Mostrar mensagens com a etiqueta arvores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta arvores. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 19 de junho de 2012

Alporquia

Alporquia, também chamado de alporque, é um método de reprodução assexuada de plantas, provocando a formação de raízes adventícias num ramo de uma planta já enraizada.



Este método consiste em estimular o crescimento de raízes em um ramo ou no caule principal de uma planta envolvendo um pedaço de um ramo por terra ou musgo em um pedaço de plástico ou pano umedecido. Após algum tempo, formam-se as raízes, e o ramo pode ser destacado para ser plantado. Para que o método seja efetivo é necessário interromper o fluxo descendente da seiva, mediante retirada prévia de um anel da casca da planta (anel de Malpighi) ou colocando um anel de arame metálico no local desejado para as futuras raízes (vulgarmente chamado de "forca"). O processo pode ser acelerado com a ajuda de hormônios ou pró-hormônios enraizantes tais como Ácido Indol-butírico (IBA) ou com Cloridrato de Tiamina.

Em Larga escala, o método é de alto custo com baixo rendimento comparado com a estaquia.


Plantas indicadas para a Alporquia

Algumas plantas têm uma maior dificuldade com outros métodos de reprodução, por isso a Alporquia é recomendada devido ao fato de não ser tão agressiva como a estaquia.[2]


  • Azaléia
  • Bordos (Acer sp)
  • Cerejeira
  • Cipreste
  • Pitangueira
  • Romã
  • Jabuticabeira
  • Azevinho
  • Camélia
  • Laranjeira
  • Lichia
  • Macieira
  • Nogueira-pecan
  • Pereira
  • Gardênia
  • Magnólia
  • Roseira
  • Dracenas
  • Comigo-ninguém-pode
  • Ficus
  • Filodendro
  • Monstera
  • Cróton
  • Falsa-arália
  • Tuias
  • Pinheiros


quinta-feira, 10 de maio de 2012

Como criar uma árvore ou arbusto a partir da semente


Como criar um árvore ou arbusto da semente



Criar árvores a partir de sementes  pode ser uma das actividades mais gratificantes de jardinagem,  mas muitas vezes requerem um pouco de preparação mais difícil que muitas sementes de flores ou  vegetais.

Na maioria dos casos, existem duas maneiras de germinar sementes da árvore: O modo natural, que muitas vezes inclui a sementeira no outono, ou através de trabalho forçado ou germinação assistida, que inicialmente é feito dentro de casa.

A maneira natural de germinar sementes de árvore

As sementes germinam e as árvores crescem desde o inicio da sua existência no tempo, sem nenhuma ajuda de seres humanos.  O modo natural para germinar sementes de árvores, então, é permitir que a natureza siga o seu curso. A maioria das sementes, quando semeadas no outono e sem qualquer pré-tratamento, vão começar a germinar na primavera seguinte. Certifique-se de semear as sementes na profundidade recomendada.  Se as sementes são plantadas muito profundo, isso pode retardar ou inibir o processo de germinação de primavera. Com algumas variedades de sementes pode ver compassar a germinação durante dois ou três anos, com algumas sementes a germinar na primavera e as demais, germinam mais tarde.



É importante lembrar que muitas espécies são originais de climas mais frios, onde as sementes caem no chão e são cobertas por folhas no Outono. Durante o inverno, as sementes permanecem alojados neste ambiente de fresca humidade. Quando a primavera chega, as sementes, iniciam o processo de germinação.

Para muitos tipos de sementes, o embrião no interior da semente é imaturo e incapaz de germinar (isso é chamado de "dormência") até que amadureça dessa maneira.O atraso no processo de germinação é essencial para a sobrevivência de muitas espécies de árvores. Numa floresta natural, se as sementes germinarem imediatamente após cair no chão no final do verão ou outono, as maioria morreriam durante o inverno frio.

 Germinação forçada



Embora a germinação natural seja uma forma aceitável de iniciar a maioria das sementes de árvore, por vezes, resultados melhores e mais consistente podem ser alcançados através de trabalho forçado ou germinação assistida.



Basicamente, isso significa o uso de várias técnicas para imitar a natureza no papel de criar condições para as sementes de árvores para germinarem.

Existem várias técnicas que podem estar envolvidos para forçar a germinação de sementes de qualquer árvore. Por favor, leia atentamente os passos recomendados listadas em cada pacote individual da semente.

