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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Consórcio entre plantas


Consórcio entre hortaliças
- Para semeadura/plantio em canteiros: cenoura com alface (mudas) ou rabanete;  alho com alface (mudas) ou rabanete; salsa com alface ou rabanete; alho com beterraba (mudas); cenoura, alho e cebola com beterraba (mudas); beterraba com rabanete ou alface (mudas) ; couve-flor ou brócolis com alface ou beterraba.

- Para semeadura/plantio em covas ou em sulcos (terreno plano):  aipim com feijão-de-vagem rasteiro, batata ou milho-verde; Milho-verde com feijão rasteiro ou batata; Obs.: utilizar fileiras duplas nas espécies de porte baixo.

- Para semeadura  em covas ou em sulcos aproveitando o milho como tutor:  milho-verde com pepino para conserva;  milho-verde com feijão-de-vagem trepador. Obs.:  após a colheita do milho-verde, amarram-se duas a duas as plantas na ponta formando um “V” invertido.


Consórcio de hortaliças com plantas de cobertura (adubos verdes e plantas espontâneas)
- Milho-verde com adubos verdes de verão - mucuna (Figura 2). São semeados na mesma época, preferencialmente no mês de dezembro; semeia-se o milho no espaçamento de 1,0 m x 0,20m e a mucuna entre as plantas na linha do milho. Este consórcio é muito interessante, pois além do produtor ter uma renda com o milho-verde, ainda melhora a fertilidade do solo, protege o solo da erosão, especialmente no verão quando ocorre as chuvas torrenciais, reduz a infestação de plantas espontâneas e doenças e, ainda, recicla os nutrientes que estão na camadas mais profundas do solo, trazendo-os para a superfície,  devido ao vigoroso e profundo sistema radicular da mucuna (leguminosa).


Fonte: http://cultivehortaorganica.blogspot.pt

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Tomilho na horta e na cama.

Planta da zona mediterrânica muito utilizada nas receitas de aves e caça e na preparação de molhos, é ideal para substituir o sal em excesso que tantas vezes consumimos.

Esta erva aromática que nos habituámos a associar à pizza, possui propriedades insuspeitas. Diz-se que a sua infusão, tal como a da salsa, quando passada pelo cabelo e deixada a repousar durante 15 minutos, fortalece a raiz e diminui a queda do cabelo.O tomilho era ainda muito apreciado como estimulante do apetite sexual. Os lençóis da cama dos amantes deveriam ser enxaguados com água misturada com chá bem forte de tomilho!


Ficheiro:Thymian.jpg


O tomilho é rico em ferro e cálcio. Esta especiaria é eficaz a melhorar problemas respiratórios e torácicos, como a tosse e a bronquite, mas também é muito eficaz para ajudar a vesícula preguiçosa e problemas de digestão lenta.


















Fonte: https://www.facebook.com/novosrurais.farmingculture

terça-feira, 3 de abril de 2012

SALSA


ॐ Oṁ ... SALSA!
"Limpe seus rins por menos de 1 euro.

Os anos passam e nossos rins vão filtrando nosso sangue para remover o sal e outros intoxicantes que entram no organismo.

Com o tempo, o sal se acumula e precisamos de uma limpeza. Como fazer isso?

De um modo simples e barato: Pegue um maço de salsa e lave bem. Corte bem picadinho e ponha em uma vasilha com água limpa. Ferva por 10 minutos e deixe esfriar. Coe, ponha em uma jarra com tampa e guarde no frigorífico.

Beba um copo todos os dias, e você vai perceber que o sal e outros
venenos acumulados nos rins saem na urina.

Você vai notar a diferença!

Há muitos anos a salsa é reconhecida como o melhor tratamento de limpeza dos rins


E é um remédio natural!

Sobre a Salsa

A salsa é uma das ervas com propriedades terapêuticas menos
reconhecidas. Ela contém mais vitamina C do que qualquer outro
vegetal da nossa culinária (166mg por 100g).

