sexta-feira, 18 de maio de 2012

texto da prática básica de swásthya yôga


LOCUÇÃO DA PRÁTICA
SwáSthya é um termo sânscrito que significa auto-suficiência, saúde, bem-estar, conforto, satisfação. Nada foi criado de novo. Seguimos o Yôga Antigo, ao qual apenas se conferiu uma sistematização contemporânea. Para aprender o nome do Yôga que você pratica, pronuncie comigo: SwáSthya.
Iniciemos nossa prática de SwáSthya Yôga, o Yôga mais completo do mundo, sentando-nos em qualquer posição firme e agradável, com as pernas cruzadas e as costas eretas (ilustração nº 1). A prática que faremos a seguir denomina-se ashtánga sádhana, por ser constituída por oito partes ou angas e é a característica principal do SwáSthya ortodoxo.

1º ANGA: MUDRÁ - GESTO REFLEXOLÓGICO FEITO COM AS MÃOS

Os mudrás são usados no Yôga como chaves, selos ou senhas para penetrar em determinados setores do inconsciente coletivo.
Façamos primeiramente o tradicional Shiva mudrá. Os homens coloquem o dorso da mão direita sobre a palma da mão esquerda. As mulheres, o dorso da mão esquerda sobre a palma da mão direita. E ambas as palmas para cima, pousadas sobre as pernas ou os pés, conforme a posição na qual você estiver sentado. Concentre toda a sua atenção nas mãos assim colocadas. Este mudrá proporciona um estado de receptividade no qual você deve tornar-se apto a receber esta herança milenar. As mãos em concha simbolizam a sua disposição de colher nesse cálice os ensinamentos dos Mestres da antiguidade que chegaram até nós graças ao trabalho daqueles que se dedicaram a este nobre ideal. Shiva foi o criador do Yôga, portanto o primeiro yôgi e Mestre de todos os demais. Assumimos o "gesto de Shiva", pois queremos identificar-nos com a origem primeira do Yôga mais autêntico.
Passe agora para o prônam mudrá (ilustração nº 2), unindo as palmas das mãos, uma à outra, e ambas à frente do peito. Este gesto representa um cumprimento mútuo entre nós, e é ele que estabelece o início formal da nossa prática, desencadeando o estado de Yôga dentro de nós. Procure vivenciá-lo plena e profundamente.
Mantendo o primeiro anga, passemos ao...

2º ANGA: PÚJÁ - RETRIBUIÇÃO ÉTICA DE ENERGIA

Tal como foi feito na Índia durante dezenas de séculos, vamos proceder à solenidade das quatro saudações prévias.
O pújá é a parte mais importante da prática, pois proporciona a identificação com nossos arquétipos através do Instrutor que é o portador desta preciosa tradição milenar.
O praticante mais experiente leva muito a sério esta saudação, pois já experimentou seus efeitos. Já pôde comparar a diferença entre a prática na qual ele conseguiu fazer um bom pújá e outras nas quais não o fez. Se você o executar corretamente, isso vai lhe trazer efeitos proporcionais ao seu empenho.
Primeira parte do pújá - é feita ao local da prática.
Visualize o espaço vital em torno do seu corpo, com o seu comprimento de onda característico e com a forma de uma redoma luminosa. Mentalize que ela se torna alaranjada brilhante e que se expande, impregnando todo este aposento com uma forte vibração de alegria, saúde, prosperidade, carinho e energia. Visualize que as redomas energéticas de todos os Mestres e discípulos que praticam este tipo de Yôga se fundem numa só, estabelecendo uma corrente protetora indestrutível, de companheirismo, coesão, amizade e união entre todos nós. Daqui para frente estaremos mais unidos.
Segunda parte do pújá - ao Instrutor que ministra esta prática.
Quando a prática é ministrada pessoalmente por um Instrutor é a ele, que está diante da turma, que este pújá deve ser ofertado. No caso de prática gravada ou escrita, devemos outorgar a retribuição a quem a tiver gravado, a fim de estabelecer sintonia com esse Instrutor. Em qualquer desses casos, visualize que das suas mãos, do plexo solar e da testa partem emanações de luz alaranjada em direção ao Instrutor. Reforce a firme intenção de que essas emanações de luz o envolvam com saúde, vitalidade, amor, felicidade e votos de longevidade.
Terceira parte do pújá - ao Mestre mais antigo da nossa linhagem.
Como se fossem degraus de uma escadaria, os graus de pújá vão-se sucedendo para conduzir o praticante cada vez mais perto das origens do SwáSthya Yôga. Através do seu Instrutor, você agora vai alcançar o Mestre vivo mais antigo da nossa linhagem.
Imagine que do seu coração parte um feixe de luz dourada que vai envolver o Mestre, transmitindo-lhe força, saúde, alegria e muito amor. Praticando sem a sua presença física, mentalize o rosto ou o nome do Mestre. Como parte objetiva do pújá, a partir de hoje realize ações efetivas e concretas em prol da obra e do bom nome do Mestre.
Quarta parte do pújá - a Shiva, o criador do Yôga.
Shiva foi o criador do Yôga, o homem que viveu na antiguidade e a quem devemos esta herança cultural. Ofertemo-lhe o nosso compromisso de preservar e disseminar o Yôga Antigo, ensinando-o ao máximo possível de pessoas; ofertemos o nosso coração pleno de sinceridade e entusiasmo; e ofertemo-lhe os mantras que faremos a seguir.

3º ANGA: MANTRA - VOCALIZAÇÃO DE SONS E ULTRA-SONS

Primeiramente, vamos executar kirtan para conquistar a extroversão e depois japa, para a introversão. No conjunto, os mantras deste tipo de prática visam à desobstrução dos meridianos pelo ultra-som.
Façamos o kirtan ÔM namah Shivaya, de acordo com o mantra disponível para download, para que seja executado de forma correta e possa produzir os efeitos desejados.
...............................[Execução do mantra]......................................
Vocalizemos o japa ÔM 27 vezes, na modulação exata da gravação.
...............................[Execução do mantra]......................................
Podemos terminar o anga mantra com o ÔM contínuo.
...............................[Execução do mantra]......................................