Muitas sementes necessitam de uma ou mais etapas de tratamento para estimular o processo de germinação. As três etapas são: 1) estratificação 2)escarificação,  3)Estratificação fria. Tenha em mente que nem todas as sementes necessitam de todas essas etapas. Na verdade, algumas sementes não necessitam de qualquer pré-tratamento.

Escarificação:



A escarificação é o processo de redução ou quebra do revestimento da semente para que a humidade possa penetrar e o embrião pode começar o processo de germinação. A escarificação é comummente exigido em sementes com cascas de duras ou difíceis. Muitas sementes não requerem qualquer escarificação, e para aqueles que o fazem, o tratamento mais comum é uma simples banho em água durante algum tempo variável consoante a espécie .

O tegumento rígido pode ser dividido por um) a água molhe, b) uma quebra física ou mecânica do tegumento, ou c) um ácido ou tratamento químico (normalmente não é necessário).

a) A  mergulha em água: despeje a água sobre as sementes e deixe de molho, 6 a 24 horas. A maioria dos tratamentos de água são feitos com água à temperatura ambiente. É melhor usar um recipiente de vidro para aproveitar as sementes. Algumas sementes podem exigir água quente, conforme as instruções.

 b) física / mecânica: Usando uma pequena lima ou lixa, esfregue a parte externa do tegumento para reduzir a sua densidade , para que a humidade pode penetrar mais facilmente para o embrião. Tenha cuidado para não o danificar.

 c) Lavagem química (ácido) : O método de lavagem química da escarificação é normalmente utilizado pelos produtores comerciais de variedades de sementes de selecção e muitas vezes não é necessário para fins de hortas familiares. Se for este o seu caso, e dado a minha convicção anti-químicos aconselho misturar com fezes de galinha ou aves e deixar vários dias húmido em fermentação. Os ácidos das fezes de aves potenciados pela fermentação irão quebrar a dormência do tegumento.

Estratificação a frio:

A estratificação é o processo de imitar o processo natural de hibernação, expondo as sementes num local fresco e húmido. A maneira mais fácil para realizar este processo é:

1) Pegue um punhado de turfa e mergulhe-o em água até que esteja saturado.
2) Após a imersão, use as mãos para espremer o máximo de água possível.
3) Coloque uma camada de turfa húmida no fundo de um saco com fecho hermético
4) Coloque as sementes sobre a camada e preencher o restante da bolsa com a turfa
5) Vede o saco bem fechado
6) Guarde a embalagem lacrada no fundo do congelador para o tempo de estratificação adequado.

Durante este processo, ocasionalmente deve verificar as sementes para os sinais de germinação precoce. Se começam a germinar na geladeira, retire-as e vegetais como normal.

Após o tempo de estratificação prescrito na geladeira, retire as sementes e deve plantá-las da maneira normal.

Estratificação quente:

A etapa de estratificação quente é pensado para imitar a dormência da semente no verão, quando geralmente é enfiado no solo húmido quente ou em lama. Para a estratificação quente, siga os mesmos passos descritos para o processo a frio, excepto colocar o saco hermético num local quente ou ligeiramente acima da temperatura ambiente para uma temperatura alvo de cerca de 72 a 86 graus .

Tambem durante o processo de estratificação quente, ocasionalmente verificar as sementes para os sinais de germinação precoce. Se as sementes começam a germinar, devem ser plantadas.

Plantação das Sementes



As sementes podem ser semeadas em recipientes individuais ou em bandejas de sementes. É importante assegurar são plantadas na profundidade do solo recomendo. A maioria das sementes de árvores são plantadas mais rasas do que outras sementes, mas geralmente depende do tamanho da semente. Por favor, siga as instruções sobre cada pacote de sementes para a profundidade de plantio adequado. As sementes devem ser semeadas num meio bem drenado, como uma mistura de turfa e composto.


Para sementes maiores - aqueles com mais de um 1 / 3 de um centímetro de altura, pressione a metade da semente no meio. Para sementes menores, espalhe-as sobre a superfície do solo. Cubra as sementes com uma fina camada de areia a uma profundidade sobre a espessura das sementes.