Isso é três vezes mais que a laranja.

A salsa contém também ferro (5.5mg /100g), manganésio (2.7mg / 100g), cálcio (245mg / 100g) e potássio (1mg / 100g) .

De acordo com o Padre Kniepp, essa planta é um poderoso diurético, curando a retenção de água no organismo, sendo recomendada para pedra nos rins, reumatismo e cólica menstrual.

Sua alta concentração de vitamina C ajuda na absorção de ferro.

O suco de salsa, sendo uma bebida natural, pode ser tomado misturado com outros sucos, 3 vezes ao dia.

As folhas podem ser mantidas no congelador, e seu uso é recomendo na culinária diária, pois além de saudáveis, dão óptimo sabor a qualquer receita."


« Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores que o silêncio.» Provérbio indiano

terça-feira, 13 de março de 2012

Março - Calendário Agrícola ou Calendário das Sementeiras 1/2

Continuar os trabalhos iniciados em Fevereiro, nomeadamente os respeitantes a adubações, correcções, lavras e cavas, preparando-se os terrenos para as sementeiras e plantações para o presente mês e seguinte.
De preferência regar pela manhã, caso se verifique falta de água por escassez de chuvas, os talhões onde se efectuaram as sementeiras.
Proceder, se o tempo o permitir, às primeiras sachas das alfaces, alhos e outras culturas em desenvolvimento.
Semear: milho, trigo de primavera, cevada, luzerna e outras forragens, linho, abóboras, alfaces, beterraba, cenouras, ervilhas, espinafres, feijões, melancias, melões, nabiças, rabanetes, salsa, tomates e pepinos.
Plantar ou transplantar: batatas, cebolas, couves e espargos.


Fonte: http://www.gforum.tv/board/623/316038/calendario-agricola.html

Fevereiro - Calendário Agrícola ou Calendário das Sementeiras 2/2

Semear ainda:  nabiças, pimentos, repolho, salsa, tomate, tronchudas.
Plantar batata

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Esparguete integral com cogumelos e salsa

Esparguete com cogumelos e salsa
Ingredientes:
azeite virgem extra q.b.
2 colheres de café de asa foetida (ou cebola e alho picados)
1 mancheia de esparquete integral
200 g de cogumelos brancos
1 pitada de sal integral com gomásio e alga nori
água quente q.b.
salsa fresca picada grosseiramente q.b.
pimenta preta moída q.b.
1 ou 2 folhas de louro

Preparação:
Lamina ou corta os cogumelos e reserva. Em lume brando, aquece o azeite com asa foetida e junta os cogumelos, o louro, a pimenta e alguma salsa. Deixa cozinhar uns minutos e junta o esparguete com a água quente. Deixa cozinhar, tempera, mexendo de vez em quando até não ter água e o esparguete estar cozinhado.
Serve polvilhando com a restante salsa.

Fonte: http://www.centrovegetariano.org

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Ficha Técnica do Tomate (Lycopersicon lycopersicum)

  • Origem: América do Sul
  • FamiliaSolanacea
  • Sexo: Monoico
  • Comestivel: Sim (nem sempre foi considerado comestivel)
  • Época de sementeira: A partir de Março em viveiros e de preferência em “cama quente” ou abrigo, devido às baixas temperaturas
  • Época de plantação: A partir de Maio ao ar livre.
  • Como plantar: Deve-se enterrar o caule até ás primeiras folhas para favorecer o enraizamento.
  • Compasso: 80 cm entre pés
  • Encanamento: Sim para que os frutos não fiquem espalhados no solo sugeitando-se aos fungos e outros
  • Rega. Sim, apenas junto ao pé para evitar os fungos.
  • Consociações (companheiros de crescimento): cenouras,  cebolas, cebolinho e salsa, pois estes companheiros o protegem de inimigos.
  • Colheita: Julho, Agosto e Setembro, antes das primeiras chuvas.
  • Polinização entre variedades: apenas entre variedades de folha larga e entre as conhecidas por “Coração de Boi”