4º ANGA: PRÁNÁYÁMA - EXPANSÃO DA BIOENERGIA ATRAVÉS DE RESPIRATÓRIOS

Inicie as técnicas respiratórias pousando suavemente as mãos sobre os joelhos, com os dedos indicador e polegar unidos em jñána mudrá, e as palmas para cima, se for dia, ou para baixo, se for noite.
Os que já são mais antigos podem iniciar pelo bandha kúmbhaka, isto é, respiração completa, com ritmo e com bandhas. Os demais comecem a respirar naturalmente, observando que as costas devem estar bem eretas, o corpo descontraído e a respiração exclusivamente nasal, profunda, abdominal e silenciosa.
Sinta o ar penetrando pelas narinas, percorrendo todos os condutos respiratórios até os pulmões e, uma vez nestes, o sangue assimilando a bioenergia, transmitindo-a a cada célula de cada órgão, de todo o seu organismo.
Inspire, projetando o abdômen para fora, expire, contraindo-o. Guarde esta regra: quando o ar entra, o abdômen sai; quando o ar sai, o abdômen entra. Repetindo: ar para dentro, barriga para fora; ar para fora, barriga para dentro.
Inspire projetando a barriga para fora e tombando a cabeça para trás. Nesse ponto, comprima a língua contra o céu-da-boca, aquela região macia perto da garganta.
Expire em seguida, puxando a barriga para dentro e tombando a cabeça para frente, comprimindo o queixo contra o peito. Neste ponto faça a contração dos esfíncteres do ânus e da uretra. Enquanto mantiver essa contração procure sentir sua atuação na revitalização dos órgãos sexuais. Continue: inspirando, barriga para fora, cabeça para trás, língua contra o palato. Retenha alguns instantes... depois expire, cabeça para frente, abdômen bem para dentro e contração dos esfíncteres.
Depois de repetir algumas vezes a primeira técnica, de respiração abdominal ou completa, passe ao respiratório seguinte, que é o bhastriká, a respiração do sopro rápido. Inspire e expire aceleradamente pelas narinas, com força e ruído, bem alto, rápido e forte, mas sem contrair a fisionomia e sem sacudir os ombros.
...............................[Execução do pránáyáma]......................................
A hiper-oxigenação proporcionada por esta técnica é extremamente eficaz para eliminar estados depressivos. Também auxilia muito a quem precisa de raciocínio rápido.
Passe agora à respiração alternada, sukha púrvaka ou vamah krama (ilustração nº 3), conforme lhe confiramos ritmo ou não.
Preste atenção: mantendo o jñána mudrá, dedos indicador e polegar unidos, obstrua com o dedo médio da mão direita a sua narina direita e inspire pela esquerda. Quando os pulmões estiverem cheios, troque a narina em atividade, fechando agora a esquerda e expirando pela direita. Com os pulmões vazios não troque e inspire pela direita. Com os pulmões cheios, troque a narina em atividade e expire pela outra.
Continue o mesmo processo, alternando as narinas sempre que os pulmões estiverem cheios e jamais quando estiverem vazios. Lembre-se de que os nossos respiratórios têm as costas sempre eretas e a respiração, a não ser em caso de exceção, é absolutamente silenciosa.
Uma vez familiarizado com este vamah krama, você pode transformá-lo em sukha púrvaka, uma técnica mais adiantada, acrescentando-lhe ritmo. Inspire por uma narina em um determinado tempo, retenha o ar durante quatro vezes o mesmo tempo e expire em duas vezes o tempo da inspiração. Temos, então, o ritmo 1-4-2. Por exemplo: inspire em três segundos por uma narina, retenha o ar durante doze e expire em seis segundos pela outra narina.
Continue executando a respiração completa durante esse respiratório alternado, bem como em qualquer outro respiratório e, ainda, durante o dia inteiro, na sua vida cotidiana. A respiração completa consiste em encher plenamente os pulmões, dilatando sucessivamente a parte baixa, média e alta, e expirando de forma inversa, soltando o ar da parte alta, média e baixa dos pulmões.
Ao terminar a respiração alternada, faça-o expirando pela narina esquerda, uma vez que iniciou inspirando por ela. Dando seqüência à prática de SwáSthya Yôga, passe ao...

5º ANGA: KRIYÁ - ATIVIDADE DE PURIFICAÇÃO DAS MUCOSAS

Quem quiser melhorar os olhos e a visão deve, neste ponto, realizar os trátakas, cuja orientação é prestada periodicamente nas sessões de treinamento (ilustração nº 4).
Os demais levantem-se sem o auxílio das mãos e, uma vez em pé, passem às posições de contração abdominal, com as pernas ligeiramente afastadas e levemente flexionadas, e as mãos pressionando as coxas. Os mais adiantados devem executar logo o nauli kriyá (ilustração nº 6). Os outros, sigam estas instruções preparatórias.
Expire puxando a barriga bem para dentro e sustentando-a assim, enquanto for possível, sem ar. Este é o tamas uddiyana bandha (ilustração nº 5), um excelente exercício para reduzir o abdômen. Depois, inspire. Soltando novamente o ar, repita a técnica, agora dinamicamente, fazendo diversas contrações abdominais sucessivas, sem ar, puxando a barriga para dentro e soltando-a, para dentro e soltando-a, mas sem respirar. Precisando respirar é sinal de que o rajas uddiyana bandha terminou. Passe então ao...