Após o plantio  regá-las com cuidado e manter húmidas, mas não molhado.Manutenção da humidade elevada e humidade relativa do ar é crítico para a germinação das sementes. Pode aaumentar a humidade, colocando o tabuleiro de sementes numa barraca de plástico. Certifique-se de fazer alguns furos na tampa plástica para garantir a circulação de ar adequada. Mantenha as bandejas num local quente, mas com pouca iluminação.



A germinação pode ser  rápida e em poucos dias ou mais lenta e em vários meses, dependendo da espécie e das condições ambientais. Uma vez que as sementes germinem, devem ser mudadas para um local com luz.  Talvez seja necessário algum cuidado e atenção por alguns meses antes do plantio ao ar livre. Tente dar às plantas jovens tanta luz do sol tanto quanto possível.

Fonte: http://cultivarbiodiversidade.blogspot.pt

sexta-feira, 30 de março de 2012

Pêssego


Pêssego
Descubra a que faz bem e o que fazer para ter um pessegueiro no seu jardim

O pêssego é das frutas mais ricas em vitamina A, sendo rica em vitamina C, B e A, tendo bons níveis de ferro, Potássio, fósforo e magnésio.

Na culinária, é utilizado muito em tartes, doces, conservas, licores e sumos. A nível medicinal, as flores e as folhas tem propriedades calmantes e o fruto atua como energético, diurético, laxante e depurativo.

Apesar de o seu nome científico P. Persica, o pessegueiro é originário da China e não da Pérsia. Na China já se mencionava esta variedade em poemas do século X a.C. No entanto, já era cultivada no Médio Oriente (Irão), no ano 100 a.C., sendo muito mais tarde introduzida na Europa, em Roma, pelo imperador Claudius.

A título de curiosidade e cultura geral, o pessegueiro foi introduzido no Brasil por Martim Afonso de Sousa em 1532. As primeiras árvores que aí foram plantadas foram trazidas da ilha da Madeira. Entretanto, muita coisa mudou. A China e a Itália são atualmente os maiores produtores mundiais de pêssego.

O pessegueiro tem uma vida produtiva de 15-20 anos, com entrada em produção aos 3 anos e atinge a plena produção aos 6-12 anos. Esta árvore pode viver mais de 25-30 anos. As flores têm a coloração rosada ou roxa e surgem no início da primavera.

A maioria das variedades são auto-férteis, não necessitando de outras cultivares para ter produção. A polinização pode ser feita pelos insetos (abelhas) ou pelo vento. Relativamente às técnicas de cultivo, deve-se utilizar uma subsoladora, para romper o solo e permitir a infiltração de água e o seu arejamento, não revirando as camadas. As multiplicações são feitas por estacaria (enxerto de gema) e cultura em vitro.

A data de plantação recomendada acontece ao principio do inverno até ao início da primavera. Deve ser feita com um compasso de 4x5 ou 6x6. A poda tem geralmente lugar no fim do inverno em forma de vaso ou eixo central e deve-se colocar uma camada de 2,5 cm de mulching (palha ou outra erva seca).

Podemos plantar algumas culturas hortícolas entre as linhas do pomar, nomeadamente ervilhas, feijão, melão, alface, nabo, tomate, colola, alho e batata-doce, todas até aos quatro anos de vida da árvore. A partir desta data só adubo verde. Só se deve regar em verões secos, por gota-a-gota e intensificar desde a formação do crescimento do fruto.

O pêssego não suporta geadas tardias e ventos fortes, é sensível a carências de ferro e pouco tolerante ao encharcamento. A colheita é feita em julho e agosto mas também pode ocorrer entre o final da primavera e o princípio do verão, quando a cor (adquire uns tons mais avermelhados), a firmeza da polpa (fica mais mole) e o perfume (fica com um cheiro mais intenso) se alteram.

Texto: Pedro Rau (engenheiro hortofrutícola)

quarta-feira, 7 de março de 2012

Alfarrobeira


Alfarrobeira


As razões para cultivar esta árvore

Para os cavalos, são um autêntico pitéu mas em utilização doméstica dá para produzir melaço para gelado ou licor para aquecer os dias frios. O género Ceratonia é constituído unicamente por duas espécies, a C. Siliqua ou alfarrobeira e a C. oreothauma, originária de Oman e Somália. É uma árvore sensível ao frio que testo no nosso clima. Segundo os botânicos, são descendentes de leguminosas primitivas tropicais há muito desaparecidas.