sexta-feira, 25 de março de 2011

Aromáticas e Condimentares - Catálogo de Variedades 2011 - Colher para Semear

AcessoNomeProveniênciaColheita
2Salsa Comum (500 sementes)Nacional2009
6Coentros (200 sementes)Nacional2010
7Agrião d'Água (500 sementes)Olival / Figueiró dos Vinhos2010
10Hissopo (200 sementes)Cabanas de Viriato / Carregal do Sal2007
11Coentros (200 sementes)Montemor-o-Novo2010
12*Anis (100 sementes)Andaluzia2010
14Salsa Paradela (500 sementes)Miranda do Douro2008
15Salva (100 sementes)Trafaria/Almada2008
16Aneto (100 sementes)Espinhal / Penela2010
17Manjericão Limão (200 sementes)Alemanha2009
19Arruda (50 sementes)Évora2009
20Espargo Verde (50 sementes)Figueiró dos Vinhos2008
22Cebolinho (200 sementes)Évora2009
23Manjericão Folha Larga (500 sementes)Azóia / Sesimbra2008
24Salsa Milagres (500 sementes)Cambeces / Monção2009
27Salsa (500 sementes)Montemor-o-Novo2010
56Bardana (100 sementes)Caranguejeira / Leiria2009

* Variedade que escolhi este ano

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O TOMATE - Parte I - (Lycopersicon lycopersicum)




Inglês: Tomato

A par com o feijão, o tomate deve ser actualmente a hortícola mais cultivada, e com maior diversidade. Existem hoje milhares de variedades.

Mas a sua aceitação como fruto comestível foi relativamente recente. Quando Colombo trouxe as primeiras plantas da América, berço da espécie, ele depressa se espalhou pela Europa, mas apenas como planta de jardim, pois era considerado venenoso. A casa de sementes Vilmorin, no seu catálogo de 1760 designa o tomateiro como planta ornamental não comestível, e só um século mais tarde aparece na secção dos legumes.

A origem do tomate parece ser a América do Sul, onde crescia espontaneamente nos campos de milho. No entanto, sabe-se agora ter sido mais vasta a região da sua cultura original, que se estendia para norte, até ao presente México.


Polinização

A polinização do tomate tem sido objecto de controvérsia durante largos anos, entre guardiões de sementes. Uns afirmam a impossibilidade deste se cruzar, e que nunca assistiram a qualquer polinização entre variedades, do mesmo modo que outros clamam que isto acontece com frequência.

Estudos recentes concluem a hibridação entre as variedades de folha larga, semelhante à da batateira, e entre as conhecidas por “Coração de Boi”.

A razão deste fenómeno é explicada pela retracção do estilo para dentro do canudo da antera, impossibilitando a polinização. Esta evolução deve-se à emigração do tomate para norte, e, por consequência, as variedades modernas tornaram-se autopolinizadas (autogâmicas). Enquanto que, por outro lado, as variedades ancestrais mantiveram a faculdade de se polinizarem entre si, devido, precisamente a apresentarem o estilo fora do tubo da antera, o que facilita a fecundação cruzada.

Quem tiver alguma dúvida sobre a autopolinização da variedade que possui, pode munir-se de uma lupa e observar as flores dos seus tomateiros; se o estigma emergir do tubo da antera pode haver cruzamento com outras variedades cultivadas nas proximidades, se forem idênticas quanto à forma de polinização. Durante a floração pode-se abanar de vez em quando as plantas, para favorecer a auto-fecundação.

Como já dissemos, existem inúmeras variedades adaptadas, e ainda continuamos a encontrá-las nas pesquisas efectuadas pelo país. Comercialmente as variedades existentes são, na sua maioria, híbridas. As de polinização aberta são poucas e só se encontram em redes de sementes como a Colher Para Semear.

