos ou qualquer outro material, de preferência biodegradável.
Muitas vezes menosprezadas, as regas são fundamentais para o sucesso desta cultura. Dependendo da natureza dos solos, devem ser mais ou menos frequentes mas, como os tomateiros têm raízes profundas, devem ser sempre regados em abundância.
No entanto com bom senso, pois água em excesso pode originar o aparecimento de rachas nos frutos e torná-los aguados e sem sabor. E uma vez mais, para não favorecer o aparecimento de fungos, tão frequentes nesta cultura, nunca de deve regar os tomateiros por aspersão, mas sim junto ao pé.
Para manter a humidade do solo, evitando gastos desnecessários de água, é fundamental empalhar os tomateiros após a sua plantação.
E por fim, parece ser sabido que “as cenouras amam os tomates”, pois alguém deu este título a um livro sobre consociações de plantas hortícolas. Na horta, e para sua protecção e bom desenvolvimento, os tomateiros devem ainda ser colocados perto de cebolas, cebolinho e salsa. Também as chagas e os cravos de Tunes os protegem, para além de tornarem ainda mais bonitas as hortas de Verão.
Os frutos devem ser colhidos maduros, durante os meses de Julho, Agosto e Setembro. Quando caem as primeiras chuvas, e começa o frio, deve-se apanhar todo o tomate que ainda está nas plantas e guardá-lo, para ir consumindo conforme amadurece.

Fonte: GORGULHO - Boletim Informativo sobre Biodiversidade Agrícola
COLHER PARA SEMEAR – Rede Portuguesa de Variedades Tradicionais
ano 4 . nº6 . Verão de 2007

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Setembro na Horta - I - Colhee e Semear culturas de Outono

Setembro

Setembro molhado
Figo estragado

Este é o mês das colheitas, por excelência. È tempo de grande azáfama, pois nota-se já a diminuição dos dias e o crescimento das noites. As manhãs são mais frescas que no mês anterior, porém os dias podem ainda ser quentes e secos, ideais para secar as sementes das culturas de Verão.

Os milhos de regadio estão, na sua maioria, prontos a colher, assim como os feijões para seco. Também o milho-alvo está pronto, e tem que ser colhido cedo pois é muito apreciado pela passarada. São estas as culturas que cobrem o chão das eiras, em Setembro.

Continuação da apanha de variedades de tomate (as mais serôdias), assim como beringelas, pepinos e pimentos. As alfaces plantadas mais tarde, estão agora também prontas para a recolha de sementes, colhendo-se estas à medida da secagem progressiva das flores. Também devem ser agora retiradas as sementes às melancias e aos melões tardios, sobretudo se forem bons exemplares, e não os que frutificaram nas extremidades das plantas. As sementes de melancia são particularmente interessantes ao escolher, e podem ser objecto de brincadeira com os mais pequenos, com jogos e prémios de mais uma talhada para aquele que colher o maior número de pevides. Há quem diga que as sementes de melancia não devem ser salivadas, para não perderem a sua faculdade germinativa.

As hortas voltam a receber as culturas de Outono, portanto, ao semear deve ter-se em conta os dias frios que se aproximam.

Fonte: GORGULHO - Boletim Informativo sobre Biodiversidade Agrícola
COLHER PARA SEMEAR – Rede Portuguesa de Variedades Tradicionais
ano 4 . nº6 . Verão de 2007

Agosto na Horta - I - Colher, Malhar, Debulhar e Recolha das Sementes

Agosto

O Verão colhe
O Inverno come

Segundo os antigos o primeiro de Agosto seria o primeiro dia de Inverno, antevendo alguma instabilidade meteorológica. Apesar do ditado, Agosto é, normalmente, o mês mais difícil de suportar, para quem trabalha no campo. Os grandes calores põem as culturas em permanentes dificuldades
hídricas, obrigando a regas frequentes.

Neste mês há muitas actividades nas eiras. São imensas as espécies prontas a colher: os milhos de sequeiro estão prontos a desfolhar, os últimos cereais de Inverno, assim como os de ciclo curto, semeados de Janeiro a Março, estão dispostos a ser malhados. Os primeiros feijões podem já ser debulhados.

Para recolha de sementes, as flores das acelgas, alfaces, alhos-porros, beterrabas, cebolas, chicória, coentros e salsa devem estar agora prontas para uma secagem pós colheita.

Fonte: GORGULHO - Boletim Informativo sobre Biodiversidade Agrícola
COLHER PARA SEMEAR – Rede Portuguesa de Variedades Tradicionais
ano 4 . nº6 . Verão de 2007

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Julho na Horta - III - As sementeiras

As sementeiras não param neste mês. São elas de feijões para verde, acelgas, agriões, alfaces de Outono, beterrabas, cenouras, cerefólios (à sombra), chicórias, coentros, couves (sem ser de repolho), espinafres, nabos (à sombra), pastinagas, rabanetes, rábanos e salsa.

Fonte: GORGULHO - Boletim Informativo sobre Biodiversidade Agrícola
COLHER PARA SEMEAR – Rede Portuguesa de Variedades Tradicionais
ano 4 . nº6 . Verão de 2007