6º ANGA: ÁSANA - TÉCNICA ORGÂNICA, FIRME E AGRADÁVEL

Junte os pés e coloque as mãos em prônam mudrá, com as palmas unidas uma à outra e ambas à frente do peito. O nome desta posição é rája pádásana (ilustração nº 7). Mantenha as pontas dos pés juntas e feche os olhos para aprimorar o senso de equilíbrio. Tão logo se considere em equilíbrio, abra os olhos e, com o auxílio das mãos, traga o peito do pé direito para sobre a coxa esquerda. Agora, se puder, solte o pé e traga as mãos para o prônam mudrá. Este é o ardha vrikshásana (ilustração nº 8), que tonifica os órgãos digestivos e os rins.
Para executar o rája vrikshásana (ilustração nº 9), inspire elevando os braços com as mãos em prônam mudrá acima da cabeça, expire e abaixe o tronco tocando com as pontas dos dedos no solo, sem flexionar a perna estendida e permanecendo sem ar.
Não podendo mais reter sem ar, retorne, inspirando e elevando o tronco, expirando e baixando os braços outra vez para o peito. Desfaça toda a posição e compense para o outro lado, rigorosamente da mesma forma.
Se você ainda tem pouco equilíbrio, mantenha os olhos abertos e olhe fixamente para um ponto em frente. Concentre-se na planta do pé que está no chão e coloque-o em concha para ter mais apoio. Lembre-se da regra geral: todos os movimentos para cima são acompanhados de inspiração e para baixo, de expiração. Se você não consegue se equilibrar continue tentando, mas não se apóie na parede! Se você já consegue, faça-o agora com os olhos fechados. Este é considerado um dos melhores ásanas de concentração.
Desfaça toda a posição e passe ao ádyásana (ilustração nº 10), com as pernas ligeiramente afastadas, os olhos fechados, a respiração natural e o corpo imóvel. Tombe a cabeça para trás e faça uma circunvolução para cada lado em torno do pescoço. Este é o grívavartênásana. Termine com a cabeça para trás e faça uma pequena elevação de ombros, produzindo com isto um agradável arrepio de descarga, que se irradia da espinha para os braços.
Afaste as pernas cerca de cinco palmos entre os pés paralelos e inspire, elevando os braços lateralmente até a altura dos ombros. Expire, flexionando para a esquerda e olhando para a mão direita, que está mais elevada. Este é o trikônásana (ilustração nº 11), no qual permanecerá enquanto puder ficar sem ar. Inspire, retornando e expire repetindo para a direita. Estas posições corrigem desvios de coluna e ajudam a eliminar as gorduras localizadas na cintura. Inspire retornando e, sem baixar os braços, passe ao trikônásana seguinte.
Expire, torcendo para a esquerda, flexionando o tronco sobre a perna esquerda, segurando com a mão direita o tornozelo esquerdo, sem dar a máxima flexão. O braço esquerdo descansa sobre as costas. Permaneça, respirando e alongando. Assim, estamos descansando (ilustração nº 12).
Depois, expire tudo, dando a máxima flexão, tocando com a testa no joelho esquerdo, mão direita nesse pé e elevando o outro braço (ilustração nº 13). Permaneça sem ar enquanto puder. Inspire, retornando. Expirando, compense para a direita. Não se esqueça de que, sempre que possível, deve distensionar a musculatura na primeira fase de cada posição. Os pés devem estar paralelos e as pernas não se devem flexionar. Concentre-se nos efeitos que você deseja. Este ásana atua na coluna, cintura, abdômen e proporciona excelente alongamento da musculatura posterior das pernas e costas.
Inspire, retornando e, ainda com as pernas bem afastadas e os pés paralelos, expirando, flexione o tronco para trás, com as palmas das mãos nos jarretes, atrás dos joelhos, e a cabeça bem tombada para trás. Passe o braço direito em torno da cintura pela frente e a palma da mão esquerda para trás do joelho direito. Este é o prishthásana (ilustração nº 14). Inspire, desfazendo e expire, compensando para o outro lado. Primeiro com as duas mãos atrás dos dois joelhos. Depois, com o braço esquerdo em torno da cintura pela frente e a palma da mão direita atrás do joelho esquerdo (ilustração nº 15).
Desfaça com inspiração e, segurando com a mão direita o pulso esquerdo às costas, vire a ponta do pé esquerdo para fora e flexione a perna esquerda, sem flexionar a direita, com expiração, tocando com o alto da cabeça no solo. Esta posição chama-se shírángushthásana (ilustração nº 16). Inspire, retornando e expire repetindo para a direita, da mesma forma. Você está trabalhando os órgãos da esfera genital, músculos das pernas, consumindo a cintura e o abdômen, e estimulando os intestinos.
Termine com inspiração e, trazendo os pés paralelos para uma distância de dois palmos entre si (ilustração nº 17), passe ao hastinásana (ilustração nº 18). O tronco embalança dinamicamente e os braços abandonados embalançam também. Nesta posição, a respiração é à vontade.
Procure soltar mais os braços. Descontraia, solte... completamente. Cesse aos poucos.
Meça um palmo entre os pés paralelos (ilustração nº 19) e execute o talásana (ilustração nº 20), inspirando e elevando ao mesmo tempo os braços e calcanhares. Retenha o dobro do tempo com os braços elevados e depois, baixe sincronizadamente os calcanhares e os braços, estes lateralmente, com expiração. [As ilustrações estão após este texto]
Junte os pés, mãos em trimurti mudrá, inspire elevando os braços estendidos e expire flexionando a coluna para trás em ardha chakrásana (ilustração nº 21). Permaneça com os pulmões vazios. Quem sentir tonteira nesta posição será por ter feito a respiração errada.
Inspire, retornando e expire em sukha pádahastásana, flexionando o tronco para a frente. Primeiro, evitando a flexão máxima, com as mãos apoiadas nos joelhos e os braços estendidos, sustentando o corpo (ilustração nº 22). Depois, respirando normalmente, deixe tombar gostosamente os braços e a cabeça para a frente (ilustração nº 23). Em seguida, expirando, toque com as palmas das mãos no chão (ilustração nº 24). Segure por trás dos tornozelos em rája pádahastásana (ilustração nº 25), tentando tocar com a testa nos joelhos, sem flexioná-los.
Flexione-os em seguida para agachar, sem tirar os calcanhares do solo. Este é o páda utkásana (ilustração nº 26). Sente-se no chão, estenda as pernas para a frente. Este é o rája puránásana (ilustração nº 27).
Inspire elevando os braços estendidos e expire, deitando (28), tracionando com as mãos acima da cabeça até o chão lá atrás e os pés para baixo, com força, espreguiçando (ilustração nº 29). Depois, expire distensionando prazerosamente com as mãos a um palmo dos quadris. Procure descontrair ao máximo, com o corpo imóvel, olhos fechados e a respiração normal. A posição de descanso em que você está é o uttara shavásana (30).
Solte completamente todos os músculos e nervos. Sinta a plenitude da satisfação que nos proporciona a prática do SwáSthya Yôga, o Yôga ultra-integral. Entregue-se totalmente ao prazer proporcionado pelos ásanas. Nós, os mais adiantados, chegamos a sentir falta deste bem-estar. Desfrute e usufrua deste seu direito à qualidade de vida.
Junte os pés, inspire elevando os braços; e expire, estendendo-os acima da cabeça, até o chão lá atrás, tracionando com as mãos para cima e os pés para baixo, espreguiçando. Sente-se, inspirando (ilustração nº 31), sem impulso, e expire em sukha paschimôttánásana (32), com as pernas juntas estendidas, as mãos nos tornozelos e a cabeça tombada para frente, sem dar a máxima flexão, respirando amplamente. Descontraia.
Deixe que os seus músculos se alonguem gostosamente. Se preferir, permaneça relaxando nessa posição e vá progressivamente com a cabeça mais para a frente. Ou então, complete a posição expirando, dando a máxima flexão, estendendo os pés para baixo e buscando tocar com o peito nos joelhos. Este é o rája paschimôttánásana (33). Se você tem boa flexibilidade pode segurar nos dedos dos pés e puxá-los para trás.
Inspirando, desfaça, afastando bem as pernas e passando para o sukha upavishta kônásana (34); inspire, elevando os braços com as mãos em trimurti mudrá, do solo entre as pernas até a verticalidade.
Expire baixando o tronco, segurando com cada mão um tornozelo, respirando e deixando a musculatura ajustar-se à posição. Não force a coluna. Procure estender a musculatura das costas e lançar a cabeça mais à frente. Expire novamente, dando a máxima flexão (35), tentando tocar com o peito no solo e estendendo os pés. Somente então, quando a posição se encontra no seu ponto máximo é que merece o seu próprio nome e é quando seus efeitos se fazem sentir.
Inspire, retornando, flexionando as pernas e tocando com as plantas dos pés uma na outra, puxando os pés com as mãos para perto dos quadris, baixando os joelhos, buscando fazê-los tocar simultaneamente no solo. Ajude com os cotovelos para baixar mais os joelhos.
Estamos em rája bhadrásana (36), com a respiração à vontade. Este ásana e o seguinte preparam as pernas para o padmásana, que é uma técnica mais adiantada, e este também atua intensamente na região pélvica, aumentando a potência sexual e distribuindo a adiposidade das coxas.