Entre agricultores o tomate é assunto falado com paixão; cada um recomenda a sua variedade, o que demonstra a sua diversidade e adaptabilidade. O tomate é hoje cultivado desde a África do Sul até à Sibéria.

A coloração do fruto também é muito diversa, do branco ao vermelho escuro, quase negro, ou ainda amarelo, laranja, verde ou rosa. Das mais vulgares e conhecidas por nós contam-se as variedades Coração de Boi, Xuxa, Cereja, De Inverno, Maçã, e Refego, que podem também apresentar diferenças, consoante a proveniência.


Cultura

Porque o tomate precisa de calor durante todo o seu crescimento, a sementeira em viveiro não deve ser feita antes do mês de Março, e de preferência em “cama quente” ou abrigo, devido às baixas temperaturas que por vezes se fazem ainda sentir nessa época do ano. Sempre que possível, devem semearse diferentes variedades de tomate, para adaptar às suas múltiplas utilizações culinárias.

Ao ar livre, é a partir do princípio de Maio que se plantam os tomateiros, em local definitivo. Deve-se enterrar o caule até ás primeiras folhas., para favorecer o enraizamento. Quando atingem cerca de 15 cm de altura estão então prontos a ocupar o seu lugar na horta, que deverá sempre ser ao sol. Para facultar o arejamento das plantas, e assim evitar o aparecimento de míldio, e outras doenças, devem plantar a cerca de 80 cm de distância entre pés. Não esquecer que, em condições favoráveis de desenvolvimento, os tomateiros são plantas robustas e que, certas variedades de trepar, chamadas de crescimento indeterminado, podem atingir mais de 1 m de altura. As outras, de crescimento determinado, são arbustivas mas igualmente vigorosas.

Para que não cresçam desordenadamente, espalhando os seus frutos pelo chão, e ainda para evitar o aparecimento de fungos, é fundamentar colocar-lhes tutores, que podem ser canas – daí o termo encanar – ou quaisquer outras estacas. A estes tutores atam-se depois as plantas com ráfia, tiras de trapos ou qualquer outro material, de preferência biodegradável.
Muitas vezes menosprezadas, as regas são fundamentais para o sucesso desta cultura. Dependendo da natureza dos solos, devem ser mais ou menos frequentes mas, como os tomateiros têm raízes profundas, devem ser sempre regados em abundância.
No entanto com bom senso, pois água em excesso pode originar o aparecimento de rachas nos frutos e torná-los aguados e sem sabor. E uma vez mais, para não favorecer o aparecimento de fungos, tão frequentes nesta cultura, nunca de deve regar os tomateiros por aspersão, mas sim junto ao pé.
Para manter a humidade do solo, evitando gastos desnecessários de água, é fundamental empalhar os tomateiros após a sua plantação.
E por fim, parece ser sabido que “as cenouras amam os tomates”, pois alguém deu este título a um livro sobre consociações de plantas hortícolas. Na horta, e para sua protecção e bom desenvolvimento, os tomateiros devem ainda ser colocados perto de cebolas, cebolinho e salsa. Também as chagas e os cravos de Tunes os protegem, para além de tornarem ainda mais bonitas as hortas de Verão.
Os frutos devem ser colhidos maduros, durante os meses de Julho, Agosto e Setembro. Quando caem as primeiras chuvas, e começa o frio, deve-se apanhar todo o tomate que ainda está nas plantas e guardá-lo, para ir consumindo conforme amadurece.

Fonte: GORGULHO - Boletim Informativo sobre Biodiversidade Agrícola
COLHER PARA SEMEAR – Rede Portuguesa de Variedades Tradicionais
ano 4 . nº6 . Verão de 2007

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Setembro na Horta - II - Semear

Semear acelgas, agriões, alho-porro, alface de Inverno, cerefólio, coentros, couves de Bruxelas, couves-flor, couves galegas, couves greleiras, couves lombardas, couves nabo, couves rábanos, couves de repolho, e couves portuguesas, E ainda nabos, pastinaga, rabanetes, rábanos e salsa.

