segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Dica para FECHAR SAQUINHOS PLÁSTICOS

Corte logo abaixo do gargalo usando tesoura, estilete ou outro cortador...


Descrição: 1.1149906676@web113612.mail.gq1.yahoo.com


Passe o saco plástico por dentro do gargalo cortado....


Descrição: 2.1149906676@web113612.mail.gq1.yahoo.com


Depois basta fechar com a tampa.
E pode usar nas embalagens de mantimentos, pães etc


O Sábio egipcio e o turista americano

Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo, no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio.

O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.

Onde estão seus móveis? - perguntou o turista. E o sábio, bem depressa, perguntou também: E onde estão os seus...? Os meus?! - surpreendeu-se o turista - mas eu estou aqui só de passagem! Eu também... - concluiu o sábio.

"A vida na Terra é somente uma passagem... No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, e esquecem de ser feliz."

domingo, 2 de outubro de 2011

Receita do Chaí - Chá Indiano (Método DeRose)

Ingredientes:

  • 1 Lt de água;
  • 1/2 de copo açucar;
  • 1 pau de canela;
  • 1/2 copo de leite em pó;
  • 1 colher de chá preto;
  • 2 ou 3 sementes de cardamomo
  • Gengibre
Preparação:
  1. medir 1 Lt de àgua e aquecer até ferver
  2. diluir o leite em pó
  3. lavar e ralar o gengibre
  4. colocar o açucar e a canela numa panela e levar ao lume, utilizando 1 colher de pau, mexer até ter calda
  5. adicionar o gengibre e misturar bem
  6. acrescentar a água e o cardamomo triturado
  7. deixe ferver e após a fervura baixar o lume e aguardar 5 minutos
  8. adicionar o leite diluido e esperar mais 1 minuto
  9. desligar o lume, adicionar o chá preto e esperar mais um minuto
  10. coar o chá para uma garrafa térmica e servir.
Fonte: Método DeRose (desenvolvido por Vanusa e Leonardo Spiúla)