A alfarrobeira é a única árvore mediterrânica que floresce no outono, particularidade das tropicais. Esse é o período em que as abelhas são raras, o que não facilita a fecundação. Com o avanço do deserto do Saara, estas plantas adaptaram-se aos climas das zonas periféricas aos habitats originais. A alfarrobeira selvagem existe em Anatólia e no Próximo Oriente e naturalizou-se no Algarve, após ter sido trazida pelos gregos.

Na Califórnia, está classificada como espécie invasora. Era tradicionalmente uma árvore de estrada, plantada com um espaçamento de 9 metros entre cada árvore. Hoje em dia, é uma árvore antirruído. Pode viver durante vários séculos. Sempre verde, dá uma sombra agradável e protege da chuva. Aceita ser podada. No palácio real de Rabat, em Marrocos, pode ver-se uma ala de alfarrobeiras podada de maneira a formar uma abóbada. Passar por aquele longo corredor de sombra luminosa é um verdadeiro prazer.

A alfarrobeira aceita os terrenos mais pobres. Podemos ler que pode ter algumas dificuldades em terrenos ácidos. Eu cultivo-a sem problemas com um pH de 5.5. Nos primeiros anos cresce lentamente, teme o vento e o frio, é necessário protegê-la e orientá-la. Quando adulta, suporta temperaturas até -7ºC. Para dar frutos necessita dos invernos quentes do Sul e do litoral.

A reprodução fiel da alfarrobeira pede o enxerto. Quando os árabes naturalizaram a cultura da alfarrobeira pelo fruto entre nós (el karub), sabiam perfeitamente enxertar. Ibn al-Awwâm descreve as variedades da época, hoje perdidas, nomeadamente a alfarrobeira suave, a alfarroba longa rabo de rato e a alfarroba redonda o sírio.

Porquê cultivar uma alfarrobeira?

É uma boa árvore de sombra. Perde uma parte das suas folhas em julho a cada dois anos e renova-as parcialmente na primavera. Se não a regar, dará menos frutos.

A produção de fruto exige a escolha de variedades selecionadas.

Infelizmente, as variedades atuais visam sobretudo a indústria da farinha e da goma (E410), extraída das sementes (Portugal é o terceiro produtor mundial de alfarroba, em expansão).

Para o pomar escolham os enxertos macho+fêmea ou hermafroditas de frutos doces. As árvores masculinas não frutificam e ocupam espaço. As vagens devem ser grandes com um bom sabor achocolatado. O melhor fruto para consumo será o tunisino polígamo Sfax. O mais doce é o californiano Santa Fé com 47% de açúcar e um delicado paladar amendoado.

A primeira razão para produzir alfarrobas é a felicidade dos cavalos. Para eles, são um verdadeiro pitéu. Não os deixem nunca aproximar-se de uma alfarrobeira porque comerão tudo o que possam. Existe um pequeno mercado europeu ao abandono de venda de alfarroba seca para os cavalos.

Uma outra utilização doméstica é o melaço de alfarroba como acontece no Líbano. Cozer as vagens de alfarroba num pouco de água, deixar reduzir formando um xarope. Este melaço é bom no gelado de baunilha. E por fim, é muito fácil fazer um bom licor de alfarroba. Precisamos de alfarrobas secas, deixe marinar dois meses em álcool alimentar a 90º C. Corte em calda de açúcar para levar o licor a menos de 40º C.

Fonte: http://mulher.sapo.pt

sábado, 12 de novembro de 2011

SANGUINHO DAS SEBES (Rhamnus alaternus)

Árvore folhosa de folha persistente.
FAMILIA: Rhamnaceae
GÉNERO: Rhamnus
ORIGEM: Toda a região mediterrânica
 UTILIZAÇÕES: Arbusto de folha persistente que atinge mais de 2 m de altura. As suas bagas são bastante apreciadas pelas aves para alimentação e os seus ramos densos como abrigo para a nidificação. A madeira tem algum valor ornamental para marcenaria. Também tem valor como espécie ornamental para jardins por ser muito rústica e bonita.