Descanse com as pernas afastadas à frente, sustentando o corpo nos braços atrás. Este é o sukha puránásana (27). Em seguida, afaste as pernas e traga, com o auxílio das mãos, o dorso do pé esquerdo para sobre a virilha direita. Segure o pé com a mão direita e empurre moderadamente o joelho esquerdo com a mão esquerda, tentado fazê-lo tocar no solo. Este é o ardha padma jánushírshásana (37).
Inspire, elevando os braços com as mãos em trimurti mudrá, do solo até a verticalidade, torcendo o tronco para a direita e flexionando para frente, segurando com as duas mãos o tornozelo estendido, e tombando a cabeça sem dar a máxima flexão (ilustração nº 38). Neste ponto a respiração é à vontade.
Expire, dando a máxima flexão, com a cabeça buscando o joelho e estendendo o pé. Este é o rája padma jánushírshásana (39). Enquanto isso, concentre-se nos seus órgãos abdominais que são enormemente energizados com este ásana. No caso de longas permanências, este é um dos principais ásanas para ativar chakras e despertar a kundaliní.
Nas suas práticas em casa, procure permanecer mais tempo. Agora, inspire desfazendo e repetindo para o outro lado, rigorosamente da mesma forma. O SwáSthya Yôga é considerado o Yôga mais completo do mundo. Seguimos a tradição pré-clássica, pré-vêdica, pré-ariana, denominada Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga.
Por isso, aplicamos uma orientação estritamente técnica. Se mantivermos a regularidade, conquistaremos melhor rendimento nos esportes, nos estudos e na produtividade profissional. Isso explica porque o nosso público é constituído por pessoas de apurado bom-gosto e senso crítico, que fazem questão de ter o melhor para si em todas as coisas.
Agora, desfaça o rája padma jánushírshásana. Mantendo as pernas estendidas à frente, faça o ardha matsyêndrásana (40), colocando a perna esquerda por cima da direita, com a planta do pé no chão, o braço direito entre a coxa elevada e o peito. Expire, torcendo para a esquerda, olhando para trás sem ar. Permaneça sem inspirar.
Agora retorne, inspirando, trocando para a direita, com a perna direita por cima da esquerda, a planta do pé no chão, o braço esquerdo entre a coxa elevada e o peito. Torcendo para a direita e expirando. Permaneça sem ar. A permanência numa posição depende diretamente da sua capacidade pulmonar individual.
Quando quiser pode ir retornando, passando os pés para trás (ilustração nº 41), sentando sobre os calcanhares, com as mãos nos joelhos. Este é o rája vajrásana (42), ótimo para o aparelho digestivo e ciática. Segure com a mão direita o pulso esquerdo às costas e, expirando, flexione para frente em vajra yôgásana. Tão logo toque com a cabeça no solo, traga as mãos para baixo da testa, com as palmas voltadas para o chão. Este é o vajra kúrmásana (43), posição de semi-relaxamento transitório sentado, com a respiração à vontade.
Lembre-se de que o nosso método de técnicas orgânicas deve ser sempre agradável. Qualquer desconforto, dor, aceleração cardíaca ou transpiração em excesso são avisos do nosso organismo para que sejamos mais moderados. Estes ásanas não devem cansar e sim recarregar nossas baterias.
Estenda os braços para frente e estará em vajra hamsásana.
Agora atenção:
  • você não deve deslizar para trás;
  • não deve descolar os joelhos do chão;
  • não deve flexionar os braços.
Inspire, deslizando as mãos dois palmos para a frente, elevando o peito e baixando os quadris, passando para o rája bhujangásana (44), com:
  • os pés juntos,
  • calcanhares unidos,
  • pélvis no solo,
  • braços estendidos,
  • ombros para baixo,
  • olhos fechados,
  • pulmões cheios
  • e a cabeça bem tombada para trás.
Como este ásana pode produzir vertigem por hiper-oxigenação, evite permanecer muito tempo. Expire, flexionando os braços, mão direita sobre a esquerda, a testa sobre as duas e, finalmente, as pernas se separam. Foi bom, mas pode ser ainda melhor. Se você flexionou os braços, da próxima vez se esforçará mais e não os flexionará. Se você for propenso à hiper-oxigenação, execute este ásana sem ar.
Todas as posições de frente para o solo são feitas com os pulmões cheios. Execute o rája shalabhásana (45). Junte os pés, depois, estenda o queixo para o solo e finalmente as mãos tomam posição, juntas, embaixo dos quadris, com as palmas voltadas para o solo, os braços estendidos e os cotovelos debaixo do abdômen. Inspire, elevando ao máximo as pernas juntas, estendidas, sem tirar o queixo do solo. Mesmo elevando pouco, o que importa é permanecer muito tempo, exercendo uma ação isométrica sobre os músculos das costas, braços, pernas e glúteos.
Expire, desfazendo, apoiando uma das faces no solo e deixando os braços ao lado dos quadris, com as pernas afastadas. O melhor udara shavásana (46) costuma ser com os calcanhares para fora. Como no SwáSthya Yôga tudo é individualizável, busque a sua posição mais confortável. Estas posições de frente para o solo são de maior forçamento, motivo pelo qual foram colocadas no fim da série e pelo qual possuem um intervalo maior.
Passe para o rája dhanurásana (47), lentamente juntando os pés, queixo no solo; flexione as pernas e segure os tornozelos. Inspire, estendendo as pernas sem soltar os tornozelos e sem flexionar os braços, elevando, com isso, o peito. A cabeça tomba para trás e os pés são estendidos com força.
Retorne, expirando, mão direita sobre a esquerda, testa sobre as duas e pernas separadas. Deixe os ombros soltos aproximarem-se do chão. Procure manter uma fisionomia feliz durante a prática. Afinal, ela está lhe proporcionando bem-estar. Conquanto possa forçar um pouco, jamais leve ao extremo de resistência. Após a prática, você deve estar se sentindo melhor, mais dinâmico, mais leve e bem disposto do que antes de iniciá-la.
Agora, apenas junte os pés, pois a testa e as mãos já estão na posição para o rája dôlásana (48). Inspire, elevando ao máximo o peito e as pernas juntas, estendidas, formando um arco com o corpo, rígido, tocando o solo somente com o abdômen. Permaneça nessa posição, tonificando a musculatura das costas, o que é muito importante para a saúde da sua coluna.
Expire e descontraia profunda e gostosamente em udara shavásana, com a testa sobre as mãos e as pernas separadas. Reponha suas energias, respirando naturalmente.
Para executar o próximo, chatuspádásana (49), una os pés, puxe os dedos dos pés para a frente, coloque as mãos ao lado dos ombros e eleve o corpo nos braços, com inspiração. Expire, trazendo uma e depois a outra perna para a frente, sentando em váyútkásana (50), com os calcanhares e joelhos elevados no ar, as mãos nos joelhos, os braços estendidos, as costas eretas e os olhos fechados.
Nesse ponto, a série se bifurca e os praticantes mais adiantados tocam com os joelhos no solo à frente, passando para os seus ásanas (51, 52, 53, 54).
Os demais sentam e deitam para trás, estendendo as mãos para cima e os pés para baixo, como que espreguiçando, expirando e descansando com as mãos a um palmo do corpo. Descontraia profundamente.
Junte os pés, mãos dos lados dos quadris, inspire e eleve as pernas juntas e estendidas, elevando o tronco do solo.
Sustente-se com as mãos na altura dos rins e estará executando as invertidas sobre os ombros, viparíta karaní e sarvángásana (55, 56). Quem tiver dificuldade em elevar os quadris deve colar as palmas das mãos no chão e levar as pernas bem para trás. Estas invertidas sobre os ombros são posições de permanência que, uma vez executadas, devem ser mantidas por vários minutos e jamais repetidas. Devem ser feitas com a respiração à vontade e com o mínimo de esforço muscular.
Podem ser executadas quaisquer variações, porém, evitando movimentos bruscos e buscando a máxima permanência. O corpo deve ficar bem elevado. Depois, domine a posição, tocando com os pés no chão lá perto da cabeça, primeiro com as pernas estendidas e, depois, flexionadas, tocando o solo com os joelhos. Em seguida, execute outras variantes, com as mãos nos quadris ou no chão, para o lado do corpo ou para o lado da cabeça, ou com as pontas dos dedos se tocando sob a nuca ou sobre a testa, ou, ainda, com as mãos ao lado dos joelhos.
O tronco pode formar um ângulo reto com as pernas, pode tocar com os pés no chão ou, muito melhor, estender-se verticalmente. As pernas podem estar separadas ou juntas, estendidas ou flexionadas, ou também em padmásana. O mais importante é a permanência e o mais útil, a verticalidade.
Para desfazer as invertidas sobre os ombros e descer, devemos antes de mais nada, trazer as mãos para o solo e baixar os quadris controladamente.
Uma vez deitado, descontraia para assimilar os efeitos do ásana.
A posição que faremos a seguir é o ardha matsyásana (57), compensação da invertida sobre os ombros, que trabalha a tireóide. Se você deseja emagrecer, permaneça mais tempo no ásana. Junte os pés e inspire elevando o peito ao máximo, sem tirar os quadris do solo, apoiando todo o peso do corpo sobre o alto da cabeça. Quando quiser desfazer, expire e apóie as costas no solo.
Neste ponto, pessoas portadoras de alguns problemas de coluna, ou então pessoas tensas, poderão sentir um leve desconforto nas costas. Para eliminar tal sensação, basta abraçar as pernas flexionadas sobre o peito e permanecer assim por breves instantes.
A partir de agora, os praticantes deverão fazer sua prática livre, em forma de coreografia.