Assim, com as sementes quase todas colhidas e acondicionadas, é altura própria para ver o que existe em excesso e o que falta, ou falhou. Uma boa prática é a de trocar algumas das variedades mais
numerosas, com vizinhos e amigos, como forma de as difundir e também de as poder reaver, em caso de perca, por qualquer razão.

Agosto na Horta - III - Colher

Colher alfaces, tomates, acelgas, pimentos, pepinos, beterrabas, cenouras, melões, melancias, nabiças, feijão verde, manjericão, cebolinho, coentros e salsa.


Fonte: GORGULHO - Boletim Informativo sobre Biodiversidade Agrícola
COLHER PARA SEMEAR – Rede Portuguesa de Variedades Tradicionais
ano 4 . nº6 . Verão de 2007

Agosto na Horta - II - Recolher (sementes), Semear e Transplantar

Ainda para recolha de sementes, alguns frutos já completamente maduros, podem ser colhidos, como sejam, tomates, pepinos, courgetes, melões, melancias e abóboras. No caso dos dois primeiros, as sementes de ambos devem ser sujeitas a uma fermentação no seu próprio suco, antes da
secagem final. Este processo tem por finalidade eliminar virús instalados, assim como remover a película gelatinosa que envolve as sementes (caso do tomate) inibindo a sua germinação.

Na horta semeiam-se acelgas, agriões, alfaces de Inverno, cenouras, chicórias, coentros, mostarda, nabos e salsa. De notar a preferência dos nabos por caírem em solo seco (poeira), para depois ficarem à espera de uma trovoada ou chuva miúda, prováveis neste mês, que os farão germinar e cobrir
rapidamente o espaço da sementeira.

Transplantar as couves semeadas em Junho, e regá-las abundantemente até pegarem.

Fonte: GORGULHO - Boletim Informativo sobre Biodiversidade Agrícola
COLHER PARA SEMEAR – Rede Portuguesa de Variedades Tradicionais
ano 4 . nº6 . Verão de 2007

Agosto na Horta - I - Colher, Malhar, Debulhar e Recolha das Sementes

Agosto

O Verão colhe
O Inverno come

Segundo os antigos o primeiro de Agosto seria o primeiro dia de Inverno, antevendo alguma instabilidade meteorológica. Apesar do ditado, Agosto é, normalmente, o mês mais difícil de suportar, para quem trabalha no campo. Os grandes calores põem as culturas em permanentes dificuldades
hídricas, obrigando a regas frequentes.

Neste mês há muitas actividades nas eiras. São imensas as espécies prontas a colher: os milhos de sequeiro estão prontos a desfolhar, os últimos cereais de Inverno, assim como os de ciclo curto, semeados de Janeiro a Março, estão dispostos a ser malhados. Os primeiros feijões podem já ser debulhados.

Para recolha de sementes, as flores das acelgas, alfaces, alhos-porros, beterrabas, cebolas, chicória, coentros e salsa devem estar agora prontas para uma secagem pós colheita.

Fonte: GORGULHO - Boletim Informativo sobre Biodiversidade Agrícola
COLHER PARA SEMEAR – Rede Portuguesa de Variedades Tradicionais
ano 4 . nº6 . Verão de 2007

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Julho na Horta - III - As sementeiras

As sementeiras não param neste mês. São elas de feijões para verde, acelgas, agriões, alfaces de Outono, beterrabas, cenouras, cerefólios (à sombra), chicórias, coentros, couves (sem ser de repolho), espinafres, nabos (à sombra), pastinagas, rabanetes, rábanos e salsa.

Fonte: GORGULHO - Boletim Informativo sobre Biodiversidade Agrícola
COLHER PARA SEMEAR – Rede Portuguesa de Variedades Tradicionais
ano 4 . nº6 . Verão de 2007