terça-feira, 20 de setembro de 2011

A Égrégora



Egrégora provém do grego egrégoroi e designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade.
Todos os agrupamentos humanos possuem suas egrégoras características: todas as empresas, clubes, religiões, famílias, partidos, etc.
Egrégora é como um filho coletivo, produzido pela interação "genética" das diferentes pessoas envolvidas. Se não conhecermos o fenômeno, as egrégoras vão sendo criadas a esmo e os seus criadores tornam-se logo seus servos, já que são induzidos a pensar e agir sempre na direção dos vetores que caracterizaram a criação dessas entidades gregárias. Serão tanto mais escravos quanto menos conscientes estiverem do processo. Se conhecermos sua existência e as leis naturais que as regem, tornamo-nos senhores dessas forças colossais.
Por axioma, um ser humano nunca vence a influência de uma egrégora caso se oponha frontalmente a ela. A razão é simples. Uma pessoa, por mais forte que seja, permanece uma só. A egrégora acumula a energia de várias, incluindo a dessa própria pessoa forte. Assim, quanto mais poderoso for o indivíduo, mais força estará emprestando à egrégora para que ela incorpore às dos demais e o domine.
A egrégora se realimenta das mesmas emoções que a criaram. Como ser vivo, não quer morrer e cobra o alimento aos seus genitores, induzindo-os a produzir, repetidamente, as mesmas emoções. Assim, a egrégora gerada por sentimentos de revolta e ódio, exige mais revolta e ódio. No caso dos partidos ou facções extremistas, por exemplo, são os intermináveis atentados. No das revoluções, freqüentemente, os primeiros líderes revolucionários a alcançar o poder passam de heróis a traidores. Terminam os seus dias exatamente como aqueles que acabaram de destronar (segundo Richelieu, ser ou não ser um traidor, é uma questão de datas).
Já a egrégora criada com intenções sãs, tende a induzir seus membros a continuar sendo saudáveis. A egrégora de felicidade procura "obrigar" seus amos a permanecer sendo felizes. Dessa forma, vale aqui a questão: quem domina a quem? Conhecendo as leis naturais, você canaliza forças tremendas, como o curso de um rio, e as utiliza em seu benefício.
A única maneira de vencer a influência da egrégora é não se opor frontalmente a ela. Para tanto é preciso ter Iniciação, estudo e conhecimento suficiente sobre o fenômeno. Como sempre, as medidas preventivas são melhores do que as corretivas. Portanto, ao invés de querer mudar as características de uma determinada egrégora, o melhor é só gerar ou associar-se a egrégoras positivas. Nesse caso, sua vida passaria a fluir como uma embarcação a favor da correnteza. Isso é fácil de se conseguir. Se a egrégora é produzida por grupos de pessoas, basta você se aproximar e freqüentar as pessoas certas: gente feliz, descomplicada, saudável, de bom caráter, boa índole. Mas também com fibra, dinamismo e capacidade de realização; sem vícios nem mentiras, sem preguiça ou morbidez. O difícil é diagnosticar tais atributos antes de se relacionar com eles.
Uma vez obtido o grupo ideal, todas as egrégoras geradas ou nas quais você penetre, vão induzi-lo à saúde, ao sucesso, à harmonia e à felicidade.
Os antigos consideravam a egrégora um ser vivo, com força e vontade próprias, geradas a partir dos seus criadores ou alimentadores, porém, independente das de cada um deles. Para vencê-la ou modificá-la, seria necessário que todos os genitores ou mantenedores o quisessem e atuassem nesse sentido. Acontece que, como cada um individualmente está sob sua influência, praticamente nunca se consegue superá-la.
Se você ocupa uma posição de liderança na empresa, família, clube, etc., terá uma arma poderosa para corrigir o curso de uma egrégora. Poderá afastar os indivíduos mais fracos, mais influenciáveis pelos condicionamentos impostos pela egrégora e que oponham mais resistência às mudanças eventualmente propostas. É uma solução drástica, sempre dolorosa, mas, às vezes, imprescindível.
Se, entretanto, você não ocupa posição de liderança, o mais aconselhável é seguir o ditado da sabedoria popular: os incomodados que se mudem. Ou seja, saia da egrégora, afastando-se do grupo e de cada indivíduo pertencente a ele. Isso poderá não ser muito fácil, mas é a melhor solução.
Outro fator fundamental neste estudo é o da incompatibilidade entre egrégoras. Como todo ser humano está sujeito a conviver com a influência de algumas centenas de egrégoras, a arte de viver consiste em só manter no seu espaço vital egrégoras compatíveis. Sendo elas, forças grupais, um indivíduo será sempre o elo mais fraco. Se estiverem em dessintonia umas com as outras, geram um campo de força de repulsão e se você está no seu comprimento de onda, ao repelirem-se mutuamente, elas rasgam-no ao meio, energeticamente. Dilaceram suas energias, como se você estivesse sofrendo o suplício do esquartejamento, com um cavalo amarrado em cada braço e em cada perna, correndo em direções opostas.
Esse esquartejamento traduz-se por sintomas, tais como ansiedade, depressão, nervosismo, agitação, insatisfação ou solidão. Num nível mais agravado, surgem problemas na vida particular, familiar, afetiva, profissional e financeira, pois o indivíduo está disperso e não centrado. No grau seguinte, surgem neuroses, fobias, paranóias, psicopatologias diversas, que todos percebem, menos o mesclante. Finalmente, suas energias entram em colapso e surgem somatizações concretas de enfermidades físicas, das quais, uma das mais comuns é o câncer.
Isso tudo, sem mencionar o fato de que duas ou mais correntes de aperfeiçoamento pessoal, se atuarem simultaneamente sobre o mesmo indivíduo, podem romper seus chakras, já que cada qual induz movimento em velocidades, ritmos e até sentidos diferentes nos seus centros de força.
Com relação à compatibilidade, há algumas regras precisas, das quais pode ser mencionada aqui a seguinte: as egrégoras semelhantes são incompatíveis na razão direta da sua semelhança; as diferentes são compatíveis na razão direta da sua dessemelhança. Você imaginava o contrário, não é?
Todo o mundo se engana ao pensar que as semelhantes são compatíveis e ao tentar a coexistência de forças antagônicas, as quais terminam por destruir o estulto que o intentar.
Quer um exemplo da regra acima? Imagine que um homem normal tenha uma egrégora de família, uma de profissão, uma de religião, uma de partido político, uma de clube de futebol, uma de raça, uma de país e assim sucessivamente. Como são diferentes entre si, conseguem coexistir sem problemas. Aquele homem poderia ter qualquer profissão e qualquer partido político, torcer por qualquer clube e freqüentar qualquer igreja.
Agora imagine o outro caso. Esse mesmo homem resolve ter duas famílias, torcer para vários clubes de futebol, pertencer a partidos políticos de direita e de esquerda ao mesmo tempo, exercer a medicina e a advocacia simultaneamente e ser católico aos domingos, protestante às segundas e judeu aos sábados! Convenhamos que a pessoa em questão é psiquiatricamente desequilibrada. Não obstante, é o que muita gente faz quando se trata de seguir correntes de aperfeiçoamento interior: a maioria acha que não tem importância misturar aleatoriamente Yôga, tai-chi, macrobiótica, teosofia e quantas coisas mais se lhe cruzarem pela frente. Então, bom proveito na sua salada mista!
O fator de proteção da egrégora ou o Anjo Gregário
A egrégora é também um ente que pode, sob certo aspecto, ser associado ao conceito de anjo protetor. É inegável que a consolidação de laços entre o indivíduo e o grupo, integra o primeiro com um registro do inconsciente coletivo. Se você estiver identificado com a nossa egrégora, onde quer que você esteja o Anjo Gregário o envolve com suas asas protetoras. Seja dia ou noite, Américas, Europa ou Ásia, nos altos ou nos baixos da vida, você estará sempre amparado e jamais estará só. Os reveses serão bastante amortecidos, pois seu impacto cru é absorvido pelo poder gregário de milhões de irmãos desta confraria mundial sem muros. Enquanto integrado, cada um de nós tem a força de milhões. É isso que nos faz vencedores onde os demais são perdedores.