7º. ANGA: YÔGANIDRÁ - TÉCNICA DE DESCONTRAÇÃO

Relaxe profundamente e abandone-se totalmente, com o corpo imóvel, os olhos fechados e a mente serena. Coloque-se na posição mais confortável que possa encontrar (ilustração nº 58). Daqui por diante, não se mexa mais.
Permaneça lúcido e acordado, ouvindo tudo o que eu disser para filtrar e assimilar somente aquilo que você quiser.
Comece relaxando todo o corpo de uma só vez, sentindo mais a força de atração da Terra, como se estivesse se derretendo no chão. Solte seus músculos, nervos e órgãos internos. Relaxe, solte, descanse.
Depois, descontraia o centro do seu corpo, tornando a respiração mais suave, irradiando a descontração pela espinha e desta para o resto do corpo.
Sinta-se à vontade e feliz. Faça uma respiração profunda e relaxe ao expirar. Visualize uma névoa branca e faça-a penetrar pelas plantas dos pés, relaxando e descontraindo completamente a pele, músculos e nervos superficiais, músculos e nervos profundos, tendões e ossos até a medula. Soltando, abandonando, descansando os pés, tornozelos, pernas, joelhos, coxas, quadris. Agora também os órgãos da pélvis, os órgãos do abdômen, os órgãos do tórax, tranqüilizando o coração e vitalizando os pulmões, relaxando as costas, os ombros, braços, antebraços, mãos e dedos.
Agora, principalmente, o pescoço, relaxando carótida e jugular, laringe e faringe, e a cabeça; soltando e descontraindo os maxilares, faces, lábios, língua, narinas, globos e músculos oculares, pálpebras, sobrancelhas, a testa sem rugas, o couro cabeludo e as orelhas.
Aprenda a fazer isso sozinho sempre que quiser.
Agora, sinta-se leve, como se flutuasse no ar. Será muito normal se, neste ponto, o relaxamento for tão profundo que você nem sinta mais o corpo. Deixe o corpo todo completamente solto, descontraído, abandonado e descansado. Sua consciência se aquieta por completo e suas emoções encontram a paz mais absoluta.
Neste ponto, entramos num estado muito importante, no qual são exaltados todos os poderes interiores, despertando e desenvolvendo plenamente todas as aptidões e faculdades, sensoriais e extra-sensoriais. Nesta fase, exacerbam-se todas as virtudes e qualidades que um Ser Humano deve cultivar e, inversamente, os hábitos menos aconselháveis passam a ser eliminados.
Mentalize seus objetivos na vida e aquilo que mais deseja obter no seu corpo, na sua saúde, no seu trabalho, na sua vida afetiva e familiar. Esteja certo de que desde a primeira prática de SwáSthya Yôga, e depois sempre mais, em cada uma das que se sucedem, você obterá rápida e exatamente aquilo que você veio buscar, e ainda muito mais: energia, saúde, bem-estar, qualidade de vida, afeto e felicidade.
Desfrute intensamente destes momentos agradáveis de descontração. Sinta força, confiança e amor em seu coração.
Da próxima vez que executar esta prática de descontração, ela será muito mais fácil, profunda, completa e agradável, bastando a ordem de relaxamento para que o corpo e a consciência relaxem imediatamente, alcançando, já de início, um estado mais profundo do que o de hoje. E o progresso diário será sempre maior, tanto na prática das posições como no relaxamento, meditação, mantras e todas as demais técnicas, bem como na satisfação que disso tudo resulta.
Ao terminar este relaxamento, você estará com uma expressiva sensação de paz, satisfação, saúde energia e leveza, com muita disposição, entusiasmo, alegria e bem-estar. Com muita motivação para viver, sorrir, amar e trabalhar.
Comece agora a retornar ao corpo físico, trazendo a consciência pelos cinco sentidos, do mais sutil para o mais denso: ouvindo melhor os sons em torno, ouvindo melhor a minha voz; inspirando profundamente e sentindo o perfume do ar; movendo a língua, procurando sentir gosto; movendo os lábios, abrindo os olhos e enxergando, movendo o corpo todo sentindo o tato de todo o corpo, espreguiçando bastante, devolvendo força e vitalidade aos músculos; bocejando, sorrindo e sentando-se para meditar.
8º. ANGA: SAMYAMA - CONCENTRAÇÃO, MEDITAÇÃO E HIPERCONSCIÊNCIA.
Sente-se em qualquer posição que seja firme e agradável, com as costas eretas e os olhos fechados, sem contrair o rosto. Consegue-se meditar mais facilmente se a fisionomia estiver descontraída e houver um leve ar de sorriso no semblante. Coloque as mãos em Shiva mudrá e aquiete-se interiormente (ilustração nº 59).
Existem no SwáSthya Yôga vários tipos e graus de meditação. Por exemplo: 1º grau - yantra dhyána; 2º grau - mantra dhyána; 3º grau - tantra dhyána, de natureza iniciática; e outros.
ÔM do SwáSthya Yôga
Ilustração nº 60
A sílaba ÔM em dêvanágarí.
Hoje você vai experimentar o método denominado 1º grau, yantra dhyána. Para tanto, concentre-se em um símbolo. O melhor ícone de todos é a sílaba ÔM traçada em caracteres dêvanágarí (ilustração nº 60), que todo praticante de Yôga traz em uma medalha no pescoço. Meditando no ÔM você estabelecerá uma sintonia mais direta com a sabedoria e força que os Mestres da antiguidade deixaram impregnadas no inconsciente coletivo. Essa herança ancestral está, como um tesouro, encerrada em cada Ser Humano e o ÔM é a chave para encontrá-la.
...............................[Execução do samyama]......................................
Aqui terminamos este treinamento inicial de meditação, encerrando o ashtánga sádhana.
Passemos as mãos para o prônam mudrá, com as palmas das mãos unidas uma à outra e ambas à frente do peito, cumprimentando-nos com a palavra SwáSthya!

Ilustrações Prática de Yoga

terça-feira, 15 de maio de 2012

Aprende a cultivar Stevia, la planta que puede curar la diabetes


pic stevia pr Aprende a cultivar Stevia, la planta que puede curar la diabetes
Hace un tiempo veíamos un documental llamado Plantas que curan, Plantas prohibidas en el conocíamos a Josep y su cruzada por el uso de estas plantas increíbles, la stevia es la planta que hizo abrir los ojos de Josep a este mundo de plantas que curan, de ahí que se lo apode como el pagés de la Stevia.  Josep, de su propia mano les comparto este extenso y manual para su cultivo, reproducción y cuidados.
Tenerla en casa y comerla de ves en cuando, aunque estemos sanos, nos aportara grandes beneficios, ya que regula el azúcar en la sangre, reduce la presión arterial,  regula el aparato digestivo en general, actúa favorablemente en muchas personas con ansiedad, reduce la grasa en personas obesas y es diurética.
MANUAL DE CULTIVO, REPRODUCCIÓN Y USO DE LA STEVIA REBAUDIANA
La Stevia, planta de origen tropical (Paraguay), tiene un comportamiento distinto del natural en climas mediterráneos, donde los días acortan mucho durante el otoño-invierno, provocando así una parada importante en el crecimiento de la planta (en cambio, en las islas Canarias su comportamiento es más similar al de sus orígenes tropicales).Por este motivo, la planta que es plurianual (es decir, que puede rebrotar 4-5 años), cada primavera arranca otra vez con fuerza, rebrotando nuevos y numerosos brotes desde debajo de las raíces.A partir de la primavera y casi hasta mediados de agosto, se puede reproducir por esquejes (caso similar al de los geranios). Por medio de este sistema, de una planta de Stevia que rebrote en primavera se puede hacer de 200 a 500 plantas, esquejando durante todo el tiempo que vegeta. Hay que tener en cuenta no plantar un rebrote que acabe en flor, porque nunca enraizaria.
Por otro lado, los brotes de primavera y verano pocas veces suelen tener flor. Flores que, por otro lado, nunca darían lugar a semillas con poder de germinación, de ahí que la reproducción se haya de hacer por esqueje y no por semillas. De esta manera, si partimos de una buena variedad conservaremos siempre las propiedades medicinales.