Fonte: http://cultivarbiodiversidade.blogspot.com

SABINA DA PRAIA (Juniperus turbinata)

Árvore conífera de folha persistente.
FAMILIA: Cupressaceae
GÉNERO: Juniperus
ORIGEM: Toda a região mediterrânica na faixa costeira.
UTILIZAÇÕES: O fruto é comestível e pode preparar-se aguardente, embora seja mais comum utilizar-se o J. communis para o efeito. Da destilação de frutos e folhas obtêm-se óleo essencial, usado em terapia e cosmética, sendo um dos melhores desinfectantes e curativas das vias urinárias. Os frutos têm muita vitamina C, devendo no entanto ser muito cuidadosa a sua ingestão. A madeira é apreciada para a produção de móveis, já que se apresenta particularmente duradoura



Fonte: http://cultivarbiodiversidade.blogspot.com

MEDRONHEIRO (Arbutus unedo)

Folhosa de folha persistente
FAMILIA: Ericaceas
GÉNERO: Arbutus
ORIGEM: Toda a região mediterrânica e Europa Central.
UTILIZAÇÕES: O fruto é comestível e com ele pode preparar-se uma aguardente. As folhas e a casca são muito ricas em taninos e são usadas como diuréticas, anti-sépticas e também para curtir peles. Normalmente tem porte arbustivo, mas com a idade e com condições ecológicas favoráveis, pode ser uma pequena árvore. O consumo dos medronhos em grande quantidade, pode provocar embriaguez e dor de cabeça.



PINHEIRO DE ALEPO (Pinus allepensis)

Os Pinheiros de alepo são coniferas, de folha persistente.
FAMILIA: Pinaceas
GÉNERO: Pinus 
ORIGEM: Toda a região mediterrânica.
UTILIZAÇÕES: É uma espécie particularmente resistente à secura, sendo frequentemente plantada em locais calcários e semi-áridos, para evitar erosão dos solos e ainda como quebra-vento. Os troncos servem para postes de construção, para cercas e para lenha. A árvore produz resina. É plantada mais para fins de protecção do que de produção pela forma má do tronco.



PINHEIRO MANSO (Pinus pinea)

Os Pinheiros Mansos são árvores coníferas, de folha persistente.
FAMILIA: Pinaceas
GÉNERO: Pinus
ORIGEM: Toda a região mediterrânica.
UTILIZAÇÕES: A semente, (pinhões), oleosas e ricas em nutrientes, são muito apreciados para alimentação. A madeira emprega-se em vigamentos, carpintaria e construção naval. Muito importante para protecção dos solos arenosos e na fixação das dunas, É uma árvore ornamental de grande valor. Em alamedas e jardins proporciona uma sombra densa e muito agradável. Resistente à poluição urbana.



FREIXO (Fraxinus angustifolia)

Os Freixos são árvores folhosas, de folha caduca.
FAMÍLIA: Oleaceas
GÉNERO: Fraxinus
ORIGEM: Toda a região mediterrânica.
UTILIZAÇÕES: Tem uma madeira clara, resistente e muito boa para mobiliário, também utilizada em cabos de ferramenta e construção de instrumentos musicais. As suas folhas podem servir de forragem para gado. O freixo possui grande interesse ornamental. É resistente à poluição urbana. As folhas e casca têm propriedades medicinais, como calmante da febre e anti-reumático.


SOBREIRO (Quercus suber)

Os Sobreiros são árvores folhosas, de folha persistente.
FAMÍLIA: Fagaceas
GÉNERO: Quercus
ORIGEM: Península Ibérica e norte África.
UTILIZAÇÕES: Muito importante pelo valor comercial da cortiça. Faz uma boa protecção dos solos e é um precioso aliado na luta contra os incêndios. Por outro lado a cortiça protege a árvore do fogo e também serve de abrigo a inúmeros animais, (sobretudo insectos e plantas) musgos, líquenes e até algas microscópicas. Os frutos são muito apreciados por muitas espécies de animais selvagens e domésticos.


CARVALHO CERQUINHO (Quercus faginea)

Os Carvalhos são árvores folhosas, de folha caduca.
FAMÍLIA: Fagaceae
GÉNERO: Quercus
ORIGEM: Península Ibérica e norte África.
UTILIZAÇÕES: A madeira do Carvalho Português é muito boa para a construção, sob a forma de vigas. Serve igualmente como combustível. As folhas e frutos podem ser usados como alimento para o gado. È muito apreciado como árvore ornamental.


Fonte: http://cultivarbiodiversidade.blogspot.com