Fonte: livro Tratado de Yôga, do Mestre DeRose

terça-feira, 6 de setembro de 2011

O paradigma do emprego

Que época rica em almas inspiradas! Alexandre Dumas, Victor Hugo, George Sand, Honoré de Balzac, Lizst… Esses e tantos outros, todos juntos numa só época e num só lugar!

Balzac já havia escrito uma carrada de livros, era o mais lido em Paris e suas obras um sucesso pelo mundo afora. A essa altura sua mãe lhe disse: “Honoré, você não nasceu para escrever. Maldita hora em que enfiou essa idéia na cabeça. Você deveria ter um emprego regular e receber um salário, ao invés de viver cheio de dívidas e ser insultado nos jornais pelos críticos que o ridicularizam com suas caricaturas!” Até a Igreja colocou o nome de Balzac na lista negra, considerando seus livros perniciosos. Balzac, o herege, o maldito.

Ah! Se Balzac tivesse ouvido sua mãe… Ah! Se eu tivesse ouvido a minha mãe… Hoje a literatura não teria La Comédie Humaine e eu seria um empregado numa empresa qualquer. Não teria escrito mais de vinte livros, não teria viajado o mundo todo tantas vezes, não teria mudado para melhor a vida de tanta gente. Teria me limitado a trabalhar para viver e viver para trabalhar como as legiões de empregados infelizes, sem motivação, que viveram e morreram sem nunca saber a que vieram ao mundo. Nesta idade, provavelmente, eu estaria velho, pobre e doente, como em geral estão os empregados nessa fase da vida, ansiando por uma aposentadoria que, longe de ser libertadora, constituiria o prenúncio do fim.