Para asegurarnos que un brote de Stevia sin raíces enraíce bien, hay que seguir los siguientes pasos:

.-Hay que llenar la maceta con turba adobada, que se puede encontrar en cualquier “garden” o vivero, y regarla hasta que la turba quede bien empapada.
2º.-Cortar los 10 cm finales de un brote de Stevia de unos 20 cm de alto (asegurarse que no acaba en flor). De estos 10 cm de tallo, quitar las 2-3 hojas de la parte de abajo, para facilitar su enterramiento en la turba, presionando bien fuerte con los dedos alrededor del tallo par que haga contacto con la turba húmeda.No dejar pasar mucho tiempo desde que se corta y hasta que se planta el brote. Mejor cortar y plantar inmediatamente o mantener en agua como si fuesen flores cortadas.
3º.-Depositar la maceta en un lugar sombreado, para evitar que el sol impida el enraizamiento y regarlo 3 veces al día (por la mañana, a medio día y por la tarde).
Observación: Cuando se dice poner una planta recién plantada en un lugar sombreado, significa ponerla siempre en un invernadero o al aire libre en un lugar en que no le de el sol directamente en ningún momento.Si es al aire libre, ponerla un lugar resguardado del viento para evitar la deshidratación excesiva. Un lugar sombreado no quiere decir el interior de una habitación o un almacén oscuro.
4º.-A los 28-30 días el brote de Stevia comenzará a ponerse derecho, y cuando se observe que alguna hoja nueva empieza a salir, ya se puede poner en una zona con más sol, donde ya no parara de crecer.Cuando el brote transplantado comienza a sacar hojas nuevas, dejar de regar 3 veces al día y regar sólo una vez, al principio del día.
Durante el verano, es necesario regar todos los días, pero en primavera y otoño, esperar a regar a que la tierra no de sensación de humedad en contacto con la mano.
Durante el invierno, al estar la planta parada, regar muy poco, para evitar que se pudran las raíces, ya que de ellas han de volver a brotar nuevas plantas durante la primavera.
5º.-Al cabo de dos meses de haber replicado o transplantado el brote sin raíces a la maceta, transplantar por segunda vez al lugar definitivo, que puede ser al aire libre, en el suelo de un jardín, huerto o campo de cultivo, dentro de un invernadero o a una maceta bastante grande, para facilitar el máximo crecimiento de la planta.
El invernadero permite avanzar la producción unas semanas en primavera y retardar la decadencia en el otoño.En los meses más fuertes del verano, el invernadero se puede sombrear un poco para evitar el calor excesivo y simular el clima tropical del que es originaria la Stevia. A pesar de todo, al aire libre se desarrolla muy bien.
.-Cuando se llega al final del otoño y notamos que la planta ya no tiene ganas de crecer y se llena de flores, es el momento de recortarla, dejándola a 10 cm de altura y aprovechando para secar las hojas que aun quedan.
.-Para secar las hojas durante el verano de modo correcto, procurar que no les de el sol directamente, con el fin de preservar todas las propiedades medicinales.Las hojas de última hora, cuando se poda la planta para pasar al invierno, es inevitable secar
las al sol, aunque en pequeñas cantidades, se pueden secar en el interior de la vivienda donde habrá mejor temperatura.
18 Aprende a cultivar Stevia, la planta que puede curar la diabetes
OBSERVACIONES DE ABONO Y TRATAMIENTO
ABONADO
Es una planta poco exigente. Con el adobo orgánico, no hay problema en pasarse con la dosis, pero en el abono mineral o químico, vigilar no añadir en exceso, porque la planta ser resiente mucho e incluso puede colapsarse y morir.
El abono mineral o químico, se ha de comenzar a aplicar a los dos meses del transplantado, poco pero a menudo (cada 30 días). El abono mineral, tiene que llevar más potasio que fósforo y nitrógeno, y estar enriquecido en microelementos.
Con un buen abono orgánico, es suficiente una aplicación al año, al inicio de la primavera, si la planta esta plantada en el suelo, o añadir un 20-30 % de turba si esta en maceta.

TRATAMIENTOS
La Stevia es una planta muy resistente a los insectos y los hongos, si no se abusa del riego y los abonos químicos nitrogenados.En caso que se observe algún pulgón o mosca blanca, se recomienda hacer tratamientos con extractos de ajo, aceites de Nem u otros productos autorizados por la Agricultura Ecológica.Si se observa a alguna oruga, no es necesario aplicar ningún tratamiento, excepto cuando el ataque es muy fuerte, caso en que se recomienda tratar con preparados hechos con Bacillus thuringiensis (es un insecticida ecológico que no requiere plazos de seguridad).
Con estos tratamientos nos aseguramos una recolección de hojas sin toxinas, permitiendo obtener todas las propiedades medicinales que la planta contiene.
USO MEDICINAL DE LA STEVIA
Consultando la multitud de estudios y con la experiencia de centenares de diabéticos que la consumen en Cataluña y el resto del estado, se puede decir que es una planta que regula el azúcar en la sangre, que reduce la presión arterial, que regula el aparato digestivo en general, actúa favorablemente en muchas personas con ansiedad, reduce la grasa en personas obesas y es diurética.
La dosis que suelen utilizar la mayor parte de las personas que han observado efectos beneficiosos es: 4 hojas tiernas comidas directamente antes o mientras se desayuna y 4 hojas más antes o durante la cena.Cuando no se dispone de hojas tiernas se puede hacer una infusión de hoja seca (una infusión por la mañana y otra por la noche).La infusión se puede hacer cada vez, con una dosis de una cucharada de postre por taza de infusión, o bien se puede hacer para dos días, dejando que un litro de agua empiece a hervir, cerrar el fuego y añadir 4 cucharadas de postre de hojas secas trituradas, dejando reposar como mínimo 30 min antes de tomarla, para que la hoja diluya  en el liquido, sus propiedades.
Josep Pàmies Nota:
Actualmente se pueden  adquirir esta y otras plantas medicinales para autocultivo personal en la Asociación  sin ánimo de lucro , “Dulce Revolución de las Plantas Medicinales” que se ha constituido para fomentar el uso de plantas medicinales.
Para saber donde comprarlas entrar aqui

amor / apego - diálogo entre o rei Pasenadi e o Buda



-Mestre Gautama, algumas pessoas dizem que vós teríeis declarado que não se deveria amar e que quanto mais alguém ama, mais sofre. Admito que há alguma verdade nessa afirmação, mas no entanto não estou satisfeito. Sem amor, a existência seria desprovida de sentido. Peço-vos, ajudai-me a resolver este dilema.

O Buda fitou o rei com benevolência:
- Majestade, a vossa pergunta é extremamente judiciosa e muitas pessoas podem tirar proveito da sua resposta.Existem vários tipos de amor. Devemos examinar atentamente a natureza de cada um deles. A vida tem uma necessidade imperiosa de amor, mas não daquele que é baseado na luxúria (desejo), na paixão, no apego, na discriminação, ou no preconceito. Majestade, é uma outra espécie de amor que é indispensável, o amor que se baseia na bondade e na compaixão, ou maitri e karuna.
Quando as pessoas falam de amor, referem-se habitualmente ao que existe entre pais e filhos, marido e mulher, membros de uma mesma família, casta ou país. Como a natureza de um tal amor depende das noções de “eu” e de “meu”, esse sentimento permanece ao nível do apego e da discriminação. As pessoas querem amar apenas os seus pais, o seu esposo, os seus filhos, os seus netos, os seus avós, os membros da sua família ou os seus compatriotas. Mantendo-se prisioneiros do seu apego, preocupam-se com os acidentes que podem atingir os seus entes queridos, antes ainda de eles se produzirem. Quando tais catástrofes se produzem, sofrem terrivelmente.
O amor baseado na discriminação gera preconceitos. As pessoas tornam-se então indiferentes, ou mesmo hostis, aos que ficam de fora do seu próprio círculo amoroso. O apego e a discriminação são causadores de sofrimento para nós próprios e para os outros. Majestade, o amor a que todos os seres aspiram sinceramente é feito de bondade e de compaixão. Maitri é o amor que pode trazer felicidade aos outros. Karuna é o que faz desaparecer o sofrimento dos outros. Maitri e Karuna não pedem nada em troca. O campo de acção da bondade e da compaixão não se limita aos pais, à esposa, aos filhos, aos membros da família, ou da mesma casta ou aos compatriotas. Estende-se a todas as pessoas e a todos os seres. Em Maitri e Karuna, não há discriminação, nem “eu” e “não-eu”. E sem discriminação não há apego. Maitri e Karuna dão felicidade, aliviam o sofrimento e não causam infelicidade nem desespero. Sem eles, a vida seria desprovida de sentido, como haveis dito. Graças à bondade e à compaixão, a existência impregna-se de paz, de alegria e de contentamento. Majestade, sois soberano de um grande país. Todo o vosso povo beneficiará da vossa prática da bondade e da compaixão.