Mas, se a instituição do emprego é nociva, por que nossos pais nos aconselham a sermos empregados? Pior: eles nos doutrinam, pressionam e, muitas vezes, obrigam a esse destino desafortunado e sem perspectivas.

Conscientize-se desta realidade humilhante. Um amigo pergunta: “O que o seu filho faz?” E o pai tem que responder: “Ele é um empregado.” Numa situação assim embaraçosa, é normal que esse genitor justifique: “Mas ele está muito bem. É uma carreira de futuro. Trabalha numa grande empresa.” (Com sorte e se trabalhar direito, dentro de dez anos ele poderá estar ganhando bem, se não for despedido antes.)

Quando escuto isso sinto como se o pai de um escravo no Império Romano estivesse respondendo: “Meu filho é escravo. Mas ele está muito bem. Trabalha para um rico senhor, muito conceituado.”

E se o filho ou filha encontra um caminho melhor, instala-se em casa um clima de tragédia e tortura psicológica. Mas os pais não querem justamente o bem dos seus filhos?

Querem. Contudo, são condicionados pelo Sistema e acham honestamente que o melhor é ser empregado.

Primeiro paradigma: o sistema de escravagismo

Os historiadores estimam que nos últimos 50.000 anos, desde o período pré-histórico até o final do século XIX, o escravagismo era um princípio aceito e praticado por quase todos os povos. Pode-se declarar, então, que a humanidade sempre explorou a escravatura e que a supressão dela no século XX foi um pequeno espasmo, um soluço na história laboral. Era considerada uma prática natural, pois, se não fossem os escravos, quem construiria as grandes obras e quem trabalharia nas residências? O trabalho escravo parecia ter todas as vantagens e sempre contou com o beneplácito da religião. Mesmo pessoas tidas como bondosas e inteligentes não viam nada demais em ter escravos.

Segundo paradigma: a revolução industrial

Num dado momento, ocorreu um arroubo de transição reforçado, em grande parte, pela revolução industrial. A maior parte das nações e quase todos os intelectuais, repentinamente, despertaram da sua letargia e declararam-se contra a escravidão. A nova onda era o emprego! O que eles não confessaram – talvez nem se tenham dado conta – é que a legião de empregados era apenas uma leve adaptação do sistema de escravagismo. Ninguém quis reconhecer que a instituição da mão de obra descartável beneficiava a todos, menos aos empregados que eram explorados para que o Sistema se mantivesse em movimento. Sem a massa anônima de empregados, as indústrias não funcionariam; o comércio entraria em colapso; e os serviços, quem os faria? Portanto, o melhor sempre foi usar um tapa-olho e enxergar só a metade que convinha à sociedade.

Nessa ótica, os empregados são como os soldados de um exército. Os generais sabem que os soldados estão ali para ser sacrificados. Antes de uma batalha são avaliadas as expectativas de baixas: 30%, 50%, 70% – mas a batalha precisa ser ganha. Para a instituição militar, se o comandante tivesse pena de enviar seus comandados para a carnificina, estaria subvertendo o Sistema e seria, ele próprio, sacrificado.

Na instituição do emprego é a mesma coisa. Os empregados ganham mal, são humilhados, contraem doenças laborais e vivem na corda bamba, já que a qualquer momento podem ser demitidos. E o serão, inexoravelmente. Todo empregado já esteve desempregado e sabe que o estará outras vezes. Então, por que cargas d’água nossos pais nos empurram para esse destino impiedoso? Porque toda a sociedade tem que ser condicionada, mediante uma verdadeira lavagem cerebral sistemática, a considerar que a única opção é ser empregado.

É a mesma coisa com o militarismo. É melhor achar bonito um batalhão marchando ao som de hinos marciais, com seus uniformes e armas viris; é melhor louvar o heroísmo e condecorar os mortos. Porquanto, se questionássemos isso, o que poríamos no lugar? Como garantiríamos a soberania nacional? Como defenderíamos nossos lares?

Assim, mandamos nossos filhos para o sacrifício do emprego, um verdadeiro holocausto, achando que é para o bem deles. Não é. É para o bem da sociedade, que se nutre das vidas dilaceradas de tantos jovens que são obrigados a humilhar-se por um salário ofensivo, em um emprego sem segurança. Mas, se não tem segurança, por que nossos pais aplicam o chavão “a segurança de um emprego”?

É sabido que as empresas demitem. É sabido que se você for demitido com mais de trinta anos de idade será difícil conseguir outra colocação. Com mais de trinta e cinco será quase impossível. Conheço profissionais capacitados, com diversos diplomas, que ficaram desempregados por vários anos. Por que ocorre isso? Primeiro, porque o Sistema educa as pessoas para ser empregadas como ideal de vida. Os cursos técnicos e as faculdades todos os anos despejam milhões recém-formados no mercado de trabalho. Isso cria uma oferta maior que a procura, o que desvaloriza o profissional e o obriga a aceitar condições indignas. Segundo, porque um recém-formado tem mais entusiasmo, dedica-se mais, exige menos regalias e aceita um salário mais modesto. Tudo isso, porque ele é jovem, cheio de esperanças, está ali para vencer e quer tomar o lugar dos mais antigos. Como vantagem adicional, tendo sido formado mais recentemente, deve estar mais atualizado. Quem você acha que o empregador vai preferir? O veterano que tem quase dez anos de casa, está mais velho, mais acomodado, já tem família, precisa ganhar mais, exige regalias e não aceita certas tarefas nem hora extra? Quem você acha que o empregador vai preferir? Isso mesmo. Qualquer um escolheria o mais novo. A tão propalada segurança do emprego é uma balela.

Terceiro paradigma:
a obsolescência da relação patrão/empregado

Em pleno século XXI, podemos afirmar sem margem de erro que o conceito de emprego e a relação patrão/empregado estão obsoletos. Ainda vão durar bastante, pois a mudança de paradigma demora muito para se processar. Contudo, hoje já existem plenas condições de sucesso para os jovens que optarem por carreiras não convencionais. Aliás, é onde se encontram as maiores e melhores oportunidades.

Acontece que toda a sociedade está estruturada para produzir um contingente humano que constitua força de trabalho. Por isso, desde pequenos sempre escutamos: “Você tem que estudar para conseguir um bom emprego.” Tudo gira em torno disso. Emprego para o homem e casamento para a mulher. Até parece que estamos escrevendo no início do século passado! No entanto, as coisas continuam assim. É como os cadarços dos sapatos. Há mais de meio século, quando eu ainda era criança, lançaram os primeiros calçados sem cordão. Eram os sapatos de fivela. Tempos depois introduziram o elástico. Depois, o velcro. Depois, o zíper. E até hoje a maior parte dos sapatos continua usando os absurdamente unpractisch cadarços que dão trabalho para calçar, para descalçar e desamarram-se o tempo todo, fazendo crianças e adultos tropeçar e cair. Por que continuam usando uma coisa dessas, trabalhosa, sem praticidade e perigosa, ao invés de substituí-la por alguma das muitas alternativas mais modernas? A explicação é que o humanóide demora a incorporar as mudanças.

Com a universidade é a mesma coisa. Antigamente, poucos tinham o privilégio de estudar. O diploma era cobiçado. Os tempos mudaram, não obstante, ainda hoje é assim, especialmente para aqueles que não puderam estudar na época em que ter diploma era chique. Naquela época era um diferencial. Hoje todo o mundo tem diploma. E ele não vale mais nada. Foi banalizado. Quem cursa uma faculdade “para conseguir um bom emprego” vai ficar desempregado se não fizer uma pós-graduação no exterior, mestrado, doutorado, especializações etc. Isso custa caro. Custa tempo. Anos verdes de vida, anos preciosos de início de carreira na juventude. Quando o brilhante e esforçado estudante consegue ingressar no mercado de trabalho terá perdido tanto tempo que jamais aprenderá a ganhar dinheiro, como o aprenderam aqueles que, sem diploma algum, começaram a trabalhar em tenra idade.