O rei pensativo baixou a cabeça e depois voltou a elevar os olhos para o Buda:
- Sou responsável pela minha família e pelo meu reino, se não amar a minha própria família e o meu próprio povo, como poderei velar pelo seu bem estar?

O Buda responde:
- É claro que deveis amar a vossa própria família e o vosso povo, mas o vosso amor deve estender-se para além desses limites. Amais e cuidais do príncipe e da princesa mas isso não deve impedir vos de agir da mesma forma em relação a todos os outros jovens do reino. Se conseguires ama-los a todos, o vosso amor atual limitado transformar-se-á num amor infinito que engloba tudo, e todos os vossos jovens súbditos serão como vossos filhos. Eis o que significa o termo coração compassivo, não se trata de um simples ideal, uma pessoa como vós pode atingi-lo.

O rei diz:
- E quanto às crianças dos outros reinos?


O Buda responde:
- Nada vos impede de os amar como vossos próprios filhos mesmo que não estejam sobre a vossa proteção. Amar o seu próprio povo, não é razão para pôr de parte a população dos outros países.

O rei diz:
- Mas como posso manifestar-lhes o meu amor se eles não estão sob a minha responsabilidade?


O Buda responde:
- A prosperidade e a segurança de uma nação, não deve depender da pobreza ou da insegurança das outras. Majestade, uma paz e uma prosperidade duradouras, assentam numa união das nações, num compromisso comum em busca do bem estar de todos. Se desejais sinceramente que o seu país (Kosala ) tenha paz e que os vossos jovens não tombem nos campos de batalha, deveis ajudar os outros reinos a encontrar a paz. As politicas econômicas e de negócios estrangeiros, devem seguir o caminho da compaixão para que uma paz verdadeira seja instaurada, juntamente com o vosso amor e a vossa atenção para com a vossa própria nação, deveis amar e dar assistência aos outros países. Majestade o ano passado visitei a minha família no reino Sakia, fiquei vários dias junto aos himalaias onde refleti sobre uma politica baseada na não violência. Compreendi que as nações podiam podiam conhecer a paz e a segurança sem recorrer a medidas extremas como a prisão ou as execuções. Conversei a esse respeito com o meu pai, o rei Sudoana. Aproveito a oportunidade que me é dada hoje, para me abrir convosco. Um governo que alimente a sua compaixão não tem qualquer necessidade de utilizar métodos violentos.

O rei exclamou:
- Maravilhoso! Verdadeiramente maravilhoso! As vossas palavras são de ouro! Vós sois um ser iluminado! Prometo reflectir sobre o que dizeis. Por ora, no entanto, permiti que vos faça uma última pergunta. O amor é composto por elementos de discriminação, de desejo e de apego. Segundo dizeis, esse tipo de amor gera preocupações, sofrimento e desespero. Como poderá o amor ser isento de desejo e de apego? Como poderei evitar macular com preocupações e sofrimento o amor que nutro pelos meus filhos?

O Buda respondeu:
- Devemos examinar profundamente a natureza do nosso amor, que deve trazer felicidade e paz àqueles que amamos. Se ele for baseado no apego apaixonado e no desejo egoísta de possuir os outros, seremos incapazes de lhes trazer a paz e a felicidade. Esse sentimento falseado prejudicá-los-á. Um tal amor não é mais do que uma prisão. Se as pessoas amadas não conseguirem ser felizes por causa do nosso amor, procurarão libertar-se dele. Não aceitarão essa gaiola dourada. Esse sentimento que existe entre nós e eles transformar-se-á progressivamente em ódio e cólera.
Majestade, segundo a Via da Iluminação, o amor não pode existir sem compreensão. O amor é compreensão. Se vós não compreendeis, não podeis amar. Os maridos e as mulheres que não se compreendem não podem amar-se. O mesmo acontece entre irmãos e irmãs, pais e filhos. Se desejais que os seres a quem quereis sejam felizes, deveis aprender a entender os seus sofrimentos e as suas aspirações. Só então sabereis como aliviar os seus sofrimentos e ajudá-los a realizar as suas aspirações. Este é o verdadeiro amor. Se quereis que os vossos entes queridos se submetam às vossas ideias, permanecendo vós hermético aos seus desejos, isso não é amor, mas a manifestação do vosso desejo de possuir o outro e de satisfazer apenas as vossas necessidades, as quais jamais serão saciadas dessa forma.
Majestade, o povo do Kosala tem os seus próprios sofrimentos e aspirações. Se conseguirdes compreendê-las, sereis capaz de o ajudar. Ficai à escuta dos sofrimentos e aspirações dos dignitários da vossa corte e sabereis dar-lhes felicidade. Quando todos conhecerem a felicidade, a paz e a alegria, vós também as conhecereis por vosso turno. Eis o que significa a palavra amor segundo a Via do Despertar.
O rei Pasenadi ficou muito comovido. Nenhum mestre espiritual ou sacerdote brâmane tinha jamais aberto a porta do seu coração, nem lhe permitira compreender tantas coisas tão profundamente. “A presença deste mestre tem uma grande importância para o meu país”, pensou ele. Após um longo silêncio, olhou para o Desperto.

- Agradeço-vos por me terdes esclarecido sobre este assunto. Há ainda um pormenor que me inquieta. Declarastes que o amor baseado no desejo e no apego gera sofrimento e desespero ao passo que o amor nascido da compaixão traz paz e felicidade. Mas este último tipo de amor ainda pode ser causa de dor e sofrimento. Por exemplo, amo o meu povo. Quando ele é atingido por um desastre natural, como um tufão ou uma cheia, também sofro. Estou certo que o mesmo se passa convosco. Deveis sofrer quando vedes uma pessoa doente ou moribunda.

- A vossa pergunta é, uma vez mais, pertinente. A minha resposta fará com que entendais mais profundamente a natureza da compaixão. Deveis saber que um sofrimento causado por um amor baseado no desejo e no apego é mil vezes mais doloroso do que uma dor resultante da compaixão. É conveniente distinguir entre os dois tipos de sofrimento – o primeiro é inútil e apenas serve para perturbar os nossos espíritos e os nossos corpos, ao passo que o segundo desenvolve a atenção ao outro e o sentido da responsabilidade. O amor compassivo permite fornecer a energia necessária para fazer face ao sofrimento de outrem. O amor baseado no apego e no desejo apenas gera mais angústia e sofrimento. A compaixão fornece o combustível para as acções sociais. Grande Rei, a compaixão é mais do que necessária e a dor que dela resulta pode revelar-se útil. Se não conseguirdes sentir o sofrimento dos outros, não sois verdadeiramente humano.
A compaixão é o fruto da compreensão. Praticar a Via do Despertar leva-nos a ver o verdadeiro rosto da realidade, que é impermanente. Cada coisa, sendo impermanente, não possui um eu separado. Tudo está condenado a desaparecer. Um dia, o vosso próprio corpo não existirá. Quando uma pessoa vê a natureza impermanente de todas as coisas, a sua concepção da vida torna-se calma e serena. A realidade da impermanência não perturba nem o seu corpo nem o seu espírito. Em consequência, os sentimentos dolorosos originados pela compaixão não estão impregnados da natureza amarga e grosseira que caracteriza os outros tipos de sofrimento. Pelo contrário, a compaixão dá mais força a qualquer pessoa. Grande Rei, hoje, aprendestes alguns dos princípios fundamentais da Via da Libertação. Num próximo dia, terei muito gosto em partilhar outros ensinamentos convosco.


Este texto é um excerto de um diálogo entre o rei Pasenadi e o Buda. Transcrito por Tich Nhat Hanh no seu livro "Sur les traces de Siddharta".

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Como criar uma árvore ou arbusto a partir da semente


Como criar um árvore ou arbusto da semente



Criar árvores a partir de sementes  pode ser uma das actividades mais gratificantes de jardinagem,  mas muitas vezes requerem um pouco de preparação mais difícil que muitas sementes de flores ou  vegetais.