Estaríamos pregando que os jovens deixassem de estudar? De forma alguma. Defendemos o direito de quem quiser estudar para ser empregado numa carreira comum, que o seja; mas, por outro lado, que respeitemos a liberdade de escolha de quem quiser seguir uma carreira nova, criativa, inusitada, que o realize e gratifique mais. Ainda que seja a de saxofonista ou a de instrutor do Método DeRose!


Fonte: http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/o-paradigma-do-emprego

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Posso ter defeitos, viver ansioso

"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e que posso evitar que ela vá a falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas.
Um dia vou construir um castelo..."


(Fernando Pessoa)

terça-feira, 12 de julho de 2011

Forno Solar

Finalmente, um projeto que pode ser realizado em 2 a 4 horas com um custo mínimo.Ficou comprovado através de pesquisas feita em Seattle e Arizona, que um forno para cozinhar com a luz solar é mais simples de ser construído do que muitos métodos simples usados atualmente. Recentes descobertas proporcionam um método mais simples e eficiente para a construçao de um forno solar, em poucas horas e com pouco dinheiro ou recursos. Isto também será um bom projeto para ser utilizado em oficinas, além do que se despenderá menos tempo na construçao e mais na discussao da concepçao do forno solar, tais como: materiais alternativos, métodos de cozimento, ambientes culturais, etc. Siga as instruçoes abaixo, para desenvolver o seu projeto:

  • Isolar as paredes nao é o essencial — um espaço de ar é tudo o que será necessário.
  • O papel de alumínuo pode ser reduzido para somente uma camada (apesar de que uma camada de papel alumínio dentro de cada caixa tornará o forno mais quente).
  • O espaço de ar entre as paredes pode ser bem pequeno. O menor espaço de ar que foi testado é uma polegada, mas nós acreditamos que com muito menor espaço ele funcionará.
  • Qualquer tamanho de forno funcionará. Porém, em geral, os fornos mais largos serao mais quentes. O fator limite será a proporçao entre a quantidade de comida e o tamanho do forno (no final de setembro, em Seattle, foi cozinhado um litro de beterraba usando-se um forno com um orifício de 25cm x 35cm).
  • Nossa experiência mostra que uma camada dupla de membrana de plástico funciona no mínimo tao bem quanto um simples espelho.
  • Fornos baixos funcionam melhor porque possuem menor área para concentrar o calor. É melhor que o forno seja um pouco maior do que a panela que for usada.

Um Projeto Novo e Simples

Tendo estes fatos em conta, nós podemos assegurar que o forno solar pode ser construído por qualquer um que tenha acesso à caixa de papelao, alumínio, cola (a cola feita com trigo funciona muito bem) e plástico ou espelho.
Que Será Preciso:

  • Duas caixas de papelao, feitas em casa, achadas ou compradas. Qualquer tamanho funcionará. A proporçao entre as duas caixas nao é crítica. Sugerimos que a caixa de dentro tenha no mínimo 38cm x 38cm. A caixa de fora deve ser larga em toda a volta, tendo no mínimo 2.5cm de diferença entre as duas caixas para o espaço de ar. A distância entre as duas caixas nao precisa ser igual em toda a sua volta. Assim, com caixas retangulares, o comprimento deve ter um espaço de ar tao grande quanto os lados menores ou vive-versa.
  • Uma folha de papelao para fazer a tampa. Esta parte deve se estender no mínimo 7.5cm em toda a volta do forno quando terminado.
  • Um pequeno rolo de papel alumínio.
  • Um pequeno jarro de tinta preta "nao tóxica" ou "fuligem preta" de madeira limpa.
  • No mínimo 8 once de cola branca ou cola de trigo.


Construindo a Base

Dobre as abas fechando-as no topo da caixa de fora; coloque a caixa de dentro em cima e trace uma linha em volta da caixa por cima da caixa de fora. Remova a caixa de dentro e corte junto da linha para formar um orifício no topo da caixa de fora (figura 1).

Decida qual a profundidade que se deseja para o forno (sendo no mínimo 2,5cm maior que a maior panela e 2,5cm menor que a caixa de fora) e faça um corte no canto da caixa de dentro na altura própria. Dobre cada lado para baixo formando abas estendidas (figura 2). Torna-se mais fácil dobrar quando se faz primeiro uma linha firme a partir do fim de um corte para o outro onde as abas devem ficar.
Cole o papel alumínio dentro de ambas as caixas e também na parte que restou da aba da caixa de fora. Nao perca tempo tentando manter limpo o lado de fora da caixa, uma vez que ela nunca será vista, nem terá nenhum revestimento. O lado de dentro será visível mesmo depois da montagem, desse modo, deve-se dar maior importância a ela. Cole a aba de cima fechado-a na caixa de fora.

Coloque maços de jornal amassados dentro da caixa de fora de modo que quando você colocar a caixa de dentro na caixa de fora, as abas da caixa de dentro só tocarao o topo da caixa de fora (figura 3). Cole estas abas em cima da caixa de fora. Tire o excesso no comprimento para ter o mesmo perímetro da caixa de fora. A base está terminada.


Construindo a tampa

Pegue uma folha larga de papelao e coloque em cima da base. Trace um contorno e, em seguida, corte e dobre para baixo os cantos para formar a tampa com 7.5cm. Dobre e cole os cantos em volta (figura 4). Adapte o enrugamento da folha de modo que elas fiquem da esquerda para a direita assim, mais tarde, poderá ser inserido o suporte dentro da parte enrugada da caixa (figura 5).

Uma maneira de se fazer a tampa se encaixar bem é manter um lápis ou caneta contra o lado de fora da caixa quando se estiver preparando-a (figura 5). Para fazer a aba refletora, trace uma linha na tampa formando um retângulo no mesmo tamanho que o forno aberto. Corte em volta dos três lados e dobre a aba resultante para cima formando o refletor (figura 6). Coloque papel alumínio no lado de dentro da aba. Para fazer um suporte inclinado, use um arame grosso (tipo o usado para fazer cabide) com 30cm de comprimento, como o indicado na figura 6. Insira-o na parte enrugada da caixa, como exibido.
Próximo passo, vire a tampa de cabeça para baixo e cole o saco próprio para cozinhar (ou um material envidraçado) no lugar. Isto faz uma camada dupla de plástico. As duas camadas tendem a separar cada um para formar um espaço de ar como no forno. Quando se usa este método, é importante também colar o saco fechado com o fundo aberto. Isto impede que o vapor d'água entre no saco e se condense. Como alternativa, pode-se cortar qualquer tamanho do saco aberto para formar uma folha plana e largo o bastante para cobrir o forno aberto.
Finalmente, para fazer o tabuleiro, corte um pedaço de papelao, do mesmo tamanho do fundo do interior do forno e aplique papel alumínio em um lado. Pinte o lado em que está o papel alumínio de preto e deixa ele secar. Coloque-o no forno (o lado preto para cima) e coloque as panelas sobre isto quando estiver cozinhando.

Improvisando Eficiência

O forno construído, cozinhará muito bem durante a maior parte do verao. Caso se deseja melhorar a eficiência para ser capaz de cozinhar quando o tempo estiver nublado, pode-se modificar seu forno em qualquer ou de todas as maneiras a seguir:

  • Faça pedaços de papelao envoltos em papel alumínio do mesmo tamanho que os lados do forno e coloque-os nos espaços da parede.
  • Faça um novo refletor do tamanho da tampa.
  • Faça um tabuleiro usando alumínio reluzente e coloque-o na parte inferior do forno em pequenas tiras de papelao.
Fonte: http://solarcooking.org/portugues/minimum-pt.htm