Na maioria dos casos, existem duas maneiras de germinar sementes da árvore: O modo natural, que muitas vezes inclui a sementeira no outono, ou através de trabalho forçado ou germinação assistida, que inicialmente é feito dentro de casa.

A maneira natural de germinar sementes de árvore

As sementes germinam e as árvores crescem desde o inicio da sua existência no tempo, sem nenhuma ajuda de seres humanos.  O modo natural para germinar sementes de árvores, então, é permitir que a natureza siga o seu curso. A maioria das sementes, quando semeadas no outono e sem qualquer pré-tratamento, vão começar a germinar na primavera seguinte. Certifique-se de semear as sementes na profundidade recomendada.  Se as sementes são plantadas muito profundo, isso pode retardar ou inibir o processo de germinação de primavera. Com algumas variedades de sementes pode ver compassar a germinação durante dois ou três anos, com algumas sementes a germinar na primavera e as demais, germinam mais tarde.



É importante lembrar que muitas espécies são originais de climas mais frios, onde as sementes caem no chão e são cobertas por folhas no Outono. Durante o inverno, as sementes permanecem alojados neste ambiente de fresca humidade. Quando a primavera chega, as sementes, iniciam o processo de germinação.

Para muitos tipos de sementes, o embrião no interior da semente é imaturo e incapaz de germinar (isso é chamado de "dormência") até que amadureça dessa maneira.O atraso no processo de germinação é essencial para a sobrevivência de muitas espécies de árvores. Numa floresta natural, se as sementes germinarem imediatamente após cair no chão no final do verão ou outono, as maioria morreriam durante o inverno frio.

 Germinação forçada



Embora a germinação natural seja uma forma aceitável de iniciar a maioria das sementes de árvore, por vezes, resultados melhores e mais consistente podem ser alcançados através de trabalho forçado ou germinação assistida.



Basicamente, isso significa o uso de várias técnicas para imitar a natureza no papel de criar condições para as sementes de árvores para germinarem.

Existem várias técnicas que podem estar envolvidos para forçar a germinação de sementes de qualquer árvore. Por favor, leia atentamente os passos recomendados listadas em cada pacote individual da semente.

Muitas sementes necessitam de uma ou mais etapas de tratamento para estimular o processo de germinação. As três etapas são: 1) estratificação 2)escarificação,  3)Estratificação fria. Tenha em mente que nem todas as sementes necessitam de todas essas etapas. Na verdade, algumas sementes não necessitam de qualquer pré-tratamento.

Escarificação:



A escarificação é o processo de redução ou quebra do revestimento da semente para que a humidade possa penetrar e o embrião pode começar o processo de germinação. A escarificação é comummente exigido em sementes com cascas de duras ou difíceis. Muitas sementes não requerem qualquer escarificação, e para aqueles que o fazem, o tratamento mais comum é uma simples banho em água durante algum tempo variável consoante a espécie .

O tegumento rígido pode ser dividido por um) a água molhe, b) uma quebra física ou mecânica do tegumento, ou c) um ácido ou tratamento químico (normalmente não é necessário).

a) A  mergulha em água: despeje a água sobre as sementes e deixe de molho, 6 a 24 horas. A maioria dos tratamentos de água são feitos com água à temperatura ambiente. É melhor usar um recipiente de vidro para aproveitar as sementes. Algumas sementes podem exigir água quente, conforme as instruções.

 b) física / mecânica: Usando uma pequena lima ou lixa, esfregue a parte externa do tegumento para reduzir a sua densidade , para que a humidade pode penetrar mais facilmente para o embrião. Tenha cuidado para não o danificar.

 c) Lavagem química (ácido) : O método de lavagem química da escarificação é normalmente utilizado pelos produtores comerciais de variedades de sementes de selecção e muitas vezes não é necessário para fins de hortas familiares. Se for este o seu caso, e dado a minha convicção anti-químicos aconselho misturar com fezes de galinha ou aves e deixar vários dias húmido em fermentação. Os ácidos das fezes de aves potenciados pela fermentação irão quebrar a dormência do tegumento.

Estratificação a frio:

A estratificação é o processo de imitar o processo natural de hibernação, expondo as sementes num local fresco e húmido. A maneira mais fácil para realizar este processo é:

1) Pegue um punhado de turfa e mergulhe-o em água até que esteja saturado.
2) Após a imersão, use as mãos para espremer o máximo de água possível.
3) Coloque uma camada de turfa húmida no fundo de um saco com fecho hermético
4) Coloque as sementes sobre a camada e preencher o restante da bolsa com a turfa
5) Vede o saco bem fechado
6) Guarde a embalagem lacrada no fundo do congelador para o tempo de estratificação adequado.

Durante este processo, ocasionalmente deve verificar as sementes para os sinais de germinação precoce. Se começam a germinar na geladeira, retire-as e vegetais como normal.

Após o tempo de estratificação prescrito na geladeira, retire as sementes e deve plantá-las da maneira normal.

Estratificação quente:

A etapa de estratificação quente é pensado para imitar a dormência da semente no verão, quando geralmente é enfiado no solo húmido quente ou em lama. Para a estratificação quente, siga os mesmos passos descritos para o processo a frio, excepto colocar o saco hermético num local quente ou ligeiramente acima da temperatura ambiente para uma temperatura alvo de cerca de 72 a 86 graus .

Tambem durante o processo de estratificação quente, ocasionalmente verificar as sementes para os sinais de germinação precoce. Se as sementes começam a germinar, devem ser plantadas.

Plantação das Sementes



As sementes podem ser semeadas em recipientes individuais ou em bandejas de sementes. É importante assegurar são plantadas na profundidade do solo recomendo. A maioria das sementes de árvores são plantadas mais rasas do que outras sementes, mas geralmente depende do tamanho da semente. Por favor, siga as instruções sobre cada pacote de sementes para a profundidade de plantio adequado. As sementes devem ser semeadas num meio bem drenado, como uma mistura de turfa e composto.


Para sementes maiores - aqueles com mais de um 1 / 3 de um centímetro de altura, pressione a metade da semente no meio. Para sementes menores, espalhe-as sobre a superfície do solo. Cubra as sementes com uma fina camada de areia a uma profundidade sobre a espessura das sementes.

Após o plantio  regá-las com cuidado e manter húmidas, mas não molhado.Manutenção da humidade elevada e humidade relativa do ar é crítico para a germinação das sementes. Pode aaumentar a humidade, colocando o tabuleiro de sementes numa barraca de plástico. Certifique-se de fazer alguns furos na tampa plástica para garantir a circulação de ar adequada. Mantenha as bandejas num local quente, mas com pouca iluminação.



A germinação pode ser  rápida e em poucos dias ou mais lenta e em vários meses, dependendo da espécie e das condições ambientais. Uma vez que as sementes germinem, devem ser mudadas para um local com luz.  Talvez seja necessário algum cuidado e atenção por alguns meses antes do plantio ao ar livre. Tente dar às plantas jovens tanta luz do sol tanto quanto possível.

Fonte: http://cultivarbiodiversidade.blogspot.pt

terça-feira, 8 de maio de 2012

Mandiokejo

O Mandiokejo Quebra-Cabeça é uma solução vegetal prática e saborosa para a cobertura de pizzas e lasanhas. Trata-se de um preparado em pó elaborado a partir de vegetais desidratados e gomas naturais.



  • 1kg de preparado em pó rende até 6kg de mandioqueijo
  • feito à base de ingredientes naturais;
  • muito simples de preparar (assista ao vídeo);
  • elaborado a partir de mandioca, mandioquinha e feijão;
  • não contêm soja;
  • livre de ingredientes de origem animal;
  • livre de glúten;
  • livre de lactose;
  • livre de colesterol;
  • livre de corantes e aromatizantes;
  • fonte de potássio, ferro, magnésio, proteínas, fósforo e cálcio.
Pizza marguerita com MandiokejoPizza marguerita com Mandiokejo





Fonte: http://quebracabecaveg.com/mandiokejo-2/